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	<title>Arquivos teoria u - Haze Shift</title>
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	<description>Consultoria de Inovação e Design Estratégico orientada a resultados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 10 Jan 2023 18:29:29 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
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		<title>A Teoria U e as duas opções das organizações: optar pela Ausência ou pela Presença</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Medalha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2023 19:07:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura de Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Aberta]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da inovação]]></category>
		<category><![CDATA[teoria u]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem nunca ouviu que grandes poderes trazem grandes responsabilidades? Esse chavão tem muito a ver com as lideranças nas empresas que há muitos anos têm atuado no mercado como um todo, mas os novos tempos exigem nova consciência e liderança coletiva para enfrentar desafios de forma ainda mais consciente e estratégica. E a Teoria U  Leia</p>
<p>O post <a href="https://hazeshift.com.br/teoria-u-presenca/">A Teoria U e as duas opções das organizações: optar pela Ausência ou pela Presença</a> apareceu primeiro em <a href="https://hazeshift.com.br">Haze Shift</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quem nunca ouviu que grandes poderes trazem grandes responsabilidades? Esse chavão tem muito a ver com as lideranças nas empresas que há muitos anos têm atuado no mercado como um todo, mas os novos tempos exigem nova consciência e liderança coletiva para enfrentar desafios de forma ainda mais consciente e estratégica. E a Teoria U de Otto Scharmer é uma maneira de fazer isso.</p>



<p>Como essa é uma metodologia em ascensão, resolvemos dividir o aprendizado sobre o conceito e aplicação da Teoria U em três partes:&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list">
<li>Na primeira, trouxemos aqui no blog uma visão geral sobre <a href="https://hazeshift.com.br/teoria-u/">o que é a Teoria U (clique para ler)</a></li>



<li>Neste blog post, trazemos a segunda parte, onde vamos falar sobre como ela ajuda no caminho da percepção e ressignificação.</li>



<li>Em um terceiro texto, que publicaremos em breve, vamos falar sobre a conexão com um novo futuro que está para emergir.&nbsp;</li>
</ol>



<p>&nbsp;Calma, que aos poucos você vai entender tudo isso.&nbsp;</p>



<p>O fato é que coletivamente criamos resultados que podem não ser desejáveis porque individualmente não estamos conectados ao nosso meio. E é justamente disso que a Teoria U trata: de uma descida pela letra U, em que no topo está uma suspensão de padrões, no meio está a percepção e no outro topo está a performance.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://lh5.googleusercontent.com/I2AvaqLIiAy0HxrUwpbvn8bz5iPKJ2_vt-SBk3FTdZ8spyyLi4y2evU2wabShc6ngJ16LMXPfCa0j8ljHmlgNNBftCWK9BTfv2T7AQQFNptK-D1Euk3GN2Rj6YzUBy45Qxtx_eYxxmSKDSPScU6IAXGmrL0SfqIjqmgTnoKLOMXn5aDQEYC_IzJTrprxn8_Lo1c6jcOOYQ" alt="Como fazemos Cultura de Inovação: Teoria U" width="446" height="370"/></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/teoria-u/"><strong>Leia mais sobre o que é a Teoria U e como ela pode dar um novo sentido a projetos de liderança e inovação</strong></a></h4>



<p>Vamos aprender como chegar à curva (lado de baixo) do U para criarmos resultados coletivamente, ao nos conectarmos com o entorno. Afinal, muitos dos problemas vêm da desconexão entre os campos: ambiental (o ambiente onde estamos inseridos), social (as relações que construímos no trabalho e na vida) e espiritual (nossa conexão interior).&nbsp;</p>



<p>Nesse sentido, o que podemos fazer é cultivar o interior a fim de transformar o sistema coletivo. Trabalhar a qualidade de como nos relacionamos com os outros, com o planeta e com nós mesmos. É isso que a Teoria U incentiva, ao trabalhar com a:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mudança de mindset sobre como nós lidamos com essas situações.&nbsp;</li>



<li>Como nos desenvolvemos para uma consciência coletiva, já que ninguém pode solucionar nada sozinho.&nbsp;</li>



<li>E como envolvemos <a href="https://hazeshift.com.br/tipos-de-stakeholders-internos-externos/">diversos stakeholders</a> e para que todos estejam alinhados sobre como realizar as operações para um novo caminho coletivo.</li>
</ul>



<p>Nas palavras do inovador Otto Scharmer, para vivenciar essa jornada e realizar a transformação necessária é preciso ter: mente aberta, coração aberto e vontade de fazer! O desenvolvimento dessa capacidade nos permite criar um futuro de maiores possibilidades.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O caminho para a descida na Teoria U: Presença&nbsp;</strong></h2>



<p>Com tudo isso em mente, as organizações têm duas escolhas na Teoria U: a da Ausência e da Presença.&nbsp;</p>



