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	<title>Luiz Fernando Frederico, Autor em Haze Shift</title>
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	<description>Consultoria de Inovação e Design Estratégico orientada a resultados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 28 Apr 2026 13:11:13 +0000</lastBuildDate>
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		<title>O labirinto da complexidade: por que seu portfólio está silenciosamente devorando sua margem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Fernando Frederico]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2026 02:31:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[design estratégico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No atual cenário de negócios brasileiro, a expansão do portfólio, em outras épocas celebrada como um indicador de vigor corporativo, tornou-se uma perigosa armadilha de complexidade.  Muitas organizações enfrentam o "paradoxo do crescimento": o aumento no volume de itens e variantes — os chamados SKUs (Stock Keeping Units, códigos únicos que identificam cada produto ou  Leia</p>
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<p class="wp-block-paragraph">No atual cenário de negócios brasileiro, a expansão do portfólio, em outras épocas celebrada como um indicador de vigor corporativo, tornou-se uma perigosa armadilha de complexidade.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas organizações enfrentam o &#8220;paradoxo do crescimento&#8221;: o aumento no volume de itens e variantes — os chamados SKUs (Stock Keeping Units, códigos únicos que identificam cada produto ou variação no portfólio) — resulta em custos operacionais inflados e, ao mesmo tempo, em uma erosão estrutural da percepção de valor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O imperativo estratégico não é apenas vender mais, mas evitar a dor invisível em que o excesso de SKUs dilui a clareza da proposta de valor, sobrecarrega a cadeia de suprimentos e consome margens que deveriam financiar a inovação.ssos e inovar. As duas coisas se potencializam quando estruturadas em camadas complementares.</p>



<div style="height:12px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h4 class="wp-block-heading has-large-font-size"><strong><strong><strong><strong>O Custo Oculto da Escolha: Quando o &#8220;Mais&#8221; se Torna &#8220;Menos&#8221;</strong></strong></strong></strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A crença de que uma abundância de opções facilita a venda é refutada pelo &#8220;Paradoxo da Escolha&#8221;, de Barry Schwartz. Em contextos B2B, portfólios inflados não empoderam o tomador de decisão; eles o paralisam.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Experimentos clássicos de Iyengar e Lepper (Geleias e Chocolates) demonstram que, embora grandes opções atraiam atenção inicial, opções limitadas convertem em vendas até dez vezes mais. No ambiente corporativo, onde a responsabilidade pelo orçamento e o ROI são centrais, essa sobrecarga cognitiva é amplificada.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-normal-font-size"><a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-no-brasil-em-2026/">Descubra como empresas estão trabalhando a sua inovação em 2026</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A sobrecarga de escolha gera três efeitos psicológicos críticos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Paralisia Decisória: </strong>O excesso de informação esgota a memória de trabalho, levando a liderança do cliente a adiar a decisão para evitar o erro.<br></li>



<li><strong>Custo de Oportunidade (FOMO):</strong> O receio de que, ao escolher uma configuração, o cliente esteja renunciando a benefícios superiores presentes em outra variante.<br></li>



<li><strong>Arrependimento Pós-Compra: </strong>A dúvida persistente sobre se a escolha feita foi realmente a mais eficiente, o que mina a confiança no relacionamento de longo prazo.</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading has-large-font-size"><strong><strong>A Renovação de Capacidades: Do Reativo ao Proativo</strong></strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A transição para uma estratégia baseada em valor não é apenas uma mudança de discurso, mas uma renovação de capacidades organizacionais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas empresas geram valor, mas não conseguem traduzi-lo de forma clara para seus clientes, defendê-lo comercialmente e capturá-lo financeiramente. Sobreviver exige migrar da venda transacional para uma lógica de troca baseada em valor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Abaixo, a distinção entre a inércia tradicional e o novo imperativo estratégico:</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th>Dimensão</th><th>Abordagem Reativa Tradicional</th><th><br>Estratégia Proativa Baseada em Valor</th></tr></thead><tbody><tr><td><br><strong>Entrada no Processo</strong></td><td>Engajamento tardio, após o cliente definir especificações técnicas.</td><td>Entrada precoce para co-criar a visão de valor e influenciar as metas do cliente.</td></tr><tr><td><br><strong>Definição de Preço</strong></td><td><em>Cost-plus</em> ou baseada na concorrência (foco em preço unitário).</td><td><strong>Quantificação de benefícios líquidos</strong> e partilha do valor gerado (ROI).</td></tr><tr><td><br><strong>Modelo de Negócio</strong></td><td>Focado na transação de produtos isolados.</td><td>Focado em soluções e parcerias estratégicas de longo prazo.</td></tr></tbody></table></figure>



<h2 class="wp-block-heading has-large-font-size"><strong><strong>A Toxicidade do &#8220;Meio do Portfólio&#8221; e o Impacto nas Margens</strong></strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Dados da McKinsey (2024) revelam que a verdadeira erosão de margem não reside apenas na &#8220;cauda longa&#8221; de itens obsoletos, mas no &#8220;meio complexo&#8221; do portfólio. Entre 50% e 70% do impacto positivo de uma otimização provém dessa zona intermediária.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um erro comum da gestão estratégica é focar apenas na <strong>complexidade externa</strong> (variantes vendidas), ignorando a <strong>complexidade interna</strong> (componentes compartilhados, ativos de manufatura e processos de suporte).</p>



<p class="wp-block-paragraph">Remover produtos isolados raramente reduz o custo fixo devido aos &#8220;efeitos de rede&#8221; internos. A recomendação da McKinsey para maximizar ganhos é o <strong>descarte em nível de plataforma</strong> (<em>platform-level pruning</em>). Eliminar plataformas inteiras, em vez de SKUs individuais, permite uma redução real de custos estruturais. Quando executada corretamente, essa otimização pode gerar uma melhoria de <strong>6 a 10 pontos percentuais na margem</strong> ou um aumento de <strong>2% a 5% na receita</strong> por meio do redirecionamento de recursos para produtos de alta performance.</p>



<div style="height:9px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h4 class="wp-block-heading has-large-font-size"><strong><strong><strong>A Revolução da IA no GTM: Velocidade e Personalização Ambiente</strong></strong></strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A Inteligência Artificial está reestruturando a economia comercial. O mercado já vive um paradoxo claro: os orçamentos de marketing encolhem, enquanto as expectativas de crescimento continuam subindo. A IA surge como resposta a essa equação, comprimindo custos de produção e acelerando cronogramas de forma drástica.</p>



<h3 class="wp-block-heading has-normal-font-size"><a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-inteligencia-artificial/">Descubra como a IA e Inovação Aberta podem impulsionar sua organização</a></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que eficiência, a IA ajuda a resolver o paradoxo da escolha por meio da personalização ambiente. Ao filtrar dinamicamente o portfólio e apresentar ao cliente apenas o que é relevante para seu contexto, ela reduz a paralisia decisória antes mesmo que ela apareça.</p>



<pre class="wp-block-verse has-background" style="background-color:#ebebec"><strong>Insight Estratégico: Empresas de alto crescimento são 2,3x mais propensas a reestruturar suas operações comerciais em torno de fluxos nativos de IA e realizam, em média, 3,2x mais experimentos trimestrais do que seus pares, criando um fosso competitivo de aprendizado.</strong></pre>



<h4 class="wp-block-heading has-large-font-size"><strong><strong>O Fim da Atribuição Tradicional e a Era da Orquestração</strong></strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em um ecossistema de micro-interações dinâmicas, os modelos de atribuição de marketing baseados em &#8220;último clique&#8221; tornaram-se obsoletos. A liderança deve transitar da execução tática para a <strong>orquestração estratégica</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança mais dramática ocorre no funil de vendas. Projeta-se que até <strong>2028</strong>, a IA lidará com 95% das funções tradicionais de desenvolvimento de vendas (SDR). O papel humano evolui para o &#8220;Revenue Orchestrator&#8221;, focado em gerir os sistemas de IA e navegar em relacionamentos complexos de alto nível, onde o julgamento e a inteligência emocional permanecem como diferenciais humanos insubstituíveis.</p>



<div style="height:9px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h4 class="wp-block-heading has-large-font-size"><strong><strong><strong><strong>A Provocação do &#8220;GTM Base Zero&#8221;</strong></strong></strong></strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">A clareza do portfólio e a adoção de uma arquitetura de IA não são projetos periféricos; são imperativos de sobrevivência. Hoje, os tomadores de decisão enfrentam uma escolha binária: <strong>Otimizar</strong> o modelo legado para ganhos marginais ou <strong>Reimaginar</strong> a operação comercial sob a ótica de um <strong>&#8220;Zero-Based GTM Design&#8221;</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Imagine um concorrente que surja hoje, sem o peso de sistemas legados ou portfólios inflados, operando com ferramentas de IA de baixo custo. Para esse novo entrante, a sua estrutura atual de portfólio não é um ativo, mas um passivo. A janela de oportunidade estratégica para estancar a sangria das margens exige uma auditoria profunda da complexidade e a coragem de simplificar para acelerar. O custo da inação, neste novo ciclo econômico, é a irrelevância operacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quer entender onde o seu portfolio está travando e o que você pode fazer para que ele não acabe com a sua margem? <a href="https://hazeshift.com.br/vamos-conversar-1/">Vamos conversar</a> e entender melhor como a Haze Shift pode te apoiar na resolução dessa dor.</p>
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		<title>Prêmio Empresa Inovadora 2023: por que apostar no Diagnóstico de Inovação como diferencial para seu negócio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Fernando Frederico]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Jun 2023 15:21:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura de Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Aberta]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando um ecossistema de inovação se junta para fazer a diferença, os resultados podem atingir literalmente centenas de empresas. Nós da Haze Shift, com muito orgulho, fizemos parte disso ao, pela segunda vez, oferecermos um Diagnóstico de Inovação gratuitamente às mais de 350 companhias inscritas no Prêmio Empresa Inovadora, do qual fomos correalizadores junto com  Leia</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Quando um ecossistema de inovação se junta para fazer a diferença, os resultados podem atingir literalmente centenas de empresas. Nós da Haze Shift, com muito orgulho, fizemos parte disso ao, pela segunda vez, oferecermos um Diagnóstico de Inovação gratuitamente às mais de 350 companhias inscritas no Prêmio Empresa Inovadora, do qual fomos correalizadores junto com a Viasoft, Universidade Positivo e Associação Comercial do Paraná. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A premiação aconteceu dia 23 de junho, durante o evento <a href="https://viasoftconnect.com.br/">Viasoft Connect</a>, em Curitiba (PR), mas os resultados poderão ser vistos por muito tempo por essas organizações. Isso porque nós desenvolvemos a metodologia aplicada na jornada do prêmio, baseada em 11 dimensões de análise que ajudam no processo de &nbsp;<a href="https://hazeshift.com.br/como-medir-a-inovacao/">como medir a inovação</a> nessas empresas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nosso diagnóstico de inovação mostra o grau de maturidade das organizações em diversos aspectos, como estratégia, cultura, tecnologia, networking e muito mais.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/o-que-sao-ecossistemas-de-inovacao-exemplos/"><strong>Leia também: O que são ecossistemas de inovação e como laboratórios multidisciplinares colaboram para esses ambientes</strong></a></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Por meio desse diagnóstico, atribuímos uma pontuação a partir de uma metodologia inspirada no estudo “10 dimensões da inovatividade e seus impactos no desempenho inovador” de Carlos Olavo Quandt, Alex Antonio Ferraresi e Cicero Aparecido Bezerra , que adaptamos e validamos junto com o&nbsp;<a href="https://www.tecpar.br/">Tecpar&nbsp;</a>(Instituto de Tecnologia do Paraná). Entregamos o Diagnóstico de Inovação às empresas assinado por especialistas em inovação.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A maioria dos inscritos foi do estado do Paraná, mas também tivemos a participação de empresas dos estados de São Paulo, Santa Catarina e Bahia, comprovando que estamos abertos a auxiliar companhias do Brasil inteiro. Organizações de diversos portes, como Farmácias Nissei, Frimesa, LAR, Cibra, Atlas, Coopavel, Sicredi e Sicoob marcaram presença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja um exemplo de resultado nas dimensões que avaliamos:&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh3.googleusercontent.com/jBx5p0P4xiQf4aMsKGDXXL3XY2s_54viwJIudOg9_cihA20cyLNyCPMwbS1_MqRwL-OchcG3ufXBRrd6sjUXsgSng3088BHhFmTdlRyrUrVWUS6xBsIL8JfiMtFabrk7Vwz0o6OPq-b9" alt=""/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Diagnóstico de inovação e Prêmio Empresa Inovadora</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas nós fomos além dos dados quantitativos. Aproveitando os dados de diagnóstico de inovação que caracterizaram e colocaram as empresas na próxima etapa do prêmio, fizemos duas rodadas de entrevistas com todas as selecionadas em cada segmento e região, com o objetivo de provocar uma reflexão interna. Isso significa que o reconhecimento do Prêmio Empresa Inovadora busca, de fato, junto com as empresas participantes entender suas ações e estratégias. Ou seja, invés de auditoria, praticamos uma Escuta Ativa, prática comum dentro da <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta/">inovação aberta</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com esse pensamento, selecionamos 50 empresas finalistas em diferentes categorias: Indústria, Cooperativas, Varejo, Serviços (confira os vencedores ao final do texto). Ao final do processo, contamos ainda com a fase de validação do público, com os finalistas sendo desafiados a engajar o voto popular pelas redes sociais. Em resumo, acontecem as seguintes etapas:&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh5.googleusercontent.com/zMX11_CgAxSESfX642bAJdBXpSsoZS1OjxjDEETWq3GXyLxC_62J377dPh58i4WT3SXjQj2kUkwgP5Asa4Tw9KqPzthVUzJwhbEHFbYNmF0AgP85KCYio5DR5-QjHcXv9LdzavD5FkTBgAxerB1wvg" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Para determinar os vencedores, o Prêmio Empresa Inovadora avaliou todas as empresas por meio das etapas: Diagnóstico da Inovação (20%), Entrevista 1 (30%), Entrevista 2 (40%) e Votação Popular (10%). Assim, a pontuação final dada foi feita a partir da média ponderada de todas as notas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, aconteceu ainda uma seleção especial chamada Prêmio Empresa Inspiradora, que premia a empresa com mais votos populares a cada segmento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com tudo isso, nós da Haze Shift e nossos parceiros envolvidos no Viasoft e no Prêmio Empresa Inovadora buscamos fortalecer o <a href="https://hazeshift.com.br/o-que-sao-ecossistemas-de-inovacao-exemplos/">ecossistema de inovação</a>. </p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh5.googleusercontent.com/fU4l4cktVZM6vzupAC2j4PqC9TnU2cXWwQYVLHX0KzkI4qq6rIB3kxYgED-LppqwXovKjstjfi42K1H1wUMRW-wc9AUZgb91PseZAWcGj9BAnRvRRlz-A06ymGBUx6cT2o8fVT1IZNTcrVCEym9R7g" alt=""/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que sua empresa deve fazer um diagnóstico de inovação&nbsp;</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Como consultor de inovação,&nbsp; posso dizer com propriedade um grande motivo para sua companhia fazer um diagnóstico de inovação: é a partir dele que você irá descobrir gargalos que precisa ajustar para potencializar a cultura da inovação. Além disso, é por meio desse diagnóstico que você poderá perceber itens como:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A necessidade em apostar em projetos de inovação aberta junto a startups, parceiros comerciais, stakeholders e consultorias de inovação como a Haze Shift, para estruturar melhor os processos de inovação (nós inclusive estamos a disposição para conversar).&nbsp;</li>



