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	<title>Arquivos universidade - Haze Shift</title>
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	<description>Consultoria de Inovação e Design Estratégico orientada a resultados</description>
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		<title>Empresas Juniores e universidades empreendedoras: por que apostar nelas em projetos de inovação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcos Daniel Goes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jan 2022 21:13:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura de Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Aberta]]></category>
		<category><![CDATA[startups]]></category>
		<category><![CDATA[universidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde 2016 a Brasil Junior em conjunto com centenas de voluntários e parceiros que compartilham do desejo de contribuir para a melhora da qualidade da educação superior brasileira realizam o ranking Ranking de Universidades Empreendedoras - RUE que mostra como as instituições de ensino superior brasileiras. Nesse estudo é possível observar, por exemplo, o faturamento  Leia</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Desde 2016 a Brasil Junior em conjunto com centenas de voluntários e parceiros que compartilham do desejo de contribuir para a melhora da qualidade da educação superior brasileira realizam o ranking Ranking de Universidades Empreendedoras &#8211; RUE que mostra como as instituições de ensino superior brasileiras. Nesse estudo é possível observar, por exemplo, o faturamento das empresas das mais de 1.400 empresas juniores em 2021, e perceber pontos de chamar a atenção. Enquanto a economia brasileira encolheu na pandemia, as empresas juniores cresceram. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o <a href="https://drive.google.com/file/d/1lTJNoET2AVGsdkTVFhcS3lIzgstxMLcy/view" target="_blank" rel="noreferrer noopener">levantamento da MEJ</a>, o faturamento de 2019 para 2020 aumentou 10% nesse setor relativamente desconhecido por muitos, chegando a R$ 49 milhões. Em 2021, já em setembro, o valor havia sido superado o ano anterior. Como consultor de inovação, eu vejo aqui uma janela de oportunidades gigantesca (sim, gigante), ainda mais diante de uma economia em recessão.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o número pode ainda parecer pequeno, é porque você está comparando com, talvez, startups ou movimentos empresariais consolidados. Mas, a título de comparação, enquanto mais de 715 mil empresas fecharam as portas na pandemia, conforme mostra o próprio relatório, o movimento apresentou mais de 35 mil soluções inovadoras, crescendo em 17% (cerca de 200 empresas juniores).&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/startups-universitarias-brasil/"><strong>Leia também: Startups universitárias são realidade no Brasil. Não acredita? Vem comigo</strong></a></h4>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um ranking, várias oportunidades inovadoras</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O Ranking de Universidades Empreendedoras coletou 181 cases com a colaboração de 24 mil estudantes, fazendo o ranqueamento de 126 universidades brasileiras. Esses jovens enxergam o empreendedorismo como algo a mais do que um negócio: podemos perceber conexões fortes com os <a href="https://hazeshift.com.br/esg-inovacao/">valores de inovação ESG (leia mais aqui)</a>. Confira uma amostra disso:&nbsp;</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://lh3.googleusercontent.com/n-zYHC0_rTjE6lcsmH3wF6jKvi0td5PWDGFOHmFQ2r5B_up5bb1WoHIZHb8G8R34Xx40242kMCslt0H24B-pbC_ILgK2WoM_N27t2BICM1SrjvUNgv54JMPJx7LeLbkEMqWiMm1L" alt=""/><figcaption>Fonte: Ranking de Universidades Empreendedoras 2021</figcaption></figure></div>