<p>O caminho da ausência é exatamente o oposto do da presença. Ele é representado pelo U invertido, e – infelizmente – muitas empresas estão nesse nível por não promoverem a percepção dos indivíduos sobre seu trabalho e a empatia uns para com os outros. Veja:&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://lh4.googleusercontent.com/qQ4_bt5kiZbkIAN7bSZ1SJtlr5XXQ_k3TTPngwUZ_mk1lg93VHexSslBGU0P8hB8jx6Ef0DaiBdMxRYqJHZlGF9kwzTXDw2Ns1ndhnCTS6aG7aXECvwofD63cAAao5S7miS25oMXsP3rYFXs4KpCgtkecoHhyP_B3Xah94NuB73M6LgdWZ4GXinmhWSev2WP5XRxu5JRSw" alt="" width="671" height="377"/><figcaption class="wp-element-caption">Teoria U: Site Oficial</figcaption></figure>



<p>Em outras palavras, os colaboradores nem enxergam o seu propósito. Por isso, identificar se isso está acontecendo é uma urgência e alguns dos <strong>sintomas</strong> são:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Equipes e pessoas desengajadas, o que Otto Scharmer chama de ausência, ou seja, perda de conexão interna dos indivíduos, que ficam presos a padrões rígidos do passado;</li>



<li>Falta de empatia, interação, conexão e colaboração entre áreas, formando <a href="https://hazeshift.com.br/vantagens-do-design-estrategico/">silos organizacionais</a>;&nbsp;</li>



<li>Ausência de liderança clara e de líderes que cumpram com o discurso (inclusive, recomendo ler o <a href="https://hazeshift.com.br/walking-the-talk-livro-resumo/">resumo do livro Walking the Talk</a>, publicado em nosso blog, que trata justamente disso);</li>



<li>Falta de autoconhecimento e percepção dos indivíduos, promovendo o que Otto Scharmer chama de negação, ou seja, a incapacidade de as pessoas verem o que está acontecendo no seu próprio trabalho e no entorno;&nbsp;</li>



<li>Promoção da culpabilidade, ou seja, equipes e pessoas tendem a apontar os dedos uns para os outros.&nbsp;</li>
</ul>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/ferramentas-workshops-online/">Leia também sobre ferramentas para workshops online</a></h4>



<p>Se você se identificou, agora é hora de virar esse “ U “&#8217; para o lado correto para promover a <a href="https://hazeshift.com.br/change-management-gerenciamento-de-mudanca/">transformação da cultura organizacional</a>. Eu sei que isso é desafiador, e é por isso que a Teoria U deveria ser conhecida por todas as organizações.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Em primeiro lugar, perceba que na imagem alguns parágrafos acima existe o momento da suspensão. É o momento em que todos param para analisar individualmente seus atos e formatos de trabalho e&nbsp; também entender como se conectam e impactam com o meio em que estão.</p>



<p>Em seguida, vem a empatia para entender como os outros trabalham e, após, vem a colaboração. É a fase da Teoria U que chamamos de <em>deixar ir (letting go, em inglês):</em> isso significa que precisamos deixar certos comportamentos irem embora. Essa é também uma uma fase de observação, análise e escuta ativa e que existem várias ferramentas que podem ser utilizadas para isso.</p>



<p>Tudo isso forma a <strong>Presença da Teoria U: é quando o coletivo começa a funcionar novamente</strong>. Vamos entender isso melhor?&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como fazemos isso na prática?&nbsp;</strong></h2>



<p>Bom, nós da Haze Shift oferecemos aos nossos clientes algumas ferramentas capazes de promover essa suspensão de padrões e conexão entre pessoas e áreas corporativas. Vou aqui destacar uma delas: <a href="https://hazeshift.com.br/jornadas-de-ressignificacao/">jornadas de ressignificação</a>, o que significa dar um novo significado às equipes com foco na reconexão. São ações fortemente focadas em relacionamento, em colaboração e criatividade.&nbsp;</p>



<p>Seguindo o direcionamento da Teoria U, fazemos um levantamento para entender os padrões da equipe fazendo o uso de algumas ferramentas como:&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/mapa-de-stakeholders-stakeholder-mapping/"><strong>Stakeholder </strong></a><strong>Interviews</strong></h3>



<p>Ou seja, <a href="https://hazeshift.com.br/entrevista-exploratoria/">entrevistas exploratórias</a>. Por meio delas, fazemos uma dinâmica dos elementos do passado (<strong>o que sabe</strong> sobre a organização/o projeto no passado); <strong>o que sente</strong> sobre o presente momento; <strong>o que ele</strong> sonha para o futuro.&nbsp;</p>



<p>Essas entrevistas são conduzidas por consultores de inovação com os principais stakeholders, como tomadores de decisão, membros da equipe ou até mesmo clientes. As entrevistas permitem que o consultor se coloque no lugar dos entrevistados e observe seu papel, estabeleça um relacaionamento com o stakeholdere e leve À reflexão.&nbsp;</p>



<p>Ao acontecer essa aconexão, o consultor e o próprio entrevistado acessam o que a Teoria U chama de “coração aberto”, ou seja, discutem abertamente os problemas&nbsp; e tentam focar, desde já, possíveis ações no futuro, além daquelas ações que devem ser suspensas.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Shadowing</strong></h3>



<p>Significa observar o dia a dia de personagens centrais da equipe, entrando de cabeça no entendimento da rotina corporativa.&nbsp;</p>