<li>Você poderá observar, inclusive, se a concorrência em seu segmento está atuando de forma mais inovadora que sua organização;</li>



<li>Se há necessidade de atrair novos talentos colocando a capacidade de inovação como aspecto primordial da contratação;</li>
</ul>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://hazeshift.com.br/wp-content/uploads/2023/06/23dd7a58-866b-4659-a602-de6f638b50b0.jpg" alt="" class="wp-image-4648" width="1024" height="684" srcset="https://hazeshift.com.br/wp-content/uploads/2023/06/23dd7a58-866b-4659-a602-de6f638b50b0-200x134.jpg 200w, https://hazeshift.com.br/wp-content/uploads/2023/06/23dd7a58-866b-4659-a602-de6f638b50b0-300x200.jpg 300w, https://hazeshift.com.br/wp-content/uploads/2023/06/23dd7a58-866b-4659-a602-de6f638b50b0-400x267.jpg 400w, https://hazeshift.com.br/wp-content/uploads/2023/06/23dd7a58-866b-4659-a602-de6f638b50b0-600x401.jpg 600w, https://hazeshift.com.br/wp-content/uploads/2023/06/23dd7a58-866b-4659-a602-de6f638b50b0-768x513.jpg 768w, https://hazeshift.com.br/wp-content/uploads/2023/06/23dd7a58-866b-4659-a602-de6f638b50b0-800x534.jpg 800w, https://hazeshift.com.br/wp-content/uploads/2023/06/23dd7a58-866b-4659-a602-de6f638b50b0.jpg 1024w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p class="has-text-align-left has-small-font-size wp-block-paragraph">Registro do Brinde de espumante em frente ao nosso stand com as empresas vencedoras do Prêmio no Viasoft Connect 2023. Foto: Fábio Ortolan<br></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, mesmo que você não tenha participado neste ano de 2023 do Prêmio Empresa Inovadora, desde já buscar um diagnóstico de inovação é algo fundamental para estabelecer laços fortes com a <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-chesbrough/">inovação aberta</a>, trazer uma percepção aprimorada sobre a capacidade de Transformação Digital e <a href="https://hazeshift.com.br/o-que-e-cultura-de-inovacao-conceito-significa/">estimular a cultura da inovação</a> com <a href="https://hazeshift.com.br/tipos-de-stakeholders-internos-externos/">stakeholders internos e externos</a>. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse pode ser o primeiro passo para inserir a <a href="https://hazeshift.com.br/cocriacao-planejamento-estrategico-2/">cocriação de pessoas para pessoas</a>, planejar&nbsp;<a href="https://hazeshift.com.br/7ps-inovacao/">eventos de inovação</a>&nbsp;e&nbsp;<a href="https://hazeshift.com.br/programas-de-ideias-sugestoes/">estruturar programas de ideias e sugestões</a>. Além disso, é a partir do diagnóstico de inovação que sua companhia pode desenvolver uma&nbsp;<a href="https://hazeshift.com.br/tese-de-inovacao/">tese de inovação</a>&nbsp;e estabelecer uma&nbsp;<a href="https://hazeshift.com.br/governanca-da-inovacao-modelos/">governança da inovação</a>.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/cocriacao-planejamento-estrategico-2/"><strong>Leia também esta Entrevista com especialista: O Poder da Cocriação no Planejamento Estratégico</strong></a><strong>&nbsp;</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Com nosso know-how, vamos trabalhar em parceria com sua empresa para cocriar as melhores soluções em inovação.&nbsp;<a href="https://hazeshift.com.br/vamos-conversar/">Vamos conversar</a> sobre isso?&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">E como prometemos, aqui estão abaixo as grandes empresas vencedoras do Prêmio Empresa inovadora 2023. Parabéns a todos os participantes e aos vencedores por este reconhecimento!  </p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Indústria</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">1. Cibra&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">2. Atlas Eletrodomésticos&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">3. Docg&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Cooperativas</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">1. Unimed Cascavel&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">2. LAR&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">3. Cooperativa Agrária&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Varejo</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">1. Belagrícola&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">2. Lojas MM&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">3. Farmácias Nissei&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Serviços</strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">1. Tecnospeed&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">2. Benner Sistemas&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">3. Eucatur</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Prêmio Empresa Inspiradora | Vencedores&nbsp;</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Indústria</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; PLANTE 1 PAPEL&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cooperativas&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Sicredi Dexis</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Varejo&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Farmácias Nissei&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Serviços&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8211; Costa Brasil</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>As pré-inscrições para a edição 2024 do Prêmio Empresa Inovadora já estão abertas, participe! Acesse: <a href="https://www.premioempresainovadora.com.br">https://www.premioempresainovadora.com.br</a></p>
<p>O post <a href="https://hazeshift.com.br/diagnostico-de-inovacao-premio-empresa-inovadora-vencedores/">Prêmio Empresa Inovadora 2023: por que apostar no Diagnóstico de Inovação como diferencial para seu negócio</a> apareceu primeiro em <a href="https://hazeshift.com.br">Haze Shift</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Compartilhar instalações, sistemas e recursos com outras empresas: uma grande decisão de inovação aberta </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Fernando Frederico]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Apr 2023 22:54:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura de Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Aberta]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Vamos pensar em uma situação hipotética. Você tem uma fábrica, mas a demanda está abaixo do esperado. Com isso, uma parte de sua indústria fica ociosa. O que você faria? Diante do desafio, uma boa saída pode ser compartilhar suas instalações, sistemas e recursos com parceiros e até mesmo concorrentes. Vamos entender porque essa opção  Leia</p>
<p>O post <a href="https://hazeshift.com.br/compartilhar-instalacoes-sistemas-e-recursos-com-outras-empresas-uma-grande-decisao-de-inovacao-aberta/">&lt;strong&gt;Compartilhar instalações, sistemas e recursos com outras empresas: uma grande decisão de inovação aberta &lt;/strong&gt;</a> apareceu primeiro em <a href="https://hazeshift.com.br">Haze Shift</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Vamos pensar em uma situação hipotética. Você tem uma fábrica, mas a demanda está abaixo do esperado. Com isso, uma parte de sua indústria fica ociosa. O que você faria? Diante do desafio, uma boa saída pode ser compartilhar suas instalações, sistemas e recursos com parceiros e até mesmo concorrentes. Vamos entender porque essa opção pode ser vantajosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa alternativa é uma das <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-chesbrough/">33 rotas de inovação aberta (a rota 17)</a>. Nesse modelo, seja por ociosidade, estratégia ou mesmo divisão de custos (entre outros fatores), as empresas podem compartilhar diversos recursos, seja máquinas, laboratórios de pesquisas, de impressão ou mesmo espaços e de linhas de produção.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso contribui fortemente para a <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta/">inovação aberta</a> e para o <a href="https://hazeshift.com.br/design-estrategico/">design estratégico</a>.  </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como funciona esse compartilhamento: exemplos</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui a proposta é a seguinte: uma empresa, ou uma organização (como uma cooperativa ou associação industrial, por exemplo), acaba assumindo o papel de construção e operação de um ambiente produtivo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dois exemplos de empresas que adotam essa rota de inovação são a General Electric e a IBM. Por meio de um programa chamado <a href="https://www.ge.com/news/reports/ecomagination-ten-years-later-proving-efficiency-economics-go-hand-hand">Ecomagination</a>, a GE promove a colaboração com outras empresas com o compartilhamento tanto de ideias quanto de recursos sobre soluções de eficiência energética. Já a IBM possui ambientes colaborativos de inovação, onde startups, pesquisadores, empresas e investidores se reúnem para compartilhar ideias, recursos e experiências.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para entender isso melhor, vejamos aqui mesmo no Brasil alguns exemplos excelentes de compartilhamento de recursos. Veja só:&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse compartilhamento pode acontecer, por exemplo, por meio de <a href="https://hazeshift.com.br/fab-labs-laboratorios-multidisciplinares-inovacao/">Fab Labs</a>: instalações ao estilo de laboratórios para empresas (e algumas vezes até mesmo representantes da comunidade e estudantes) realizarem a criação de soluções para problemas reais, podendo elaborar projetos e desenvolver protótipos. E é isso o que acontece no <a href="https://www.fablabs.io/labs/fablabfirjansenairesende">FabLab da Firjan</a> (Federação das Indústrias do Rio de Janeiro). Para reforçar a inovação, estudantes têm acesso a equipamentos como impressoras 3D, máquina de corte a laser, fresadoras, por exemplo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Da mesma maneira, parques tecnológicos como os de <a href="https://hazeshift.com.br/parque-tecnologico-de-itaipu/">Itaipu</a> e o <a href="https://hazeshift.com.br/biopark-toledo/">Biopark de Toledo</a> (PR) são locais em que muitas empresas trabalham juntas, dividindo espaços, favorecendo todo um <a href="https://hazeshift.com.br/o-que-sao-ecossistemas-de-inovacao-exemplos/">ecossistema de inovação</a>. </p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/parque-tecnologico-de-itaipu/">Leia também: A estratégia do Parque Tecnológico de Itaipu para revolucionar a economia de Foz do Iguaçu</a></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Já no caso de cooperativas, um bom exemplo vem dos Campos Gerais, no Paraná. As cooperativas Capal, Castrolanda e Frísia criaram uma <a href="https://unium.coop.br/">intercooperativa chamada Unium</a>, em um processo de venda de produtos como leite, farinha de trigo e carne suína. Elas dividem e investem nas fábricas em conjunto, e os cooperados das três organizações fornecem o leite, o trigo e os suínos que serão processados pelas as indústrias. Assim, o espaço fabril e os recursos são compartilhados pelas organizações. Isso já é uma excelente otimização de recurso, uma das vantagens que essa rota da inovação proporciona.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso tudo prova que a partir de ecossistemas assim, é possível que diferentes empresas, startups ou mesmo universidades invistam em conjunto em um local ou mesmo em um software, por exemplo, compartilhando-o. Assim, todas têm direito ao uso. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Benefícios de instalações, sistemas e recursos compartilhados</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, empresas que compartilham ambientes têm muito a ganhar. Vamos conferir mais algumas dessas vantagens sobre instalações, sistemas e recursos compartilhados:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Oportunidade para as empresas se tornarem mais competitivas juntando os esforços do que fazer uma atividade sozinha, o que é o caso da Unium;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Uma grande oportunidade de reduzir custos, sem precisar de um ambiente exclusivo para sua produção, existindo a convergência do uso de recursos;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Aumentar a eficiência e o acesso a recursos que seriam caros ou difíceis de adquirir por uma única empresa;&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Promover ações conectadas a outras rotas de inovação aberta, como <a href="https://hazeshift.com.br/codesign-design-compartilhado/">codesign</a>, <a href="https://hazeshift.com.br/co-marketing-marketing-conjunto/">marketing conjunto</a>, realizar a <a href="https://hazeshift.com.br/coproducao/">coprodução</a> e o <a href="https://hazeshift.com.br/co-learning-aprendizagem-colaborativa-inovacao-aberta/">aprendizado conjunto (co-learning)</a> ou até mesmo promover a <a href="https://hazeshift.com.br/spin-off-inovacao-empresas/">criação de spin-offs</a> e promover a <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-colaborativa/">inovação colaborativa</a>;</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Em outras palavras, essas vantagens mostram que a colaboração e o compartilhamento de recursos são cada vez mais alternativas para o sucesso da inovação e para a competitividade das empresas.  </p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/tres-horizontes-de-inovacao/">Leia também: Os horizontes de inovação e a importância para seu negócio</a></h4>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Riscos envolvidos </strong>ao compartilhar recursos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de todos esses benefícios, é importante frisar que o planejamento estratégico é essencial para mitigar alguns riscos envolvidos no compartilhamento de instalações, sistemas e recursos entre organizações.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como consultor de inovação,&nbsp; preciso destacar que as companhias devem estabelecer contratos e tomar precauções para evitar que informações sigilosas e até mesmo que exista um conflito de uso de <a href="https://hazeshift.com.br/transferencia-tecnologica-licenciamento-interno/">propriedades intelectuais</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, sempre deve ser observado que, ao criar processos, a própria cultura organizacional e a cultura de inovação das empresas devem ser levadas em conta. Afinal, muitas vezes vemos iniciativas maravilhosas, mas quando você junta times diferentes (ainda mais de organizações distintas) pode haver conflitos organizacionais, pois cada empresa tem um jeito de trabalhar. Nesse sentido, <a href="https://hazeshift.com.br/vantagens-do-design-estrategico/">ações de design estratégico podem quebrar silos organizacionais</a>. </p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/vantagens-do-design-estrategico/"><strong>Leia também sobre as vantagens do design estratégico para resolver conflitos entre áreas da sua empresa</strong></a></h4>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como uma consultoria de inovação pode ajudar? </strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, para mitigar riscos, a participação de uma consultoria de inovação como nós da Haze Shift pode fazer a diferença antes de uma organização iniciar um projeto de compartilhamento de instalações, sistemas e recursos compartilhados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por meio de <a href="https://hazeshift.com.br/modelagem-de-negocios-design-estrategico/">programas de modelagem de negócios</a>, por exemplo, é possível entender oportunidades que podem ser exploradas pela organização, assim como realizar ações para preparar culturalmente a empresa (ou parte dela) para um modelo de compartilhamento de instalações, sistemas e recursos. Essa, inclusive, pode ser uma ação conjunta com o parceiro que irá compartilhar os recursos. Nesse sentido, nós podemos ajudar a:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Definir objetivos claros para colaboração e identificar quais recursos precisam ser compartilhados para atingir esses objetivos.</li>