<p class="wp-block-paragraph">Em primeiro lugar, todos esses números mostram ao mercado a dimensão que o empreendedorismo está tomando nas universidades. São fatores altamente relevantes tanto para a captação de talentos potenciais para o <a href="https://hazeshift.com.br/inovadores-inquietos-intraempreendedorismo/">intraempreendedorismo</a> corporativo e também para tirar de cena certo preconceito de contratar empresas juniores como potencial fornecedoras. Pense comigo:</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao contar com uma empresa júnior você traz junto com ela todo um ecossistema universitário embutido. Muitas vezes, você contrata indiretamente professores que atuam no mercado que dão apoio aos alunos, e, dependendo da parceria estabelecida, junto aos estudantes, pode ter acesso a laboratórios modernos que seriam muito caros para muitas empresas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso tudo é inovação aberta pura, trazendo rotas de inovação colaborativa, co-engenharia, co-learning, entre outras <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-chesbrough/">rotas para a inovação aberta que podem transformar seu negócio, que mostrei neste outro texto (clique para ler)</a>.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em segundo lugar, os próprios estudantes podem colocar o quesito potencial de empreendedorismo universitário em seus critérios de escolha antes de prestar vestibulares. Até há pouco tempo, a escolha dos alunos era baseada apenas no peso do nome da universidade, pela história. Ou seja, traz uma nova perspectiva.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/educacao-empreendora/"><strong>Leia também: O que é educação empreendedora e porque ela é importante para todos</strong></a></h4>



<figure class="wp-block-table aligncenter is-style-stripes"><table><tbody><tr><td><strong>Dimensões avaliadas pelo Ranking de Universidades Empreendedoras</strong><br>Em sua avaliação, o<strong> </strong>Movimento Empresa Júnior avalia algumas dimensões para elaborar o Ranking de Universidades Empreendedoras:&nbsp;<br>&#8211; <em>Cultura Empreendedora</em>: verifica como os alunos percebem a postura empreendedora da instituição de ensino e a proatividade de resolução de problemas. Além disso, por meio de algumas perguntas, avalia características empreendedoras nos alunos e professores que respondem a pesquisa.&nbsp;<br><em>&#8211; Inovação: </em>além de avaliação feita por indicadores como citações por artigo, patentes e proximidades da instituição de ensino com empresas.&nbsp;<br><em>&#8211; Extensão: </em>analisa pontos de ambiente favorável a pesquisas dentro da IES e fora.&nbsp;<br><em>Internacionalização: </em>avalia pontas de conexão com o ecossistema ao redor do mundo, como intercâmbios, parcerias colaboração em pesquisas internacionais.&nbsp;<br><em>&#8211; Infraestrutura</em>: avalia a qualidade de laboratórios, aproximação com parque tecnológico local e disponibilidade de recursos.&nbsp;<br><em>Capital financeiro:</em> destaca potencial de investimentos em projetos e iniciativas inovadoras.&nbsp;<br><br><br><img fetchpriority="high" decoding="async" width="300" height="300" src="https://lh5.googleusercontent.com/0kANeQm9K_SesghPsfRCu6B6uxM-czRGUBCDhYZmjZX1ZWruXs0iCFF01jmbKguG5_6Xq0TjoX5--y9Br_dv0Z05VLSsE55uKjC_CFKcCeqJB480X5NkZ1VwtqQKx6sbyCVhiGtb"><br>Fonte: MEJ<br></td></tr></tbody></table></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cases universitários de empresas juniores e cases corporativos&nbsp;</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso tudo, descobertas fantásticas de que existem empresas juniores com faturamento alto, entre R$ 300 mil e R$ 500 mil anuais, como mostra <a href="https://noticias.r7.com/economia/empresas-juniores-movimentaram-mais-de-r-32-milhoes-em-2020-12102020" target="_blank" rel="noreferrer noopener">esta reportagem do R7</a>. Nesse sentido, existem boas práticas de cultura empreendedora nas universidades que podem potencializar a cultura da inovação nas empresas tradicionais. E já que falamos de faturamento das empresas juniores, agora vamos  ampliar esse debate. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Vejamos a Universidade Federal de Viçosa, por exemplo, citada no Ranking de Universidades Empreendedoras 2021. Por lá, existe a Central de Empresas Juniores vinculada ao tecnoPARQ, o Parque Tecnológico de Viçosa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse ambiente, as cerca de 45 empresas juniores da universidade ganham reforços. Elas têm acompanhamento empresarial e laboratórios para, efetivamente, produzirem soluções à comunidade. O local teve aumento de 7% das empresas juniores em 2020, com 26,4% mais projetos e faturamento 36,8% maior, segundo o relatório.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O que isso comprova? Para mim, prova que parques tecnológicos e programas de inovação conectados às universidades são, sim, meios efetivos de gerar soluções e novos negócios. <br>Para acessar o estudo completo e conhecer mais sobre o Ranking Universidades Empreendedoras: https://universidadesempreendedoras.org/sobre-nos/ e para conhecer mais a Brasil Junior &#8211; https://brasiljunior.org.br/.