Descubra como ajudamos a Atlas a acelerar a adoção tecnológica mapeando 158 startups

A corrida pela eficiência fabril exige adoção tecnológica ágil, mas o risco de investir em soluções incompatíveis com o negócio é alto.

Ciente de que sua expansão dependia da automação de rotinas manuais, a Atlas Eletrodomésticos buscou previsibilidade. Para evitar apostas cegas e validar startups com absoluto rigor técnico e financeiro antes de qualquer adoção em massa, a companhia confiou à Haze Shift a governança do seu ciclo de Inovação Aberta.

Descubra como ajudamos a Atlas a acelerar a adoção tecnológica mapeando 158 startups

A corrida pela eficiência fabril exige adoção tecnológica ágil, mas o risco de investir em soluções incompatíveis com o negócio é alto.

Ciente de que sua expansão dependia da automação de rotinas manuais, a Atlas Eletrodomésticos buscou previsibilidade. Para evitar apostas cegas e validar startups com absoluto rigor técnico e financeiro antes de qualquer adoção em massa, a companhia confiou à Haze Shift a governança do seu ciclo de Inovação Aberta.

  • Cliente: Atlas Eletrodomésticos
  • Trabalho: Inovação Aberta 

O Desafio

A ambição de modernizar a operação encontrou um desafio natural do ganho de escala.

O diagnóstico revelou que processos importantes da cadeia, como apontamentos de fábrica, cotações e suporte, ainda dependiam de execução manual. Esse modelo, embora funcional no passado, tornou-se um gargalo de agilidade frente ao novo volume de produção.

O desafio não era apenas “comprar tecnologias”, mas construir uma esteira capaz de provar a viabilidade de cada solução sem interromper o fluxo da planta. A Atlas precisava de um filtro executivo rigoroso para garantir que a inovação mirasse as causas-raízes, evitando a contratação de ferramentas sem foco no negócio.

O Desafio

A ambição de modernizar a operação encontrou um desafio natural do ganho de escala.

O diagnóstico revelou que processos importantes da cadeia, como apontamentos de fábrica, cotações e suporte, ainda dependiam de execução manual. Esse modelo, embora funcional no passado, tornou-se um gargalo de agilidade frente ao novo volume de produção.

O desafio não era apenas “comprar tecnologias”, mas construir uma esteira capaz de provar a viabilidade de cada solução sem interromper o fluxo da planta. A Atlas precisava de um filtro executivo rigoroso para garantir que a inovação mirasse as causas-raízes, evitando a contratação de ferramentas sem foco no negócio.

Nossos Objetivos

para o projeto
Imagem meramente ilustrativa
Imagem meramente ilustrativa

Metodologia & Abordagens

Para transformar intenção em previsibilidade de execução, nós co-construimos e operamos uma rigorosa Governança de Open Innovation em conjunto com a Atlas.
A intervenção iniciou na blindagem analítica: por meio de 8 entrevistas em profundidade com a liderança, aplicamos o Canvas do Problema Híbrido e a matriz de 9 Janelas. Esse método forçou os times de negócio a dissecarem as causas-raízes e as contradições do sistema operacional, evitando a adoção de tecnologias superficiais.

Com os 8 desafios cravados, acionamos a segunda alavanca do mecanismo: um funil de scouting implacável. Varremos o mercado mapeando 158 startups, avaliamos 120 e, através de rigoroso crivo técnico de viabilidade e impacto, filtramos as soluções até aprovar 4 POCs estratégicas (SupplyLabs, Santo Digital, IA Sense e Coddera).

O diferencial competitivo da esteira foi exigir a validação clara do cenário atual (“AS IS”) contra a projeção de impacto (“TO BE”) para cada projeto.

Para garantir que essas tecnologias fossem validadas no chão de fábrica de forma segura, a governança do funil submeteu as soluções a indicadores rigorosos da diretoria, comprovando o sucesso e a aderência das POCs com um Customer Health Score (CHS) geral de 86,9.

Das 4 POCs executadas, 3 foram aprovadas para escala ou extensão, mostrando um aproveitamento de 75%, significativamente superior à taxa média de mercado (20-30%).