<li>Promover ações de cultura da inovação em prol de uma cultura corporativa aberta e colaborativa, que valorize a inovação e o trabalho em equipe.</li>



<li>Identificar os parceiros certos com habilidades e conhecimentos complementares para garantir que a colaboração seja bem-sucedida por meio, por exemplo, de um <a href="https://hazeshift.com.br/matchmaking-de-startups/">matchmaking</a>.</li>



<li>Identificar os melhores <a href="https://hazeshift.com.br/governanca-da-inovacao-modelos/">modelos de governança de inovação</a> para gerenciar a colaboração, definir papéis e responsabilidades e estabelecer regras para o compartilhamento de recursos.</li>



<li>Avaliar os resultados e adaptar a estratégia sempre que necessário para garantir que a colaboração esteja gerando valor para todos os envolvidos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Em um recente trabalho que fizemos com a Cibra Fertilizantes, por exemplo, auxiliamos na construção da estratégia de inovação aberta com mapeamento de ecossistemas amplo e próximo para identificação de oportunidades conjuntas com clientes e fornecedores e instituições de ensino. Esse mapeamento de ecossistemas, em caso de uma hipotética busca por compartilhamento de recursos, é essencial.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Tudo isso mostra que o compartilhamento de recursos pode oferecer muitos benefícios, mas é preciso mitigar desafios significativos. Por isso, <a href="https://hazeshift.com.br/vamos-conversar/">vamos conversar</a> para chegar à melhor solução para sua empresa.&nbsp;</p>
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		<title>Negócios Abertos: quando compartilhar informações e tecnologias da empresa é a melhor decisão </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Fernando Frederico]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Mar 2023 21:56:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura de Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Aberta]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação Digital]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da inovação]]></category>
		<category><![CDATA[transformação digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pode até soar estranho para alguns, mas compartilhar tecnologias, códigos de programação e até mesmo produtos pode ser uma decisão estratégica importante para sua organização. Está aí uma estratégia de Negócios Abertos ou Open Business, na sigla em inglês.  Essa abordagem de compartilhamento aberto é uma das 33 rotas de inovação aberta propostas por Henry  Leia</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Pode até soar estranho para alguns, mas compartilhar tecnologias, códigos de programação e até mesmo produtos pode ser uma decisão estratégica importante para sua organização. Está aí uma estratégia de Negócios Abertos ou <em>Open Business</em>, na sigla em inglês.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa abordagem de compartilhamento aberto é uma das <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-chesbrough/">33 rotas de inovação aberta</a> propostas por Henry Chesbrough, mais especificamente a rota número 12. Essa estratégia incentiva as empresas a permitir que terceiros acessem e usem seus recursos, conhecimentos e tecnologias, em vez de mantê-los em segredo ou protegidos por direitos autorais ou patentes.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-chesbrough/">Conheça as 33 rotas de inovação aberta de Henry Chesbrough</a></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Nessa rota de Negócios Abertos todo tipo de informações são compartilhadas publicamente, daí o adjetivo “aberto” ou, em inglês, open. Pode estar relacionado, por exemplo, a um compartilhado publicamente. Está relacionado a desenvolvimentos de código aberto (open source), e sistemas gratuitos (freeware) disponíveis na rede.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">E quem seriam as pessoas e empresas com acesso a esses recursos? Bom, um negócio aberto (open business) permite que esse uso de conhecimentos e tecnologias seja feito por organizações, universidades, governos e até mesmo seus colaboradores ou pessoas físicas, como veremos a seguir.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas você pode também estar se perguntando qual a diferença para a rota de inovação de Modelos de Negócios Abertos, que citamos <a href="https://hazeshift.com.br/modelos-de-negocios-abertos/">neste outro post</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A grande diferença é que no modelo de negócios abertos, também chamados de <em>open</em> <em>business models</em>, existe uma organização-mãe que disponibiliza, por exemplo, uma plataforma para que outras empresas possam fazer suas vendas. Basicamente, é o que acontece nos sites de e-commerce. Nesse modelo também existem empresas que ficam responsáveis pelas entregas, enquanto outras corporações podem ser responsáveis pela tecnologia envolvida no mecanismo de venda. Ou seja, elas cooperam entre si abaixo de um <em>guarda-chuva </em>(proporcionado por quem oferece a plataforma).&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/modelos-de-negocios-abertos/">Saiba mais: Como os modelos de negócios abertos, ou open business models, podem impulsionar inovação e resultados</a></h4>



<iframe style="border-radius:12px" src="https://open.spotify.com/embed/episode/69xxhanq81Tck0l6kdmhlq?utm_source=generator" width="100%" height="152" frameBorder="0" allowfullscreen="" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy"></iframe>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, o objetivo da rota de Negócios Abertos é criar um <a href="https://hazeshift.com.br/ecossistemas-de-negocios/">ecossistema de negócios</a> aberto e colaborativo, permitindo que as empresas compartilhem ideias e soluções a partir de uma tecnologia ou ideia pré-existente para acelerar a inovação e criar novas oportunidades de negócios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, essa rota de inovação aberta é diferente de outras rotas que se concentram em como as empresas podem colaborar com outras organizações para desenvolver inovações conjuntas, como a rota de <a href="https://hazeshift.com.br/cocriacao-processos-inovacao/">cocriação</a>. Afinal, nos negócios abertos a tecnologia já existe, e está disponível para o uso de outras organizações.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos deixar isso mais claro com exemplos?&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Exemplos de Negócios Abertos&nbsp;</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Negócios Abertos com colaboradores</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A <a href="https://targetteal.com/pt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Target Teal</a>, consultoria de organização de design, é uma empresa que segue o conceito de Negócio Aberto. Os próprios colaboradores possuem ações e são coproprietários do negócio, participando mais ativamente do desenvolvimento da empresa. Eles têm amplo acesso aos desenvolvimentos e à inteligência da empresa, proporcionando ideias para criar novas oportunidades de negócios. A própria companhia destaca que internamente não há segredos e todas as informações sobre projetos e remuneração são compartilhadas.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Negócios Abertos com outras empresas&nbsp;</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A Tesla produz tecnologia em um negócio aberto, permitindo que outros fabricantes de carros usem suas patentes de tecnologia. Ela também compartilha informações sobre sua tecnologia de carros elétricos e fornece acesso gratuito a suas estações de carregamento de veículos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não significa que a Tesla deixe de patentear suas criações, claro. Em primeiro lugar, Elon Musk, CEO da empresa, disse que na Tesla “se sentiram compelidos a criar patentes por receio que as grandes montadoras copiassem nossa tecnologia e então usassem seu enorme poder de fabricação, vendas e marketing para dominar a Tesla”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é um dos motivos para proteger o negócio, claro. Mas aqui também eu preciso mostrar por que o compartilhamento da tecnologia faz sentido. Por isso, eu trago um pouco da explicação de Jack Rogan, um advogado de patentes na área de mecânica da Venner Shipley, uma multinacional especializada em propriedade intelectual.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele explicou <a href="https://www.vennershipley.co.uk/insights-events/does-teslas-open-source-patent-philosophy-mean-they-are-free-to-use/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">neste artigo (leia aqui)</a> que a Tesla possui uma filosofia <em>open source</em>, mas com algumas condições. Basicamente, quem utiliza as patentes da Tesla para desenvolvimento não pode requisitar direitos de patente a partir das criações da Tesla nem copiar os designs da empresa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, a Tesla se beneficia do acordo porque é livre para usar quaisquer melhorias feitas em sua tecnologia por outra parte. Ou seja, assim ela melhora seus próprios produtos a partir do desenvolvimento de terceiros. Excelente para o negócio, concorda?&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Códigos abertos, negócios abertos&nbsp;</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Quando falamos em negócios abertos também é crucial abordar o tema de codificação de dados para soluções de software e hardware. Nas últimas três décadas, houve uma mudança de paradigmas nas organizações de tecnologia, sendo que muitas se criaram a partir da oferta de códigos <em>open source</em>, livres para uso.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo <a href="https://www.redhat.com/rhdc/managed-files/rh-enterprise-open-source-report-f27565-202101-en.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pesquisa de 2021 da Red Hat</a> com mais de 1.200 líderes de TI no mundo, 90% estão usando código aberto corporativo hoje para modernização da infraestrutura de TI (64%), desenvolvimento de aplicativos (54%) e transformação digital (53%).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aliás, a Red Hat é uma empresa de software que oferece nada mais nada menos que um dos sistemas operacionais de código aberto mais famosos do mundo, o Linux. A empresa fornece suporte e serviços em torno do sistema operacional e permitindo que outras empresas usem e modifiquem o código-fonte. E é assim que ganha boa parte de sua receita.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro benefício possível de observar com o exemplo do Linux é a criação de <a href="https://hazeshift.com.br/comunidades-de-consumidores/">comunidades de consumidores</a> e <a href="https://hazeshift.com.br/comunidades-de-pratica/">comunidades de prática</a> em torno da organização.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro grande exemplo de empresa de softwares com grandes programas de inovação aberta que incluem negócios abertos é a IBM. A companhia compartilha sua tecnologia e recursos com outras empresas e organizações com uma iniciativa chamada <a href="https://www.ibm.com/opensource/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IBM Open Source</a>, que fornece acesso a códigos-fonte e tecnologias, incluindo <a href="https://hazeshift.com.br/blockchain-para-negocios/">blockchain</a>, <a href="https://hazeshift.com.br/inteligencia-artificial-analise-genetica-inovacao/">inteligência artificial</a> e sistemas operacionais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta é, a partir de uma comunidade de desenvolvedores colaborando em torno da tecnologia de código aberto, resolver problemas e, claro, gerar soluções e negócios.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como sua empresa pode pensar em negócios abertos?&nbsp;</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em primeiro lugar, conhecer os casos acima é importante para observar que sua organização pode aproveitar códigos abertos para criar soluções. Da mesma forma, se sua empresa tem soluções inovadoras que podem ser melhor desenvolvidas, melhoradas ou estudadas por outras partes (parceiros de negócios, universidades e outros atores do <a href="https://hazeshift.com.br/ecossistemas-de-inovacao-hubs/">ecossistema de inovação</a>), este pode ser o momento certo para começar.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para fazer isso corretamente, é preciso inserir a <a href="https://hazeshift.com.br/cocriacao-planejamento-estrategico/">inovação no planejamento estratégico</a> e envolver <a href="https://hazeshift.com.br/tipos-de-stakeholders-internos-externos/">stakeholders internos e externos</a> no debate sobre como trazer códigos abertos ou abrir informações pode auxiliar na gestão da inovação da companhia. Pode ser que, nesse debate, existam resistências. Por isso, nós da Haze Shift frisamos que o trabalho precisa ser feito de forma altamente organizada.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma consultoria de inovação como a Haze Shift pode auxiliar na construção de uma <a href="https://hazeshift.com.br/governanca-da-inovacao/">governança da inovação</a>, de uma <a href="https://hazeshift.com.br/tese-de-inovacao">tese de inovação</a> e de uma <a href="https://hazeshift.com.br/modelagem-de-negocios-design-estrategico/">modelagem de negócios com design estratégico</a> focada em ajudar a responder se negócios abertos são a resposta certa para suas dores do seu negócio.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://hazeshift.com.br/vamos-conversar/">Vamos conversar</a> e, juntos, chegar à melhor solução para que sua empresa possa aproveitar a oportunidade que existem nesta rota de inovação que traz os negócios abertos.&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://hazeshift.com.br/negocios-abertos/">&lt;strong&gt;Negócios Abertos: quando compartilhar informações e tecnologias da empresa é a melhor decisão &lt;/strong&gt;</a> apareceu primeiro em <a href="https://hazeshift.com.br">Haze Shift</a>.</p>
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		<title>Os principais eventos de inovação no Brasil em 2023, escolha o seu! </title>
		<link>https://hazeshift.com.br/eventos-de-inovacao-2023/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Fernando Frederico]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Feb 2023 00:53:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura de Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Aberta]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação Digital]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da inovação]]></category>
		<category><![CDATA[transformação digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Está aberta a temporada de conexões em 2023. O ano mal começou, mas o calendário de eventos de inovação no Brasil em 2023 está recheado.  Para empresas de todos os portes, e inclusive para consultorias de inovação como nós da Haze Shift, acompanhar eventos de inovação é fundamental para conhecer cases, fazer networking com startups  Leia</p>
<p>O post <a href="https://hazeshift.com.br/eventos-de-inovacao-2023/">&lt;strong&gt;Os principais eventos de inovação no Brasil em 2023, escolha o seu! &lt;/strong&gt;</a> apareceu primeiro em <a href="https://hazeshift.com.br">Haze Shift</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Está aberta a temporada de conexões em 2023. O ano mal começou, mas o calendário de eventos de inovação no Brasil em 2023 está recheado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para empresas de todos os portes, e inclusive para consultorias de inovação como nós da Haze Shift, acompanhar eventos de inovação é fundamental para conhecer cases, fazer networking com startups e parceiros de negócios e entender os atuais desafios das empresas. Dessa forma fica mais fácil modelar soluções, ampliar a iniciativas de inovação aberta e a transformação digital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há eventos, inclusive, que podem dar prêmios a empresas inovadoras. Vamos conhecer alguns dos principais eventos de inovação em 2023.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Principais eventos de inovação em 2023</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading"><a href="https://viasoftconnect.com.br/"><strong>Viasoft Connect</strong></a></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Curitiba, </em>21 e 23 de junho</p>