<p>O consultor de inovação deve, aqui, ter acesso informal às rotinas diárias do trabalho de liderança e outros stakeholders, acompanhando-os por um ou mais dias realmente como uma “sombra”.&nbsp;</p>



<p>Isso leva a uma compreensão mais profunda do trabalho dos envolvidos, por meio &nbsp; identificação de barreiras e oportunidades que precisam ser abordadas. Leva ainda à clareza sobre o próprio perfil dos stakeholders a partir da experiência de acompanhamento. O objetivo é absorver conhecimento prático.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Learning journey</strong></h3>



<p>Uma jornada de aprendizados na qual se permite que os participantes quebrem padrões e experimentem circunstâncias e problemas de uma perspectiva diferente. A proposta começa por um convite para que os participantes parem suas rotinas e façam uma dinâmica. Isso é feito por meio de uma ação&nbsp; de escuta em grupos, em que acontece um debate com perguntas como:&nbsp;</p>



<p>○ O que buscamos como equipe?</p>



<p>○ Quem são os principais stakeholders com quem devemos falar para mudar nossas ações?</p>



<p>○ Que pressupostos trazemos e que devemos suspender?</p>



<p>O objetivo é uma conexão entre as pessoas, e que todas aprendam com as falas e ações umas das outras e tenham uma visão do todo, não apenas de seus próprios trabalhos.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Modelo do Iceberg da Teoria U</strong></h2>



<p>Essas ferramentas conseguem nos dar uma visão do que a <strong>Teoria U chama de Modelo do Iceberg</strong>. Isto é, o diagnóstico para analisar estruturas sistêmicas e identificar pontos que fazem com que uma equipe ou organização reproduza coletivamente resultados que ninguém deseja. Ele torna visível estruturas e paradigmas difíceis de encontrar “a olho nu”.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh3.googleusercontent.com/ujGzBnsWltI_FHowxA1fdkuzWWkVbXsxKWIkbK9KQUgtQ7_-gFNIKnKkYDsRA1LP-ZxpAljMvVvT9H1NrSVP6F3W5B5jdFKno2Mlr4SzbSxtCVoHKEiIOKsOB4F84nwHVbWzXe2eFtGi4LNAptALnpzenyo6gXDrJGkbHMt0IXkt_S0K7vR4B636WPyJICBt68hJkmMZWA" alt=""/><figcaption class="wp-element-caption">Teoria U: Site Oficial</figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Por meio desse conhecimento, podemos estabelecer ações de conexão em <a href="https://hazeshift.com.br/ferramentas-workshops-online/">workshops</a>, por exemplo, focando na interação entre indivíduos. É um momento de suspensão e redirecionamento das ações, como ensina Otto Schammer:&nbsp;</h4>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>“Acima de tudo, eles aprendem a voltar o objeto de sua observação para si mesmos, prestando atenção em suas reações ao que lhes acontece, suspendendo essas reações e redirecionando sua atenção para o que farão com o que lhes acontece. Além disso, aprendem também a sentir empatia pelos outros, “abrindo o coração” para pessoas que pensam diferente deles. Além disso, eles saem de suas próprias bolhas, indo para os lugares de maior potencial, muitas vezes localizados à margem do sistema.”</em></p>
</blockquote>



<p>O autor ainda destaca o seguinte: </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>“Quando você mergulha fundo no Gap e coabita um espaço de Presença com um grupo de pessoas, todo o grupo ganha uma nova perspectiva de vida. Depois dessa experiência, nada ao seu redor realmente mudou. Mas quando você sai dessa experiência, você é uma pessoa completamente diferente, e isso faz toda a diferença porque, naquele momento, você é a </em><strong><em>personificação da Presença</em></strong><em>.”</em></p>
</blockquote>



<p>Em outras palavras, as pessoas passam a estar presentes e conectadas: com o seu trabalho e com os outros. Isso gera empatia e colaboração (como no caso da comunidade de prática), mas acima de tudo ajuda a trazer às organizações um verdadeiro espírito coletivo, <a href="https://hazeshift.com.br/qual-e-seu-proposito-resumo-livro-podcast/">de trabalho por um propósito</a>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A Teoria U depois da Presença&nbsp;</strong></h2>



<p>Após esse mergulho, chega o momento de fazer uma escalada, ou seja, partir para a subida do U. É a hora de cristalizar visões e interações, prototipar novos modelos de trabalho e de negócios e, finalmente, criar. Como dissemos no início do texto, em breve, traremos um novo artigo justamente sobre isso aqui no Blog da Haze Shift.&nbsp;</p>



<p>Contudo, você pode antecipar esse aprendizado. Vamos conversar mais sobre a Teoria U, sobre ferramentas de design estratégico e modelagem de negócios e buscar a ressignificação junto a suas equipes. Entre em contato e, em caso de dúvidas, basta deixar um comentário.&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://hazeshift.com.br/teoria-u-presenca/">A Teoria U e as duas opções das organizações: optar pela Ausência ou pela Presença</a> apareceu primeiro em <a href="https://hazeshift.com.br">Haze Shift</a>.</p>
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