Nossos Objetivos para o projeto

Metodologia & Abordagens

Para transformar intenção em previsibilidade de execução, nós co-construimos e operamos uma rigorosa Governança de Open Innovation em conjunto com a Atlas.
A intervenção iniciou na blindagem analítica: por meio de 8 entrevistas em profundidade com a liderança, aplicamos o Canvas do Problema Híbrido e a matriz de 9 Janelas. Esse método forçou os times de negócio a dissecarem as causas-raízes e as contradições do sistema operacional, evitando a adoção de tecnologias superficiais.

Com os 8 desafios cravados, acionamos a segunda alavanca do mecanismo: um funil de scouting implacável. Varremos o mercado mapeando 158 startups, avaliamos 120 e, através de rigoroso crivo técnico de viabilidade e impacto, filtramos as soluções até aprovar 4 POCs estratégicas (SupplyLabs, Santo Digital, IA Sense e Coddera).

O diferencial competitivo da esteira foi exigir a validação clara do cenário atual (“AS IS”) contra a projeção de impacto (“TO BE”) para cada projeto.

Para garantir que essas tecnologias fossem validadas no chão de fábrica de forma segura, a governança do funil submeteu as soluções a indicadores rigorosos da diretoria, comprovando o sucesso e a aderência das POCs com um Customer Health Score (CHS) geral de 86,9.

Das 4 POCs executadas, 3 foram aprovadas para escala ou extensão, mostrando um aproveitamento de 75%, significativamente superior à taxa média de mercado (20-30%).

Resultados Conquistados

A governança de Open Innovation entregou resultados concretos: da varredura de mercado à validação no chão de fábrica, cada etapa foi auditável e orientada por dados. Os números falam por si:

158

startups prospectadas no mercado, garantindo uma varredura abrangente de tecnologias para não depender de soluções óbvias

120

soluções analisadas sob forte crivo técnico, resultando em 22 startups rigorosamente priorizadas no funil para a realidade da Atlas

8

entrevistas de profundidade realizadas com a liderança para a modelagem analítica dos desafios (via Canvas Híbrido e 9 Janelas).

13

sabatinas e entrevistas de validação conduzidas pela equipe, gerando um shortlist de 7 projetos e 6 propostas executivas

4

Provas de Conceito (POCs) aprovadas e implementadas em ambiente controlado, sem gerar disrupção na operação diária da fábrica

40

de gestão de projetos investidas estritamente no acompanhamento, cadência e remoção de impedimentos durante a execução das POCs.

86,9

de pontuação no Customer Health Score (CHS), atestando de forma auditável a usabilidade, o engajamento técnico e a satisfação da operação

Aproveitamento de POCs

75% de aprovação em POCs (3 de 4 aprovadas para escala/extensão), significativamente acima da média de mercado de 20-30%

Impacto Estimado

Estimativa de até 10 milhões em 5 anos, mas principal ganho é intangível: capacidade transformada

Resultados Conquistados

A governança de Open Innovation entregou resultados concretos: da varredura de mercado à validação no chão de fábrica, cada etapa foi auditável e orientada por dados. Os números falam por si:

158

startups prospectadas no mercado, garantindo uma varredura abrangente de tecnologias para não depender de soluções óbvias

120

soluções analisadas sob forte crivo técnico, resultando em 22 startups rigorosamente priorizadas no funil para a realidade da Atlas

8

entrevistas de profundidade realizadas com a liderança para a modelagem analítica dos desafios (via Canvas Híbrido e 9 Janelas).

13

sabatinas e entrevistas de validação conduzidas pela equipe, gerando um shortlist de 7 projetos e 6 propostas executivas

4

Provas de Conceito (POCs) aprovadas e implementadas em ambiente controlado, sem gerar disrupção na operação diária da fábrica

40

de gestão de projetos investidas estritamente no acompanhamento, cadência e remoção de impedimentos durante a execução das POCs.