<p class="wp-block-paragraph">A capital paranaense recebe o maior evento de inovação em gestão empresarial do Brasil: o Viasoft Connect. Nós da Haze Shift estaremos lá no evento, trazendo conteúdo de inovação, promovendo networking com os participantes em um espaço para você chamar de seu também.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao todo serão mais de 30 horas de conteúdo, cerca de 80 marcas em exposição e <em>happy hour</em>. Em 2022, por exemplo, foram 139 palestras, mais de 86 pitchs de startups para investidores e milhares de conexões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lá estarão vários dos maiores nomes do mercado em gestão empresarial e inovação,&nbsp; além de espaços exclusivos para empresas inovadoras como a Haze Shift mostrarem seu trabalho e, claro, para realizar networking.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://viasoftconnect.com.br/"><strong>Saiba mais sobre o Viasoft Connect</strong></a></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Inclusive, o Viasoft Connect faz parte da programação do <a href="https://connectweek.com.br/">Connect Week</a>, que acontece em Curitiba durante os dias 19 e 25de junho. Isso significa que, além do Viasoft, diversos eventos irão acontecer em paralelo na capital paranaense com encontros de empresas, startups, palestras e exposições. No palco principal da <a href="https://connectweek.com.br/">Connect Week</a>, no Teatro Positivo, por exemplo, palestrantes de alto gabarito vão levar seus conhecimentos ao público.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="video-shortcode"><iframe title="VIASOFT | O futuro da gestão, agora!" width="1100" height="619" src="https://www.youtube.com/embed/JZxiVX_GzU4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><a href="https://www.premioempresainovadora.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Prêmio Empresa Inovadora</strong></a></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Paraná, inscrições até </em><em>10 de março</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de todas as atrações acima, como parte da programação do Viasoft Connect 2023, nós da Haze Shift somos correalizadores do <a href="https://www.premioempresainovadora.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Prêmio Empresa Inovadora</a>: o principal prêmio do Paraná sobre inovação. Nele, as empresas recebem uma avaliação online, na qual fazem um Diagnóstico de Inovação gratuito para saberem como estão em relação à inovação no atual momento.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse diagnóstico, elaborado por nós da Haze Shift, avalia 11 dimensões, como gestão de inovação e transformação digital, relações com consumidores, uso de dados e informações, novas tecnologias, entre outros. Inclusive, se sua empresa quiser fazer esse diagnóstico, basta <a href="https://hazeshift.com.br/vamos-conversar/">entrar em contato</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em uma segunda etapa da jornada do Prêmio Empresa Inovadora, as organizações elegíveis à premiação serão avaliadas em diferentes aspectos, como região de atuação no estado do Paraná e dentro do segmento de atuação. Serão premiadas empresas dos seguintes segmentos de Indústria, Cooperativas, Varejo e Serviços.&nbsp;&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://www.premioempresainovadora.com.br/"><strong>Faça parte do Prêmio Empresa Inovadora</strong></a><strong>&nbsp;</strong></h4>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh5.googleusercontent.com/oTU5LsCeYyw-EWU2gATTH05yQx565V0mR_99aMAbF2WKvauQveFKZ1hUXNIV18b2gLwmqfhp6BrdK9BixuklQyWVwrXzl0KuzhAngLegGklZrPAW_CltzIOrDcMzsgiYv9UjMFXbfd9A" alt=""/></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><a href="https://smartcityexpocuritiba.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Smart City Expo</strong></a><strong>&nbsp;</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Curitiba, 22 a 24 de março&nbsp;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O maior evento de <a href="https://hazeshift.com.br/cidades-inteligentes-no-brasil/">cidades inteligentes</a> do Brasil em 2023 acontece em Curitiba, no Centro de Exposições do Parque Barigui.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a participação de mais de 120 palestrantes e moradores de mais 45 países, e 70 expositores e patrocinadores, o Smart City Expo foi desenvolvido em parceria com a Fira Barcelona, organizadora do principal Congresso Mundial de cidades inteligentes, o Smart City Expo World Congress.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na pauta estão ideias e soluções sobre como criar um futuro melhor e com mais <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-e-sustentabilidade/">sustentabilidade</a> para cidadãos brasileiros. Entre os temas abordados estão Inovação e Transformação Digital, Cidades Sustentáveis e Mudanças Climáticas, Negócios Disruptivos, Mobilidade, Espaços Públicos, entre outros.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a href="https://bossasummit.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Bossa Summit&nbsp;</strong></a></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><em>São Paulo, 23 e 24 de março</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O maior evento dedicado a <a href="https://hazeshift.com.br/proccesso-de-aceleracao-de-startups-pre-aceleracao/">startups e investidores</a> do país chega à segunda edição no Transamerica Expo Center, com o objetivo de acelerar o mercado de investimentos em startups e a conexão com o <a href="https://hazeshift.com.br/ecossistemas-de-inovacao-hubs/">ecossistema nacional de inovação</a>. Entre alguns dos nomes confirmados estão João Kepler, CEO da Bossanova Investimentos, Thiago Nigro, CEO e fundador do Grupo Primo, Nathalia Arcuri, CEO e fundadora do Me Poupe!, e Fernanda Santos, editora-chefe do portal Startupi.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">São cinco palcos divididos a cada ponta do mercado de investimentos, para auxiliar e ensinar empreendedores em temas como captação de recursos, investimentos, relações com <a href="https://bossainvest.com/o-que-e-corporate-venture-capital/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>corporate venture capitals</em></a> e como escalar negócios com capitais de investidores. Isso tudo inclui sessões de networking entre investidores, fundos, startups, empreendedores, aceleradoras e corporações.&nbsp;&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a href="https://www.southsummit.co/pt/brazil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>South Summit Brazil 2023</strong></a><strong>&nbsp;</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Porto Alegre, 29 a 31 de março&nbsp;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento tem 10 anos de história no mundo, e aconteceu no Brasil pela primeira vez em maio de 2022. Agora, um dos principais eventos de inovação no Brasil em 2023 espera ultrapassar a marca de mais de 20 mil pessoas que passaram pelo Caisi Mauá em Porto Alegre, com mais de 2.500 negócios. Lá estarão centenas de investidores, palestrantes e, claro, startups que participarão do <a href="https://www.southsummit.co/pt/startup-competition-brazil/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Startup Competition</a>.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="video-shortcode"><iframe title="Highlights South Summit Brazil 2022!" width="1100" height="619" src="https://www.youtube.com/embed/ekhYpgEyzHc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><a href="https://www.gramadosummit.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Gramado Summit</strong></a><strong>&nbsp;</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Gramado, 12 a 14 de abril</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento acontece no Serra Park na turística Gramado e se intitula “A maior imersão em inovação da sua carreira”. A proposta é realizar uma imersão no ecossistema latino-americano de inovação, com sete palcos com conteúdos simultâneos e mais de 200 palestrantes de grandes organizações sociais e privadas, além de uma feira de negócios com mais de 500 expositores e centenas de investidores.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a href="https://rio.websummit.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Web Summit Rio 2023</strong></a><strong>&nbsp;</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Rio de Janeiro, 1 a 4 de maio</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Com alto impacto internacional, o evento no espaço Rio Centro será o primeiro Web Summit fora da Europa, e já tem mais de 15 pessoas confirmadas e empresas que estão redefinindo a indústria de tecnologia no mundo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A conferência traz grandes nomes da área de tecnologia para discutir temas como <a href="https://hazeshift.com.br/blockchain-para-negocios/">blockchain e web 3.0</a>, transformação digital e, claro, inovação. Segundo o Web Summit, “a tecnologia sul-americana está pegando fogo, e o Brasil é provavelmente o país de startups mais quente do mundo no momento”. Por isso, há um <a href="https://rio.websummit.com/tickets/startups" target="_blank" rel="noreferrer noopener">programa de inscrições de startups</a> no Web Summit Rio.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a href="https://brasil.campus-party.org/cpbr15/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Brasil Campus Party 2023</strong></a><strong> (CPBR15)</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><em>São Paulo, 25 a 30 de julho&nbsp;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Milhares de <em>geeks</em> são esperados no Distrito Anhembi para este encontro que traz um ambiente disruptivo e colaborativo sobre tecnologia, criatividade, inovação e educação para os visitantes. Além de formar e trazer <a href="http://cpbr15" target="_blank" rel="noreferrer noopener">comunidades parceiras</a>, o CPBR15 conta ainda com um novo <a href="https://programadeinovacao.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Programa de Inovação em parceria com o Ministério da Saúde</a>, que busca desenvolver alternativas tecnologias focadas às necessidades do Sistema Único de Saúde, o SUS. No Programa de Inovação, as equipes de maior destaque receberão <a href="https://programadeinovacao.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">prêmios em dinheiro; confira</a>.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/saude-40-50/">Saiba mais sobre Saúde 4.0</a>&nbsp;</h4>



<h3 class="wp-block-heading"><a href="https://digitalks.com.br/expo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Digitalks Expo </strong></a><strong>&nbsp;</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">São Paulo, 23 e 24 de agosto&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inspirado nos maiores eventos digitais da Europa, o Digitalks Expo proporciona uma imersão de conteúdos e atividades aos participantes, contando claro com auditórios e área de negócios com as principais empresas do setor, além de formadores de opinião. O evento conta ainda com a <a href="https://digitalks.com.br/expo/startup-race/">Startup Race, veja como funciona</a> essa competição entre startups.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="video-shortcode"><iframe title="Digitalks Expo 2022 | MELHORES MOMENTOS" width="1100" height="619" src="https://www.youtube.com/embed/013Zm5g02lo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><a href="https://www.congressodeinovacao.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria</strong></a></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><em>São Paulo, 27 e 28 de setembro</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Como um dos principais encontros do setor industrial que valoriza a inovação aberta e as novas soluções, o Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria chega à 10ª edição como um dos maiores eventos de inovação do Brasil em 2023. O encontro dá espaço para conteúdos relevantes para empresas de diferentes portes, sendo correalizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e o Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae) desde 2013.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="video-shortcode"><iframe title="Você conhece o maior evento de inovação da América Latina?" width="1100" height="619" src="https://www.youtube.com/embed/4CypltFthR0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><a href="https://rioinnovationweek.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Rio Innovation Week</strong></a></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Rio de Janeiro, 3 a 6 de outubro</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento chega a sua terceira edição em 2023 e tenta superar as grandiosas marcas de 2022, quando 1.700 palestrantes, 2 mil startups, 200 expositores e 27 conferências aconteceram em espaços na cidade. Lá estiveram nomes como Spike Lee (cineasta), Steve Forbes (presidente e editor da Forbes), Bruce Dickinson (vocalista do Iron Maiden) e tantos outros nomes de sucesso.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Você já se inscreveu?&nbsp;</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nós da Haze Shift estamos de olho nas tendências apresentadas nesses e outros eventos que estão acontecendo pelo Brasil e pelo mundo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é uma maneira para aproximar organizações de startups, mas também vai além. É uma maneira de aproximar organizações de organizações, conectar pessoas com organizações, universidades. Ou seja, praticar a inovação aberta.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">E eu aproveito este momento para fazer uma provocação: em que pé está a inovação da sua empresa? Assim como estamos oferecendo um <a href="https://hazeshift.com.br/questionario-diagnostico-de-inovacao/">Diagnóstico de Inovação</a> para inscritos no Prêmio Empresa Inovadora, sua organização &#8211; independente do local &#8211; também pode fazer este diagnóstico. Trazemos uma metodologia de avaliação completa para você: <a href="https://hazeshift.com.br/vamos-conversar/">vamos conversar</a> e compartilhar experiências!&nbsp;&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://hazeshift.com.br/eventos-de-inovacao-2023/">&lt;strong&gt;Os principais eventos de inovação no Brasil em 2023, escolha o seu! &lt;/strong&gt;</a> apareceu primeiro em <a href="https://hazeshift.com.br">Haze Shift</a>.</p>
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		<title>4 tendências de inovação e transformação digital no agronegócio em 2023 </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Fernando Frederico]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Feb 2023 00:11:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação Aberta]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação Digital]]></category>
		<category><![CDATA[transformação digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma coisa é fato: o agronegócio brasileiro é referência para o mundo. Porém, com o cenário econômico global e local, cada vez mais será preciso inovar e apostar na transformação digital do setor para otimizar custos e produzir mais. Por isso, levantamos algumas tendências de inovação no agronegócio em 2023.  Primeiro, que tal observarmos se  Leia</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma coisa é fato: o agronegócio brasileiro é referência para o mundo. Porém, com o cenário econômico global e local, cada vez mais será preciso inovar e apostar na transformação digital do setor para otimizar custos e produzir mais. Por isso, levantamos algumas tendências de inovação no agronegócio em 2023.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Primeiro, que tal observarmos se o cenário mundial aponta alguma oportunidade? Estamos passando por uma grande chance de recessão nos Estados Unidos (nosso maior concorrente no agro), <a href="https://exame.com/invest/mercados/balancos-podem-refletir-primeiros-sinais-de-recessao-nos-eua/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">segundo analistas e balanços</a>. Além disso, infelizmente há uma guerra entre outros dois grandes players do agro, prejudicando o fornecimento global: a Ucrânia com sua forte produção de grãos, especialmente trigo, e a Rússia, nossa principal fornecedora de fertilizantes.</p>



<iframe style="border-radius:12px" src="https://open.spotify.com/embed/episode/7hDiTufr9tztF2FbqW0gRg?utm_source=generator&#038;t=0" width="100%" height="152" frameBorder="0" allowfullscreen="" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy"></iframe>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, estamos em um ano do fenômeno climático La Niña em transição para ao El Niño, o que significa uma possibilidade de intensificação do aquecimento global com chances de fortes chuvas no Centro-Sul do Brasil nesta próxima Safra e menos volume de chuvas em locais como Norte do Sudeste, Goiás e regiões do Matopiba (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia).&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que eu quero dizer com tudo isso é que existe uma combinação de fatores que forçam produtores e as organizações do agro a repensarem suas estratégias ao mesmo tempo em que precisam estar alinhadas com a <a href="https://hazeshift.com.br/esg-inovacao/">relação entre ESG e Inovação</a>. Como consultores de inovação, nós da Haze Shift nos preparamos para ajudar nossos clientes do setores agro, ESG e inovação; confira nossa lista de tendências de inovação no agronegócio em 2023!&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tendências de inovação no agronegócio 2023&nbsp;</strong></h2>



<h3 class="wp-block-heading">1. <strong>Aposta em conectividade nas propriedades&nbsp;</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Cada vez mais os produtores de todos os portes precisarão apostar na conectividade das propriedades. A boa notícia é que a ampliação das redes 5G tende a levar a um aumento da internet Brasil adentro e maiores investimentos das operadoras de telefonia, ampliando a área de cobertura.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o Brasil tinha até meados de 2022 23% da área rural com sinal de internet móvel, com duas projeções de aumento de cobertura até 2026: 48% e outro de 90%. Em ambos os casos, haverá impacto expressivo no Valor Bruto da Produção (VBP). Ou seja, os produtores precisam fazer o possível para que sua área seja contemplada, seja em negociações com prefeituras seja diretamente com as operadoras para acompanhar as tendências de inovação no agronegócio em 2023 e&nbsp; também nos próximos anos.<strong>&nbsp;</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quer outro motivo para apostar nessa ampliação da conectividade no campo?&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem plataformas que ajudam o produtor a melhorar as condições de mercado na negociação da produção diretamente das propriedades, como a <a href="https://www.agriacordo.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">AgriAcordo</a>, e digitalizar operações de financiamentos agrícolas, como a <a href="https://www.bartdigital.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">BartDigital</a>. E esses são apenas dois exemplos que facilitam a vida do produtor, lá no campo, dentro de sua propriedade, a realizar negócios em tempo real.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">2. <strong>Agricultura 4.0: IoT e Big Data</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Por falar em conectividade, porque cada vez mais agritechs (startups do agro) oferecem condições de monitoramento em tempo real das fazendas para informar sobre condições de lavouras, granjas e confinamento, o que pode exigir pontos de transmissão dentro das propriedades.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outras palavras, é a Internet das Coisas (IoT na sigla em inglês: Internet of Things) no campo. Isto é, aparelhos conectados em tempo real fornecendo informações para os proprietários ajustarem as condições de criação ou fazendo aplicações no solo, no caso da agricultura. Tudo isso evita o desmatamento de novas áreas, pois aumenta a produtividade dentro da porteira, algo essencial para o universo ESG.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inclusive, nós da Haze Shift ajudamos a <a href="https://www.inobram.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Inobram</a>, empresa de equipamentos de monitoramento de granjas (de aves e de suínos) a criar novas soluções. Além de equipamentos de automação de granjas de suínos, aves e gado de leite, a empresa está passou a oferecer o monitoramento com recomendações em tempo real aos produtores sobre quais condições devem alterar na granja para melhorar o bem-estar animal, como aumento de luz, aumento da oferta de água, chamada para visita técnica de agrônomos ou veterinários, entre outros itens.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é o <a href="https://hazeshift.com.br/ciencia-de-dados-e-inteligencia-artificial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Big Data</a> e IoT na prática!&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/ciencia-de-dados-e-inteligencia-artificial/"><strong>Leia mais sobre como a ciência de dados e inteligência artificial vão transformar a inovação de seus negócios</strong></a></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Também existem empresas que fazem análise de dados aeroespaciais por satélite, como a <a href="https://www.digitalrural.com.br/">Digital Rural</a>, ajudando a monitorar lavouras, e outras que utilizam imagens de sensoriamento remoto e Sistemas de Informações Geográficas (SIG) para monitoramento e planejamento, por exemplo, do setor agroflorestal, que contempla o plantio de árvores de reflorestamento, como pinus e eucaliptos.&nbsp;&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">3. <strong>Drones na Agricultura e Pecuária de Precisão&nbsp;</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">As tecnologias IoT e o Big Data favorecem diretamente as estratégias no campo capazes de ampliar a produtividade de diferentes culturas ao fazer aplicações precisas em partes específicas das lavouras, para assim agir diretamente em pontos de pragas, sem precisar fazer a aplicação em diversos hectares. Isso significa economia e aumento da produtividade no tratamento do solo e do cultivo, sem grandes emissões de gases tóxicos nem o uso alto de agrotóxicos. Isso significa <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-e-sustentabilidade/">sustentabilidade</a> e <a href="https://hazeshift.com.br/esg-inovacao/">ESG</a> no manejo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um momento de alta nos preços globais dos insumos, como o fertilizante russo, é essencial que os agricultores façam esse controle das aplicações em lotes específicos dos terrenos, além do uso de agroquímicos de forma otimizada.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem diversas máquinas capazes de fazer isso, como o piloto automático de máquinas (tratores, colheitadeiras) e semeadoras com taxa variável de aplicação, mas eu gostaria de chamar a atenção aqui sobre o uso cada vez maior de drones na agricultura de precisão, uma tendência de inovação no agronegócio que foi regulamentada pelo Mapa com a <a href="https://in.gov.br/web/dou/-/portaria-mapa-n-298-de-22-de-setembro-de-2021-347039095" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Portaria Nº 298, de 22 de setembro de 2021<strong>.</strong></a>&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia também sobre como a inovação aberta no agronegócio do Brasil desponta graças à conexão entre startups e empresas</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Ademais, os drones também fazem a captura de imagens do terreno (ou do gado, no caso da pecuária de precisão), identificando precocemente problemas como falhas de plantio e fazem a supervisão de grandes áreas em um curto espaço de tempo. Se você quer ver na prática um bom exemplo disso, conheça o <a href="https://geoagri.com.br/produtos/120/sensefly-ebee-ag">senseFly eBee Ag</a>, no site da Vantage Geoagri.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, você também pode se deparar com outro conceito muito utilizado e conectado também ao Big Data: a pecuária de precisão. Isto significa utilizar tecnologias (como as que citamos logo acima e os drones) para aumentar a produtividade pecuária. Em outras palavras, significa que o uso de hardwares e softwares será cada vez mais intensivo para monitorar os animais antes do abate.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso inclui até mesmo a produção peixes, como fazem as startups <a href="https://io.fish/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">IoFish&nbsp;</a>e <a href="https://www.tatilfish.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Tatilfish</a>, que oferecem informações via aplicativos para produtores de tilápias sobre níveis de oxigênio, de PH e da temperatura dos tanques de criação.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Blockchain no Agronegócio: Rastreabilidade de produtos&nbsp;</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">O uso da tecnologia <a href="https://hazeshift.com.br/blockchain-para-negocios/">blockchain nos negócios</a> é uma das novas fronteiras dos produtos e, por isso, uma grande tendência de inovação no agronegócio.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos usos de <a href="https://hazeshift.com.br/modelos-de-negocios-blockchain/">modelos de negócios blockchain</a> no agronegócio é no rastreamento dos produtos, desde a produção, passando pelo transporte até a indústria até chegar ao consumidor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma vez que o blockchain é uma tecnologia praticamente incorruptível de dados, ela é vista como ideal para prestação de contas por meio dos chamados <em>smart contracts</em> (contratos inteligentes) A cada etapa da cadeia de distribuição de alimentos, por exemplo, um responsável assina digitalmente que cumpriu com sua parte e o responsável pela etapa seguinte assina o recebimento. O mesmo vai acontecendo até o final dos registros, e o produto pode ser inteiramente rastreado com segurança – uma vez que o blockchain é a tecnologia mais segura do mundo &#8211;&nbsp; e agilidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outras palavras, a tecnologia blockchain é capaz de rastrear a proveniência dos alimentos e, assim, criar cadeias de abastecimento de alimentos e construir a confiança entre produtores, indústrias e consumidores.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Nós podemos conectar você às tendências de inovação do agronegócio em 2023&nbsp;</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Muitos de nossos clientes ficam na dúvida de como encontrar o parceiro ideal para tornar tendências de inovação no agronegócio (e em outras áreas também).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bem, nós da Haze Shift somos especialistas em fazer essa ampla conexão. Podemos fazer conexões de empresas com <a href="https://hazeshift.com.br/sistemas-setoriais-de-inovacao/">sistemas setoriais</a> e <a href="https://hazeshift.com.br/sistemas-regionais-de-inovacao-sris/">sistemas regionais de inovação</a>, com <a href="https://hazeshift.com.br/ecossistemas-de-inovacao-hubs/">integrantes de ecossistemas de inovação, como os hubs</a> com alto potencial para o agronegócio, e promover a criação de <a href="https://hazeshift.com.br/comunidades-de-pratica/">comunidades de prática</a> no setor.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, somos experts em conectar organizações a startups por meio do <a href="https://hazeshift.com.br/matchmaking-de-startups/">machmaking de startups</a> e <a href="https://hazeshift.com.br/hunting-de-startups/">hunting de startups</a>. E quando falamos em agritechs, o potencial é gigantesco. Vamos conversar sobre esse potencial e sobre essas tendências de inovação no agronegócio em 2023?&nbsp;</p>
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		<title>Como os modelos de negócios abertos, ou open business models, podem impulsionar inovação e resultados </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Fernando Frederico]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jan 2023 19:07:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Aberta]]></category>
		<category><![CDATA[design estratégico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já se perguntou como poderia vender mais em parceria com outras empresas? Uma dica são os modelos de negócios abertos ou open business models: formados quando existem vários atores trabalhando em cooperação. Ou seja, várias organizações fazendo uso de um modelo único em uma relação conjunta, em que todos se beneficiam das operações ou  Leia</p>
<p>O post <a href="https://hazeshift.com.br/modelos-de-negocios-abertos/">&lt;strong&gt;Como os modelos de negócios abertos, ou &lt;em&gt;open business models&lt;/em&gt;, podem impulsionar inovação e resultados &lt;/strong&gt;</a> apareceu primeiro em <a href="https://hazeshift.com.br">Haze Shift</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Você já se perguntou como poderia vender mais em parceria com outras empresas? Uma dica são os modelos de negócios abertos ou <em>open business models</em>: formados quando existem vários atores trabalhando em cooperação. Ou seja, várias organizações fazendo uso de um modelo único em uma relação conjunta, em que todos se beneficiam das operações ou vendas que, em geral, acontecem em uma mesma plataforma.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O melhor exemplo para deixar claro o que são modelos de negócios abertos são as plataformas digitais. Nelas existe uma organização-mãe que disponibiliza seu e-commerce para que outras empresas possam fazer suas vendas através de sua plataforma. Além disso, existem empresas que ficam responsáveis pelas entregas. Ao mesmo tempo, outras corporações podem ser responsáveis pela tecnologia envolvida no mecanismo de venda.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outras palavras, diferentes atores têm diferentes funções nessa estratégia aberta. Como explica Henry Chesbrough, em <a href="https://sloanreview.mit.edu/article/why-companies-should-have-open-business-models/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo na MIT Sloan Management Review</a>, um modelo de negócios tem duas funções: criar valor e capturar parte desse valor. Ele destaca que as organizações envolvidas são capazes de criar e capturar parte desse valor de forma mais eficaz nos modelos de negócios abertos, que são uma das <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-chesbrough/">rotas de inovação abertas possíveis, mais propriamente a rota 11 que mostramos neste link</a>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual a diferença de modelos de negócios abertos para inovação aberta?&nbsp;</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Uma dúvida frequente sobre modelos de negócios abertos é que<em>, além dele ser uma das rotas da inovação aberta e o nome vir com o adjetivo ‘aberto’, também se</em> com o conceito de inovação aberta pelo fato de ambos terem vários atores envolvidos em uma troca de conhecimentos e criação de negócios.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, existe uma diferença central: na inovação aberta não necessariamente você precisa criar um modelo de negócio aberto. Ela pode ser um projeto conjunto, a criação de um produto por co-criação. Ela pode se juntar a <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-chesbrough/">outras rotas de inovação além dela própria (leia mais aqui)</a>. Nesse sentido, os modelos de negócios abertos:&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>Permitem maior captura de valor ao utilizar o principal ativo, recurso ou posição de uma empresa, não apenas nas próprias operações dessa organização, mas também nos negócios de outras empresas, Henry Chesbrough.&nbsp;</em></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Agora que já entendemos um pouco sobre o conceito de modelos de negócios abertos, experimente responder à seguinte questão:&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que adotar modelos de negócios abertos?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em primeiro lugar, os modelos de negócios abertos trazem uma quantidade de inclusão de ideias e uma possibilidade de realização de negócios enorme. Mas há quem pergunte por que apostar nesse modelo se, por exemplo, os proprietários das plataformas poderiam levar produtos e serviços por conta própria para o mercado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bom, a resposta é que os modelos de negócios abertos trazem uma infinidade de possibilidades. Empresas diferentes possuem ativos, recursos e posições de mercado diferentes, e cada uma tem uma história única. E se seus produtos e serviços estiverem disponíveis para venda em uma mesma plataforma, todos têm a ganhar: empresas e consumidores (pela facilidade de aquisição). Além disso, existem outras <strong>vantagens do modelo de negócios abertos</strong>:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Compartilhamento do conhecimento.&nbsp;</li>