86,9

de pontuação no Customer Health Score (CHS), atestando de forma auditável a usabilidade, o engajamento técnico e a satisfação da operação

Aproveitamento de POCs

75% de aprovação em POCs (3 de 4 aprovadas para escala/extensão), significativamente acima da média de mercado de 20-30%

Impacto Estimado

Estimativa de até 10 milhões em 5 anos, mas principal ganho é intangível: capacidade transformada

Impactos para o Negócio

Entenda aqui as dores de mercados identificadas neste projeto e como solucionamos elas.

Processos + Times + Comunicação

A expansão operacional exigiu evolução estrutural. Processos que funcionavam em menor volume , (cotações, suporte e gestão de fornecedores) demandavam otimização paralela à inovação. O desafio: modernizar sem interromper a planta e fazer isso de forma segura e auditável.

Busca por mensuração e retorno

Testar novas tecnologias é necessário. O desafio é fazer com inteligência: validar a viabilidade técnica e financeira em ambiente controlado antes de qualquer escala, garantindo que cada solução impacte efetivamente a operação, não apenas sintomas superficiais.

A arquitetura instalada mitigou riscos operacionais. Ao substituir a ‘busca intuitiva’ por um funil de scouting analítico guiado por pré-filtros qualitativos, a Atlas evitou desperdício de capital em tecnologias superficiais. Mais importante ainda: o programa criou capacidade interna de inovação acelerada. Líderes que participaram aprenderam a modelar problemas complexos, testar hipóteses em ambiente controlado e validar soluções em 3 meses, comprimindo o que normalmente levaria 2 anos de MBA em execução prática.

Esse modelo de governança transcende o contexto específico da Atlas. Empresas em transformação digital enfrentam o mesmo dilema: como validar inovações complexas sem desperdiçar capital ou assumir riscos operacionais? A metodologia estruturada aplicada aqui oferece um caminho replicável para qualquer organização que busque modernização com segurança.

Impactos para o Negócio

Entenda aqui as dores de mercados identificadas neste projeto e como solucionamos elas.

Processos + Times + Comunicação

A expansão operacional exigiu evolução estrutural. Processos que funcionavam em menor volume , (cotações, suporte e gestão de fornecedores) demandavam otimização paralela à inovação. O desafio: modernizar sem interromper a planta e fazer isso de forma segura e auditável.

Busca por mensuração e retorno

Testar novas tecnologias é necessário. O desafio é fazer com inteligência: validar a viabilidade técnica e financeira em ambiente controlado antes de qualquer escala, garantindo que cada solução impacte efetivamente a operação, não apenas sintomas superficiais.

A arquitetura instalada mitigou riscos operacionais. Ao substituir a ‘busca intuitiva’ por um funil de scouting analítico guiado por pré-filtros qualitativos, a Atlas evitou desperdício de capital em tecnologias superficiais. Mais importante ainda: o programa criou capacidade interna de inovação acelerada. Líderes que participaram aprenderam a modelar problemas complexos, testar hipóteses em ambiente controlado e validar soluções em 3 meses, comprimindo o que normalmente levaria 2 anos de MBA em execução prática.

Esse modelo de governança transcende o contexto específico da Atlas. Empresas em transformação digital enfrentam o mesmo dilema: como validar inovações complexas sem desperdiçar capital ou assumir riscos operacionais? A metodologia estruturada aplicada aqui oferece um caminho replicável para qualquer organização que busque modernização com segurança.

Relatos dos
nossos clientes

Veja o que nossos clientes comentaram

sobre nossa parceria nesse projeto.

A Haze Shift foi super aberta para readaptar tudo que tinha sido construído antes. Construímos um projeto que foi completamente co-criado e para mim o maior ganho foi a mudança de mindset dos times que participaram do programa. Hoje nossos líderes entendem que dores complexas não precisam desperdiçar milhões e levar 5-10 anos para serem implementadas. Nós montamos protótipos, testamos com startups especialistas e em 3 meses identificamos se o conceito merece ou não mais tempo de dedicação e investimento. É a beleza da gestão ágil atrelada a projetos que realmente causam impacto no negócio e este é o diferencial, o impacto real.

Gabriel Veloso, Gerente de inovação na Atlas Eletrodomésticos

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