<li>Redução de custos;</li>



<li>Ampliação da posição e atuação geográfica;</li>



<li>Capilaridade ao ampliar os canais de venda</li>



<li>Conexão com outros atores do mercado.&nbsp;&nbsp;</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/modelagem-de-negocios-design-estrategico/"><strong>Leia também: Modelagem de negócios faz parte do design estratégico?</strong></a></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui no Brasil vários casos de sucesso podem ser observados, e que provam a funcionalidade e sucesso dos modelos de negócios abertos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez o mais famoso seja do <a href="https://www.magazineluiza.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Magazine Luiza</a>. Nas ruas, o Magalu parece apenas mais uma loja de departamentos. Contudo, ele é mais que isso porque possui uma estratégia <em>Omnichannel</em>, ou seja, são adotadas estratégias de diversos canais _ sejam redes sociais, comércio eletrônico, <a href="https://www.ideianoar.com.br/marketplace/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>marketplace</em></a> e loja física &#8211; para oferecer produtos. E quando se trata de oferecer produtos online, o Magalu disponibiliza espaço para outros empresários (em geral, pequenos e médios varejistas) oferecerem seus próprios produtos, fazendo um compartilhamento de marca.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">É uma relação de ganha-ganha: empresários usam a plataforma para venda e a Magalu ganha uma comissão. Inclusive, até 2006, a empresa era a única varejista a adotar uma estratégia <em>Omnichannel</em>, ao desenvolver soluções com parceiros e <a href="https://hazeshift.com.br/tipos-de-stakeholders-internos-externos/">stakeholders diferentes</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa estratégia de compartilhar um mesmo espaço para venda, comum em modelos de negócios abertos, se expandiu até mesmo entre instituições financeiras.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <a href="https://www.bancointer.com.br/">Banco Inter</a> abriu um canal em seu aplicativo para que outras empresas tragam suas ofertas. É possível fazer compras das <a href="https://www.casasbahia.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Casas Bahia</a> diretamente no <em>app </em>do Banco Inter, por exemplo, levando o cliente do banco a interagir com outros setores e melhorando a experiência do cliente. Tudo isso em uma mesma plataforma.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora vamos à próxima pergunta:</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como criar modelos de negócios abertos?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Certamente essa questão precisa entrar, primeiramente, colocando a <a href="https://hazeshift.com.br/cocriacao-planejamento-estrategico/">inovação no planejamento estratégico</a> da empresa. Afinal, em algum momento as organizações, por maiores que sejam, tendem a exaurir seus modelos de trabalho e tendem a bater em alguma barreira para continuar o crescimento. E uma excelente aposta para ter crescimento contínuo é justamente a aposta de uma parte do planejamento em modelos de negócios abertos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para que isso surta efeito, contudo, é preciso trabalhar uma <a href="https://hazeshift.com.br/o-novo-codigo-de-cultura-leia-resumo-livro-podcast/">questão cultural na organização</a>. Em outras palavras, isso significa trabalhar a inovação aberta. E aqui existem três dicas preciosas:&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1º Reconhecer potenciais parceiros&nbsp;</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">As equipes precisam perceber que é necessário compartilhar conhecimentos, envolver <a href="https://hazeshift.com.br/tipos-de-stakeholders-internos-externos/">stakeholders internos e externos</a> para aprimorar produtos e serviços. Essa rede certamente será útil para o estabelecimento de um modelo de negócios aberto, que pode gerar uma plataforma de vendas de produtos e serviços em parceria.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2º Determinar a estratégia de trabalho&nbsp;</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, nós da Haze Shift recomendamos que o trabalho de envolvimento seja feito por ações conjuntas. Uma consultoria de inovação como a Haze Shift pode ajudar na construção da <a href="https://hazeshift.com.br/governanca-da-inovacao/">governança da inovação</a>, de uma <a href="https://hazeshift.com.br/tese-de-inovacao">tese de inovação</a> e de uma <a href="https://hazeshift.com.br/modelagem-de-negocios-design-estrategico/">modelagem de negócios com design estratégico</a>, ao envolver cinco etapas:&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh5.googleusercontent.com/HvxoMSfKYrCGDzRemWbXCpn8GPMbGX_NdIhtbHqboquybdi1ozf-zrwyIXaWYHTMoM0ja6AC7tJjUPYeoWrjgZrZKVa94RSP2P-8EjRJQKKl-2t_MJgv8lo2PP8rhQbvybiDekJd3yOukyrkqHEI46BrMMCgk8LnyYDkISC8H9be1qVgZcYCEDoWDyWpX0R7XlqVf6Buiw" alt=""/></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3º Plano de negócios estratégico</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui acontece a estruturação completa do plano de negócios. Os atores envolvidos precisam estar cientes que existem oportunidades e que podem haver alguns riscos envolvidos. Apontá-los, aliás, é um dos deveres de uma consultoria de inovação.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse planejamento estratégico pode ser feito de várias maneiras, como, por exemplo, por meio de uma<a href="https://hazeshift.com.br/startup-enxuta-resumo/">&nbsp;metodologia Lean</a>&nbsp;chamada&nbsp;<a href="https://hazeshift.com.br/hoshin-kanri/">Hoshin Kanri</a>, utilizada em empresas do mundo todo, e que nós da Haze Shift temos a expertise de implementação com clientes. Em resumo, para modelos de negócios abertos:&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Ajudamos a definir uma visão que irá guiar o planejamento estratégico.</li>



<li>Identificamos os principais problemas e desafios que precisam ser resolvidos.</li>



<li>Estabelecemos objetivos específicos para resolver esses problemas e compor um modelo de negócio aberto.</li>



<li>Expandimos os objetivos em metas a serem alcançadas periodicamente, que devem ser compartilhados com todos os atores envolvidos no processo.</li>



<li>Auxiliamos no desenvolvimento e execução de estratégias, projetos e táticas para auxiliar no cumprimento desses objetivos.</li>



<li>Estimulamos uma revisão periódica do cumprimento das metas.</li>



<li>Prevemos uma reflexão anual sobre os resultados alcançados.</li>
</ol>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh3.googleusercontent.com/aMyYQIJW9p_2a3r70-zmN9A1f0wQUj1eTXNuzr6PxwRAYncvG2xYMZS7uAG4xTVJkUO0znnlrRWXblUfuzKTPCJ33fcEAksXbSqK78ZXl-oNOdS8GKjOi6S3M4lLaE84myk3UzHAijImwIHSAEOwJwbiJeA88Rfj_TNHUJMaGtZREFKq64a4Gmi1NbeurCVZvowubaJCIg" alt=""/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte:&nbsp;</em><a href="https://leanmethods.com/resources/articles/seven-steps-hoshin-planning/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>The Seven Steps of Hoshin Planning</em></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Se vermos a figura acima, percebemos que esse método serve como uma espiral de feedback às mudanças no negócio, ou seja, pode ser usado na <a href="https://hazeshift.com.br/change-management-gerenciamento-de-mudanca/">gestão de mudanças</a> para a transformação de um modelo de negócios tradicional em um modelo de negócios abertos.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/hoshin-kanri/"><strong>Leia mais sobre como gerenciar o planejamento estratégico das organizações por meio da implantação do Hoshin Kanri</strong></a></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, esse plano de negócio estratégico é uma oportunidade para as empresas promoverem ações conjuntas com parceiros por meio do <a href="https://hazeshift.com.br/co-marketing-marketing-conjunto/">co-marketing ou marketing conjunto</a>: um esforço de duas ou mais empresa para promoverem seu negócio e trazerem mais vendas em uma ação sinérgica entre as marcas ou mesmo entre marcas de produtos ou serviços associados por meio de ações promocionais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em resumo, podemos perceber que os modelos de negócios abertos precisam mais do que parceiros: é preciso uma conexão verdadeira entre os atores envolvidos. Por isso a inovação aberta é fundamental. E nós da Haze Shift podemos ajudar sua organização a trazer essa visão externa diferenciada para criar essas conexões e possibilidades por meio modelagem de negócios, de planos estratégicos, de pesquisas de mercado, entre outras ferramentas.&nbsp;<a href="https://hazeshift.com.br/vamos-conversar/">Vamos conversar</a> e avaliar qual seria o próximo passo para sua organização criar modelos de negócios abertos?</p>
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		<title>Open Data: como dados abertos do setor privado e governamental apoiam a inovação</title>
		<link>https://hazeshift.com.br/o-que-e-open-data-dados-abertos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Fernando Frederico]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Dec 2022 19:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação Aberta]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação Digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muita gente pode pensar que dados abertos são apenas para projetos tecnológicos. Mas, o que temos visto na prática, é que muitas organizações já sabem o que é open data: uma maneira de combinar informações e análises a partir de bancos de dados para melhorar e criar produtos e serviços e, claro, potencializar a inovação.   Leia</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Muita gente pode pensar que dados abertos são apenas para projetos tecnológicos. Mas, o que temos visto na prática, é que muitas organizações já sabem o que é open data: uma maneira de combinar informações e análises a partir de bancos de dados para melhorar e criar produtos e serviços e, claro, potencializar a inovação.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inclusive, o Open Data é uma das <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-chesbrough/">rotas de inovação aberta</a> (número 24) citadas pelo especialista em inovação Jan Spruit.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados abertos são, acima de tudo, uma forma de promover a troca de conhecimento entre pessoas e entre organizações. Uma amostra da importância global do acesso cada vez maior aos dados abertos foi o surgimento, em 2004, <a href="https://okfn.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Fundação Open Knowledge</a>, que trabalha com o apoio de grandes corporações globais, como o Banco Mundial e a Transparência Internacional, e tem o objetivo de promover a difusão do conceito de open data. </p>



<h2 class="wp-block-heading">O que são dados abertos: open data? </h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Fundação até mesmo elaborou um <a href="https://okfn.org/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">guia</a> explicativo sobre dados abertos e o traduziu para mais de 20 idiomas. Ela destaca, em resumo a seguinte definição de open data: </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph"><em>Dados abertos são dados que podem ser livremente usados, reutilizados e redistribuídos &#8211; sujeitos, no máximo, à exigência de atribuição da fonte e compartilhamento pelas mesmas regras.</em></p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não significa, contudo, que as regras quebraram ou deixaram de existir. Tanto as regras quanto os custos sempre existiram para as organizações terem acesso e modificarem determinados dados. De modo geral, segundo o Guia da Open Knowledge sobre dados abertos: </p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Eles são caracterizados por disponibilidade e acesso, ou seja, os dados precisam estar disponíveis sob custo acessível, preferencialmente possíveis de serem baixados pela internet, de forma conveniente e modificável. Isso significa que nem todo open data é inteiramente livre e acessível para qualquer pessoa. Aqui podemos dar um exemplo do porquê alguns dados podem ser abertos com limitações: não queremos que qualquer pessoa tenha acesso a nossos dados bancários, exceto instituições financeiras confiáveis, como, por exemplo, como o movimento de <a href="https://hazeshift.com.br/open-finance-inovacao/">open finance está propondo (leia mais)</a>;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Reutilização e redistribuição: os dados acessíveis devem ser fornecidos sob termos que permitam a reutilização e a redistribuição, o que significa que os dados podem ser trabalhados (modificados) para a realização de projetos.&nbsp;</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas qual a conexão de open data com inovação aberta?</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Isso tem tudo a ver com inovação aberta. Uma vez que os dados abertos são gerados por pessoas ou organizações e disponibilizados para que diferentes públicos possam fazer uma composição de análise, cenários e complementos de estudos, é possível que entidades, empresas e pessoas se conectem a partir do open data.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em outras palavras, muitas vezes existe uma interação direta entre diferentes organizações (a que disponibiliza os dados e que atua sobre eles) dando origem a projetos altamente qualificados. Enquanto um ator disponibiliza o open data e ensina a utilizar a base informacional, o outro utiliza os dados abertos para melhorar um projeto, produto ou pesquisa. Esse trabalho conjunto é inovação aberta pura!&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O open data se mostrou uma ferramenta de inovação aberta muito útil nos tempos de pandemia de coronavírus, já que a colaboração de cientistas de diferentes laboratórios e empresas farmacêuticas ocorreu neste sentido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso mostra que os dados abertos podem enriquecer tanto ações corporativas quanto o conhecimento para o bem comum. Vamos a um exemplo prático do open data com inovação aberta?&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez você já tenha ouvido falar no <a href="https://hazeshift.com.br/open-banking-inovacao/">open banking</a>. De acordo com o Banco Central, até o primeiro semestre de 2021, as instituições não compartilhavam sua lista base de clientes umas com as outras. Pois bem. Agora, um banco de dados foi criado entre as instituições financeiras para ter acesso ao perfil de consumo dos clientes. </p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/open-finance-inovacao/"><strong>Leia também sobre Open Finance</strong></a><strong> </strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Você pode estar se perguntando se isso é legal (juridicamente falando). Desde que o cliente tenha autorizado, é perfeitamente legal esse compartilhamento de dados abertos entre instituições. O cliente também ganha com isso porque as instituições financeiras, uma vez com acesso ao seu perfil financeiro, podem fazer ofertas de empréstimos, investimentos e outros produtos financeiros melhores e mais baratos, de forma personalizada.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Perceba que essa iniciativa de open data envolve diversos <a href="https://hazeshift.com.br/tipos-de-stakeholders-internos-externos/">stakeholders internos e externos </a>em um trabalho de inovação aberta, como concorrentes, clientes e uma entidade governamental (o Banco Central). Todos unidos a partir de um trabalho que reúne um banco de open data para as instituições financeiras cadastradas, mas que ao mesmo tempo mantém o sigilo dos dados para que eles permaneçam assegurados, ou seja, sem vazamentos. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Open data governamental </strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Talvez você pense que o exemplo acima, de conexão entre bancos, não se aplica à sua empresa. Então vamos dar aqui amostras de como as organizações podem trabalhar dados abertos por meio do open data governamental.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo federal do Brasil, por exemplo, tem um <a href="https://dados.gov.br/">banco de dados</a> que contempla mais de 220 organizações públicas que oferecem dados gratuitos, que podem ser baixados por qualquer cidadão.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No site constam boletins de cadastros de CNPJs, séries históricas de preços de combustíveis, cadastro de imóveis rurais, autuações em rodovias, dados criminais, entre outros. Por sua vez, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) <a href="https://www.ibge.gov.br/acesso-informacao/dados-abertos.html">também oferece</a> dados abertos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao ter acesso a informações como essas, associações de imobiliárias, de corretores, entre outras, podem cruzar os dados para obter informações sobre onde atuar para criar ações de angariação, venda e avaliações imobiliárias com base nos dados demográficos e de cadastros de imóveis rurais. E olha que este é apenas um exemplo de open data governamental a partir de bancos de dados públicos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mas onde está o open data no setor privado?</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Open data privado: Data Labs</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, organizações privadas também vêm aumentando a oferta de dados abertos à sociedade. Elas vêm feito isso especialmente por Data Labs, isto é, Laboratórios de Dados.&nbsp; Geralmente, esses locais combinam dados com análises de algoritmos para facilitar consultas, avaliações técnicas e, a partir da <a href="https://hazeshift.com.br/ciencia-de-dados-e-inteligencia-artificial/">ciência de dados</a>, buscar informações para projetos inovadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vamos entender sobre isso com um caso de sucesso?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui no Brasil existe um exemplo de alto nível: o <a href="https://www.serasaexperian.com.br/datalab/o-que-e-datalab/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Data Lab da Serasa Experian</a>, que auxilia empresas e startups a promoverem a avaliação de mercados antes, durante e depois do lançamento de produtos e serviços. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O Data Lab da Serasa tem infraestrutura própria, com soluções aplicáveis a negócios de varejo, telecomunicações, bancos, fintechs, empresas de energia, órgãos públicos, saúde e agronegócio. Para essa oferta ampla de dados e análises, o laboratório brasileiro opera em conjunto com DataLabs de San Diego, Londres e Singapura, a partir de dados alternativos, fazendo análises tradicionais ou inovadoras com elementos de <a href="https://hazeshift.com.br/ciencia-de-dados-e-inteligencia-artificial/">inteligência artificial e machine learning</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como criar Data Labs: laboratórios de dados </strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se você está pensando em como trabalhar mais o open data, saiba que existem até mesmo plataformas que facilitam a construção desses laboratórios nas empresas, como a <a href="https://data-labs.it/">ferramenta italiana Datalabs</a>. A proposta é auxiliar organizações a coletar, gerenciar e interpretar dados. Por meio da plataforma, é possível, por exemplo, transformar dados em análises avançadas para compartilhar com as equipes de trabalho.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, sempre que você pensar em projetos de open data é preciso ter a consciência de que o projeto precisa responder a perguntas sobre determinados temas. Afinal, os dados abertos têm de ser estruturados para uma ou mais áreas específicas possam utilizar as informações da maneira mais fácil e prática possível.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, consultorias de inovação podem ajudar fortemente para modelar um laboratório de dados. Nós da Haze Shift, por exemplo, desenvolvemos o <em>road map</em> e os modelos de negócios do <a href="https://iguassuvalley.com.br/gts/datalab-iguassu-valley-g-2" target="_blank" rel="noreferrer noopener">DataLab Iguassu Valley</a>, que surgiu a partir de uma iniciativa de inovação aberta para diversas entidades disponibilizarem dados e cruzar informações sobre o tema Agroenergia. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns dos atores envolvidos do setor privado foram o Sebrae-PR, o <a href="https://hazeshift.com.br/parque-tecnologico-de-itaipu/">Parque Tecnológico de Itaipu</a> (PTI), o <a href="https://hazeshift.com.br/biopark-toledo/">Biopark</a> e, do lado acadêmico-governamental, a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e o Instituto Federal do Paraná (IFPR).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como o foco das instituições envolvidas foi a elaboração de um laboratório de dados sobre Agroenergia, desenvolvemos um trabalho minucioso, com workshops e alinhamentos entre todos os envolvidos. A ideia foi trazer informações sobre tecnologias sobre agroenergia para aumentar a eficiência da produção agropecuária, gerando benefícios econômicos, ambientais, sociais e desenvolvimento da região Oeste do Paraná. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta é que os dados contidos no data lab qualifiquem as decisões de toda a cadeia produtiva com decisões baseadas na exploração e análise de dados. </p>



<h3 class="wp-block-heading">Podemos ajudar</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Isso mostra que nós da Haze Shift podemos apoiar sua organização tanto na criação de um data lab ou de ações de inovação que façam uso do open data governamental ou de laboratórios de dados privados. Afinal, podemos agir como facilitadores na <a href="https://hazeshift.com.br/governanca-da-inovacao/">governança da inovação</a> e na proposta de <a href="https://hazeshift.com.br/design-estrategico-e-design-thinking/">metodologias do design estratégico</a> para facilitar essa estruturação de dados abertos. <a href="https://hazeshift.com.br/vamos-conversar/">Vamos conversar</a> sobre isso?&nbsp;</p>
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		<title>Um guia sobre o que é cultura de experimentação e como colocar a inovação em prática</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Fernando Frederico]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Nov 2022 11:26:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura de Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Aberta]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em minha carreira como líder de transformação digital e especialista em inovação, já vi gestores, executivos e empreendedores terem algum tipo de freio na inovação. Sem querer, uma série de dúvidas de que as coisas podem dar certo. Mas algo que sempre me ajudou a convencer pessoas a reduzir esse frio na barriga foi explicar  Leia</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Em minha carreira como líder de transformação digital e especialista em inovação, já vi gestores, executivos e empreendedores terem algum tipo de freio na inovação. Sem querer, uma série de dúvidas de que as coisas podem dar certo. Mas algo que sempre me ajudou a convencer pessoas a reduzir esse frio na barriga foi explicar o que é cultura de experimentação: significa realizar testes antes de lançar produtos, serviços e processos.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para explicar isso melhor, eu faço aqui uma provocação. Antes de escrever este texto, eu li um <a href="https://www.forbes.com/sites/stevedenning/2020/02/28/why-a-culture-of-experimentation-requires-transformation-of-management/?sh=48c50b96606b" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo na Forbes de Steve Denning</a>, um dos grandes especialistas em inovação do mundo, e talvez o mais reconhecido autor sobre narrativas inovadoras (o chamado storytelling). Ele diz que organizações gigantes, incluindo Amazon, Facebook, Google e Microsoft, estão obtendo ganhos maciços com a experimentação rápida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Você saberia dizer por que isso acontece? Seria apenas por que elas têm dinheiro para investir? Por que elas são empresas de tecnologia? Com certeza não. É por que elas já têm em seu DNA a cultura da experimentação, que evidentemente é algo que faz parte de uma ampla cultura de inovação nas empresas. E isso é algo que falta à maioria das empresas, independente do porte: grande, média ou pequena.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-table is-style-stripes"><table><tbody><tr><td><strong>Direto ao ponto<br></strong><a href="#ancora-1">O que é cultura da experimentação<br></a><a href="#ancora-2">Falhar rápido é fundamental&nbsp;<br></a><a href="#ancora-3">Os líderes e a cultura da experimentação&nbsp;<br></a><a href="#ancora-4">Cultura da experimentação e inovação aberta com pequenas apostas&nbsp;<br></a><a href="#ancora-5">Passo a passo para a cultura da experimentação</a></td></tr></tbody></table></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Definindo o que é cultura da experimentação&nbsp;</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de dar exemplos de ações para adotar e de testes antes de lançamentos de produtos, serviços e processos, vamos trazer aqui uma definição de cultura da experimentação: é basicamente o poder do hábito de fazer experimentos frequentes, geralmente por um <a href="https://hazeshift.com.br/mvp-o-que-e/">Produto Mínimo Viável</a>, até encontrar alternativas que podem beneficiar seu negócio.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que isso, promover uma cultura de experimentação significa adotar <a href="https://hazeshift.com.br/metodologia-agil/">metodologias ágeis</a> de mudanças. Significa abrir as portas de gestores para colaboradores sugerirem e adotarem novas ideias e soluções nas mais diferentes áreas da empresa (de preferência todas e não apenas uma específica).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso pode partir, por exemplo, de <a href="https://hazeshift.com.br/programas-de-ideias-sugestoes/">programas de ideias e sugestões</a> para que toda a organização seja ouvida, construindo assim um <a href="https://hazeshift.com.br/mindset-ideias-inovadoras/">mindset de ideias inovadoras</a> nos colaboradores.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/programas-de-ideias-sugestoes/">Saiba como implementar programas de ideias e sugestões em sua empresa</a>&nbsp;</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Da mesma forma, ao adotar experimentos, é preciso mensurar sua efetividade a partir de métricas, o que pode acontecer pela <a href="https://hazeshift.com.br/ciencia-de-dados-e-inteligencia-artificial/">ciência de dados</a>. Isso auxilia na geração de hipóteses, mensuração e aprendizados.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, uma cultura de experimentação começa com a disposição de fazer as perguntas certas e manter a humildade conforme as respostas que virão, ou seja, os dados guiam sua tomada de decisão, não as opiniões individuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, é uma forma de fazer rápido para falhar rápido. Vamos entender um pouco mais sobre isso?&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Falhar rápido é fundamental&nbsp;</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Essa mudança de mentalidade por testes constantes acontece sempre de forma planejada. E é importante aqui que a organização como um todo se sinta confortável com o fracasso e a capacitação dos colaboradores em todos os níveis. Ou melhor, é preciso buscar evitar a palavra fracasso e trocá-la por aprendizado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso é mais do que um pensamento meu, individual. Uma prova disso vem do seguinte ensinamento de Jon MacDonald, empresário e presidente da <em>The Good</em>, uma consultoria de empresas que busca converter usuários em consumidores online e tem como clientes marcas como Adobe, Nike, Xerox, Verizon e Intel e muito mais. Segundo <a href="https://thegood.com/insights/culture-of-experimentation/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo do especialista</a>:&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“Procurar o valor do aprendizado o ajudará a aceitar as falhas que geralmente acompanham os experimentos. Você não descobrirá uma bala mágica todas as vezes, mas quase sempre aprenderá algo valioso que poderá usar no futuro.”</em></p></blockquote>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, estar confortável com eventuais falhas que venham de programas de inovação ou sugestões é o provável primeiro passo para construir uma cultura de experimentação. É preciso aceitar isso. E é nesse ponto que entra a importância da liderança.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os líderes e a cultura da experimentação&nbsp;</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que dizer aos colaboradores que eles têm liberdade para criar e experimentar, os líderes precisam participar e provocar ativamente a cultura da experimentação para não esperar a vontade das pessoas em inovar.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso começa a partir de diminuir processos e a burocracia das equipes e tem muito a ver com os ensinamentos do livro <em>Walking the Talk</em>: A Cultura Através do Exemplo, da autora Carolyn Taylor.&nbsp;&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/walking-the-talk-livro-resumo/">Leia um resumo do livro Walking the Talk e ouça o podcast</a>&nbsp;</h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em poucas palavras, a obra nos ensina que as lideranças corporativas precisam ser condizentes com a proposta, os valores e a cultura da empresa. Ou seja, precisa ser uma tarefa dos próprios líderes participar do contexto da cultura da experimentação a favor da inovação. Eles precisam observar suas próprias responsabilidades sobre quanto estão travados ou ágeis nos processos em suas equipes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse ponto, uma ideia é liberar tempo para os colaboradores trabalharem em projetos diferentes, à escolha deles mesmos. Um bom case de mercado nesse sentido vem da 3M, uma das empresas mais inovadoras do planeta.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda na década de 1940, o CEO da época liberou 15% do tempo total dos colaboradores para ser direcionado às equipes fazerem experimentações ou inovar em algo que fizesse sentido para a empresa. Isso não foi traçado como meta, mas como um direito.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Será que vocês, em sua organização, não teriam condições de fazer algo similar? Fica a reflexão.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cultura da experimentação e inovação aberta com pequenas apostas&nbsp;</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Amazon é outro exemplo de que líderes e colaboradores, juntos, podem promover grandes mudanças na empresa. Lá eles têm uma metodologia de fazer pequenas apostas para testar produtos.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi a partir dessa cultura de experimentação que surgiram produtos como a Amazon Prime e o Kindle, segundo o próprio Jon MacDonald, que citamos há pouco aqui neste Blog Post. Por outro lado, diversas outras apostas floparam, como Amazon Destinations (reserva de hotel), Endless.com (um site de moda de alto padrão). Perceba como que é permitido falhar e, sim, você pode fazer isso.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com isso em mente, aqui vai uma pequena dica:&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos caminhos para a inovação aberta é justamente a experimentação com clientes e parceiros de negócios. Eu tenho certeza que você deve ter um relacionamento mais próximo com alguns clientes. E uma possibilidade é justamente convidá-los para testar e dar feedback sobre algo novo que você queira lançar. Em outras palavras, isso significa apostar na <a href="https://hazeshift.com.br/cocriacao-processos-inovacao/">cocriação</a> com clientes e parceiros.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/cultura-de-inovacao-longo-prazo/"><strong>Leia também sobre como construir uma cultura de inovação de longo prazo e a mentalidade ambidestra de negócios</strong></a></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Nós da Haze Shift, por exemplo, já ajudamos empresas a encontrarem parceiros de negócios por <a href="https://hazeshift.com.br/matchmaking-de-startups/">machmakings de startups</a>, o que pode significar um grande diferencial para testes.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao fazer um projeto curto, com metodologia ágil, você pode programar a testagem (que pode ser de um simples aplicativo para melhorar um serviço ou processo a um produto inovador) e oferecer para um pequeno número de clientes fiéis e até mesmo para outros que deixaram de fazer negócios com sua organização, a fim de verificar se o teste é o suficiente para resgatar esses antigos clientes. Em outras palavras, é a cultura de experimentação na prática.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/comunidades-de-consumidores/"><strong>Leia também como formar comunidades de consumidores e inovar em parceria com seus clientes</strong></a></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Outra maneira de fazer testes rápidos é a partir de <a href="https://hazeshift.com.br/o-que-e-hackathon-desafios-de-inovacao/">hackathons internos e externos</a>.&nbsp; Vejamos o exemplo do <a href="https://hazeshift.com.br/historias/hackacorp-inpress/">HackaCorp: Hackathon interno do Grupo In Press</a>, nosso cliente aqui da Haze Shift. O foco foi em colaboradores das áreas Corporativas (como RH, Administrativo, Financeiro, entre outras) que dão suporte à operação das agências de relações públicas e serviços especializados que fazem parte do Grupo In Press.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nele, propostas surgiram a partir de temas específicos propostos, como comunicação com clientes e cultura de processos. A partir do evento, pequenos projetos ficaram prontos para a experimentação. Ou seja, com o apoio de consultorias de inovação como a Haze Shift, fica mais fácil elaborar planos que auxiliam na cultura da experimentação.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/o-que-e-hackathon-desafios-de-inovacao/"><strong>Tudo sobre hackathon: o que é e como funcionam os melhores desafios de inovação aberta</strong></a></h4>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Passo a passo para a cultura da experimentação&nbsp;</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, se você ainda está com dúvidas sobre como começar, vamos simplificar. A partir de um <a href="https://hbr.org/2020/03/building-a-culture-of-experimentation">artigo</a> <a href="https://hbr.org/2020/03/building-a-culture-of-experimentation">do professor Stefan Thomke</a>, da <em>Business Administration</em> na Harvard Business School, e <em>autor do livro Experimentation Works: The Surprising Power of Business Experiments</em>, fiz o resumo de um pequeno passo a passo da cultura da experimentação:&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">1. <strong>Cultive a curiosidade&nbsp;</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas organizações são conservadoras quanto à quantidade de experimentações. É preciso enfatizar aos colaboradores que encontrar soluções valoriza a empresa e a própria carreira. Por isso, as lideranças devem incentivar os testes, por menores que eles sejam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao adotar essa mentalidade, a curiosidade prevalece e as pessoas não verão falhas como erros, mas como oportunidades de aprendizado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nós da Haze Shift vemos que algumas formas práticas de cultivar essa curiosidade são por meio dos programas que citamos, como de ideais ou hackathons internos, ou por meio de <a href="https://hazeshift.com.br/ferramentas-workshops-online/">workshops online ou presenciais e desafios de inovação</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Booking.com, por exemplo, apenas cerca de 10% das experiências geram resultados positivos, e isso não é um problema. A empresa estimula tanto seus colaboradores que realiza cerca de 25.000 testes por ano.&nbsp; A apresentação abaixo mostra como a Booking.com faz isso:&nbsp;</p>



<iframe src="//www.slideshare.net/slideshow/embed_code/key/m8z4LHLQTXQPX6" width="595" height="485" frameborder="0" marginwidth="0" marginheight="0" scrolling="no" style="border:1px solid #CCC; border-width:1px; margin-bottom:5px; max-width: 100%;" allowfullscreen=""> </iframe> <div style="margin-bottom:5px"> <strong> <a href="//www.slideshare.net/SavageMarketing/democratizing-online-controlled-experiments-at-bookingcom-lukas-vermeer" title="Democratizing Online Controlled Experiments at Booking.com - Lukas Vermeer" target="_blank" rel="noopener">Democratizing Online Controlled Experiments at Booking.com &#8211; Lukas Vermeer</a> </strong> from <strong><a href="//www.slideshare.net/SavageMarketing" target="_blank" rel="noopener">Savage Marketing</a></strong> </div>



<h3 class="wp-block-heading">2. R<strong>eforce que os dados superam as opiniões</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados dos experimentos devem prevalecer quando há contrariedade de opiniões. Essa é a atitude da Booking.com, mas segundo Stefan Thomke é rara entre a maioria das empresas por um motivo: a natureza humana. Existe uma tendência a aceitar resultados bons que confirmam pontos de vista, mas existe a desconfiança sobre resultados que vão contra nossas suposições.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O especialista aconselha a só implementar as mudanças que os experimentos validam, com raras exceções, para evitar no futuro podem gerar despesas maiores.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma maneira de fazer isso é por meio do <a href="https://hazeshift.com.br/data-mesh/">Data Mesh</a>, ou malha de dados, uma forma de facilitar a democratização dos dados dentro da empresa com a descentralização da governança. Isso é feito deslocando responsáveis, setor a setor, para minerar informações nas áreas da organização. Saiba mais:&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://hazeshift.com.br/data-mesh/">Entenda a fundo o Data Mesh e transforme sua empresa em uma companhia de dados</a></p>



<h3 class="wp-block-heading">3. <strong>Democratize a experimentação&nbsp;</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Thomke enfatiza que qualquer colaborador da Booking.com pode iniciar uma experiência com clientes sem a permissão dos níveis gerenciais. Foi criada até mesmo uma equipe de experimentação que treinou os colaboradores para isso.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">É claro que essa democratização traz alguns desafios, e é por isso que oferecer treinamentos e debates são importantes, assim como o estabelecimento de métricas, algo que a <a href="https://hazeshift.com.br/ciencia-de-dados-e-inteligencia-artificial/">ciência de dados</a> e o <a href="https://hazeshift.com.br/data-mesh/">Data Mesh</a> podem colaborar – e muito.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">4. <strong>Reflita sobre a ética dos experimentos&nbsp;</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Ao desenvolverem novos experimentos, as empresas devem pensar se os usuários considerariam os testes antiéticos. Para Thomke, essa resposta pode nem sempre ser evidente. Contudo, existem algumas pistas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se em um teste existe o risco de reação negativa, talvez seja o momento de repensá-lo para adaptá-lo. Pense em como a <a href="https://hazeshift.com.br/reputacao-de-marca-inovacao/">inovação influencia na formação da reputação de uma marca</a>. Por exemplo, o Facebook fez um experimento com 690 mil usuários selecionados aleatoriamente, e 310 mil foram involuntariamente expostos a expressões emocionais manipuladas em seus feeds de notícias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo que testes online possam ser feitos de forma randômica, aqui podemos ter um problema ético. Essa é uma reflexão importante que deve ser analisada caso a caso. Por isso, a transparência e a voluntariedade devem ser preferidas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Nós podemos ajudar!&nbsp;</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Esse cultivo da curiosidade e democratização da experimentação se torna mais fácil se sua organização seguir um modelo de governança da inovação. Nós podemos com programas de ideias e ao encontro de parceiros-chave, por exemplo, por um <a href="https://hazeshift.com.br/matchmaking-de-startups/">machmaking de startups</a> e ajudar a construir uma <a href="https://hazeshift.com.br/tese-de-inovacao/">tese de inovação</a> que direcione a experimentação,&nbsp; favorecendo a inovação aberta.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, podemos ajudar a promover trabalhos de orientação diretamente com as lideranças da sua empresa com metodologias como a <a href="https://hazeshift.com.br/teoria-u/">Teoria U (conheça mais sobre ela)</a>, por exemplo, para dar um novo sentido a projetos de liderança e inovação.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses são apenas alguns exemplos. Afinal, cada organização é única. Portanto, vamos conversar e encontrar soluções sob medida para promover a cultura da experimentação e da inovação em suas equipes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>O que são Sistemas Nacionais de Inovação e a diferença para outros sistemas inovadores</title>
		<link>https://hazeshift.com.br/sistemas-nacionais-de-inovacao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Fernando Frederico]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Nov 2022 18:27:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura de Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Aberta]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando os setores público e privado se unem em nível nacional, meio caminho está andado para que a sociedade ganhe um grande motor de difusão do conhecimento e desenvolvimento da ciência e tecnologia. Quando isso acontece temos um Sistema Nacional de Inovação.   Nesses sistemas, um grupo de instituições públicas (governos e órgãos públicos em nível  Leia</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Quando os setores público e privado se unem em nível nacional, meio caminho está andado para que a sociedade ganhe um grande motor de difusão do conhecimento e desenvolvimento da ciência e tecnologia. Quando isso acontece temos um Sistema Nacional de Inovação.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesses sistemas, um grupo de instituições públicas (governos e órgãos públicos em nível nacional, estadual e municipal) e privadas (como empresas, startups, instituições de ensino, agências de fomento e financiamento, entre outros) se unem para articular atividades, ações e adotar medidas para inovar em conjunto e promover novas tecnologias – o que, claro, inclui a <a href="https://hazeshift.com.br/transformacao-digital-nas-empresas/">transformação digital</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A formação  desses sistemas nacionais inovadores vêm sendo citadas desde os anos 1980 por teóricos, como o especialista Christopher Freeman (em 1987), que reforçou o conceito como um conjunto de relações entre atores em diversos níveis, favorecendo o desenvolvimento socioeconômico. Em especial, quando o tema é desenvolver, promover e educar sobre Ciência, Tecnologia e Inovação (CT&amp;I). </p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/ecossistemas-de-negocios/">Leia também sobre ecossistemas de negócios </a></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Essa ampla conexão de atores faz dos Sistemas Nacionais de Inovação uma das <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-chesbrough/">rotas de inovação aberta possíveis (número 19 neste link)</a>. Mas quem é parte indispensável na composição desses sistemas? Bom, eu (e outros autores) diriam que são três:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li>O Estado, uma vez que é responsável por fomentar políticas públicas inovadoras, através de leis, decretos, incentivos (inclusive na tributação de impostos) e articulações de ações com o setor privado por meio de suas secretarias estaduais e municipais e os ministérios, além de órgãos federais, quando em âmbito federal.&nbsp;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>As Instituições de Ensino e Centros de Pesquisas porque são locais de pesquisa e disseminação de conhecimento. E digo mais: muitas vezes têm laboratórios de ponta para testes de protótipos inovadores que podem surgir nos Sistemas Nacionais de Inovação.&nbsp;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>E, claro, as empresas. Elas fazem investimentos, promovem testes e pesquisas de mercado e têm interesse amplo em transformar o conhecimento teórico (vindo das universidades) em produtos e serviços com ampla aceitação no mercado e aproveitarem novas leis e incentivos fiscais para seu negócio. </li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas qual a diferença para outros Sistemas de Inovação? </strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Existem também outros sistemas de inovação, como <a href="https://hazeshift.com.br/sistemas-regionais-de-inovacao-sris/">Sistemas Regionais de Inovação</a> (SRI). Esse tipo de sistema é formado quando cidades próximas se complementam. Juntas, elas formam um ecossistema capaz de ampliar a capacidade produtiva, desenvolver tecnologia, promover a <a href="https://hazeshift.com.br/transformacao-digital-nas-empresas/">transformação digital</a>, gerando oportunidades de fornecer empregos e educação e melhor infraestrutura aos habitantes regionais. Tudo isso por uma conexão entre os setores privado e público.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ou seja, o SRI se forma quando empresas e universidades que cooperam entre si e, com o apoio dos governos municipais, acontece a formatação de legislações e o apoio de secretários municipais, prefeitos e entes governamentais na busca de financiadores amplos, como a aprovação de projetos de infraestrutura junto a órgãos como o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), por exemplo. </p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/sistemas-setoriais-de-inovacao/"><strong>Leia também sobre Sistemas Setoriais de Inovação e a governança que determina seu sucesso</strong></a></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Basicamente, a principal diferença dos Sistemas Nacionais de Inovação para os <a href="https://hazeshift.com.br/sistemas-regionais-de-inovacao-sris/">Sistemas Regionais de Inovação</a> é a questão geográfica e o número de envolvidos. Afinal, de certa forma, existe uma tendência a trazer ao sistema uma cifra maior de entidades que participem desse contexto, ainda que existam, por exemplo, sistemas regionais com vários atores envolvidos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A questão mais desafiadora é organizar uma <a href="https://hazeshift.com.br/governanca-da-inovacao/">governança da inovação</a> que consiga fazer esse maior número de entidades, potencialmente com atuação&nbsp; em vários locais de um país, se articularem por um bem comum. Esse é um ponto inclusive que dificulta a formação de sistemas nacionais no Brasil: a amplitude territorial.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Contudo, isso não impede que os sistemas nacionais se formem. Afinal, sempre existem interesses mútuos e consultorias de inovação, como nós da Haze Shift, que temos como uma de nossas especialidades a promoção de <a href="https://hazeshift.com.br/matchmaking-de-startups/">matchmakings </a>entre organizações, entidades e órgãos governamentais para articulação e desenvolvimento de um plano de trabalho comum para todos. </p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/o-que-sao-ecossistemas-de-inovacao-exemplos/"><strong>Leia também sobre Ecossistemas de Inovação</strong></a><strong> </strong></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Inclusive, um Sistema Nacional de Inovação pode derivar de um Sistema Regional. Ou seja, ele pode começar em âmbito regional puxado por um núcleo de organizações ou uma entidade como o Sebrae local e se expandir nacionalmente.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por exemplo, se um sistema regional formado por universidades, empresas e prefeituras percebem que é necessária alguma lei federal ou regulamentação específica que facilite seus negócios, esse sistema irá buscar apoio em âmbito nacional: isso pode incluir não apenas o contato com Ministérios e Congressos, mas também de outros órgãos federais ou associações de classe nacionais. Vamos pensar em alguns exemplos?&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso seja algo relativo à <a href="https://hazeshift.com.br/industria-4-0/">indústria 4.0</a>, por exemplo, o sistema pode buscar apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI). Se for uma ação que impacte o mercado de seguros, vale o contato com a Superintendência de Seguros Privados (Susep). Já se for algo relacionado às <a href="https://hazeshift.com.br/saude-40-50/">inovações em saúde 4.0</a>, quem sabe uma parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">E se for algo que envolva comércio e logística entre estados ou entre países? Nesse caso, propor parcerias com núcleos da fiscalização da Polícia Federal, Receita Federal, Ministérios das Relações Exteriores e da Agricultura são pontos a se considerar. E assim esses Sistemas se expandem e formam os Sistemas Nacionais de inovação. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Exemplos do que os Sistemas Nacionais de Inovação podem realizar</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse sentido, a organização de ações fundamentadas no <a href="https://hazeshift.com.br/design-estrategico/">design estratégico</a>, por exemplo, auxilia encontrar pontos de convergência e criar ações como as seguintes nos Sistemas Nacionais de Inovação:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li>O possível desenho prévio de uma regulamentação envolvida, que precisará ser levado a órgãos do Legislativo ou do Executivo (que podem ser dos níveis municipais, estaduais ou federais);</li><li>Quando liderados por uma entidade específica (por exemplo, um ator do Sistema S, como Sebrae, Senai, entre outros), construir a formação de uma rede de atores que possam interagir e colaborar com a inovação; </li><li>A formação de um Conselho de Inovação, a exemplo de um board executivo corporativo, para desenhar ações e definir prioridades do Sistema Nacional de Inovação; </li><li>A organização de eventos conjuntos pelos atores do Sistema Nacional de Inovação em questão, como <a href="https://hazeshift.com.br/ferramentas-workshops-online/">workshops</a>, congressos, <a href="https://hazeshift.com.br/o-que-e-hackathon-desafios-de-inovacao/">hackathons e desafios de inovação aberta</a>; </li><li>A criação de programas de capacitação, empreendedorismo, comércio, educação e turismo. </li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Case de sucesso: KOTRA</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Como dissemos no início do texto, os sistemas de inovação se desenvolveram a partir da década de 80, e desde então, têm orientado a política de inovação em grande parte dos países do mundo. Um bom exemplo disso vem da Coreia do Sul. A <strong>KOTRA</strong>, a agência de comércio internacional e de investimentos&nbsp; sul-coreana, foi criada para contribuir para o desenvolvimento da economia nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que difere essa agência de outras e faz dela um Sistema Nacional de Inovação é o fato de que ela, ainda no início do século, já estava presente em mais de cem países com o objetivo de agenciar os produtos coreanos a partir do monitoramento global, conhecendo tecnologias e comunicando oportunidades às empresas e institutos de pesquisa coreanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A KOTRA destaca <a href="https://overseas.mofa.go.kr/br-saopaulo-pt/brd/m_6206/view.do?seq=760407&amp;srchFr=&amp;amp;srchTo=&amp;amp;srchWord=&amp;amp;srchTp=&amp;amp;multi_itm_seq=0&amp;amp;itm_seq_1=0&amp;amp;itm_seq_2=0&amp;amp;company_cd=&amp;amp;company_nm=">em apresentação</a> trabalhar de &#8220;forma colaborativa, fomentando negócios e oportunidades&#8221;. Isso inclui a participação em projetos, pesquisas de produtos e fornecedores, rodadas de negócios e até mesmo o intercâmbio de profissionais entre os mercados coreanos e de outros países.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh5.googleusercontent.com/de1iSCa77cM1RA-I2NZ4y2d3r5GALKZ5vN6HRJ-cf5N54lUU4dCFI08Ln7u7tdSG2IIy9DqJwk1BXVw0b9OPkeghQaQ9d4u1KFv8lD_3zRX_qg2P5ewMJBE8MH9ZJXwvrh32LTZASp7haN9sYB4bR_bgjOToxT4eJH-MncVAyWPlPyDEtLnr3rgD4VBtNaBd" alt=""/></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como nós podemos ajudar? </strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Nós da Haze Shift temos a capacidade de oferecer essa consultoria e conectar os parceiros dentro dos sistemas. A KOTRA, por exemplo, organiza diferentes seminários, fóruns e workshops para aproximar os mercados. Contudo, consultorias de inovação como nós da Haze Shift podem facilitar e agilizar esse meio com ações e programas de inovação estruturados, <a href="https://hazeshift.com.br/matchmaking-de-startups/">matchmakings</a>, pesquisas em profundidade, entre outras formas utilizando por base métodos do <a href="https://hazeshift.com.br/design-estrategico/">design estratégico</a>.&nbsp;Aliás, você faz parte de um sistema inovador, seja ele nacional, <a href="https://hazeshift.com.br/sistemas-regionais-de-inovacao-sris/">regional</a>, local ou <a href="https://hazeshift.com.br/sistemas-setoriais-de-inovacao/">setorial</a>? <a href="https://hazeshift.com.br/vamos-conversar/">Vamos conversar</a> e traçar seu planejamento juntos.</p>
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