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia também como o <a href="https://hazeshift.com.br/biopark-toledo/">Biopark de Toledo atrai empresas e startups com modelo diferenciado </a></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Empresas também podem adotar excelentes estratégias para se conectar com essas universidades empreendedoras. Um meio eficaz são desafios e <a href="https://hazeshift.com.br/o-que-e-hackathon-desafios-de-inovacao/">programas de inovação aberta</a>. Há diversas formas de promovê-los e nós da Haze Shift já apoiamos diversas empresas na construção deles.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um deles, nós da Haze Shift atuamos em conjunto com o Instituto Nissan no Sul Fluminense em parceria com a comunidade de inovação Rio Sul Valley, realizamos&nbsp; uma ação direta de contato com universidades do Sul Fluminense. Entre 2020 e 2021, as equipes universitárias precisaram apresentar, com base em uma metodologia de <a href="https://hazeshift.com.br/design-estrategico-e-design-thinking/"><em>design thinking</em></a>, propostas de startups para apoiar na resolução de problemas de Meio Ambiente, Mobilidade e Saúde. &nbsp; O programa durou oito meses.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/historias/inova-san-2020/"><strong>Fica o convite: clique aqui e conheça o case da Inova San</strong></a></h4>



<p class="wp-block-paragraph">Em outro programa de inovação aberta, esse com a Ambev Tech, fizemos contato ativo com universidades de todo o Brasil para um desafio de inovação aberta chamado ABI <em>Academy Hack</em>. Os alunos deveriam formar equipes para solucionar um problema real de negócios da Ambev por meio da tecnologia, e aconteceu entre agosto e novembro. Ou seja, universidades empreendedoras com jovens empreendedores estavam mais preparadas, sem dúvida.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para finalizar, se a sua empresa quer adotar movimentos similares, nós da Haze Shift estamos aqui para ajudar. Conte conosco para cocriarmos&nbsp; seus programas de inovação, eme que uma das etapas também pode ser&nbsp; um <em>hunting</em> de empresas juniores em potencial ou para ampliar sua conexão com ecossistemas inovadores, como universidades. Vamos conversar!&nbsp;</p>
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		<title>Universidade e Indústria: conheça as vantagens dessa relação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Leo Tostes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2021 13:21:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura de Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Aberta]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da inovação]]></category>
		<category><![CDATA[universidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Certa vez ouvi de um professor uma frase que nunca esqueci: as empresas têm que parar de achar as pessoas das universidades teóricas demais e os acadêmicos pararem de achar que não existem pessoas inteligentes nas empresas. Nós temos que evitar esta visão distorcida que é muito antiga, vem lá do século 18. Mesmo no  Leia</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Certa vez ouvi de um professor uma frase que nunca esqueci: <em>as empresas têm que parar de achar as pessoas das universidades teóricas demais e os acadêmicos pararem de achar que não existem pessoas inteligentes nas empresas</em>. Nós temos que evitar esta visão distorcida que é muito antiga, vem lá do século 18. Mesmo no Iluminismo qualquer tentativa de encontrar aplicações comerciais para o conhecimento científico era considerada uma traição à disciplina. Era ciência pela ciência. Mas agora universidade e indústria precisam andar juntas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Veja que interessante, a aproximação da pesquisa e aplicação prática aconteceu pela primeira vez no século 19 nos Estados Unidos. O presidente Abraham Lincoln sancionou uma lei que possibilitou a fundação de novas instituições acadêmicas com práticas de agricultura e &#8216;artes mecânicas&#8217;. Com o tempo, isso estabeleceu uma conexão entre a universidade, produtores e empresas locais, com todo conhecimento centralizado no Departamento de Agricultura do país para que outros estados também tivessem acesso. Esta foi a primeira vez que a pesquisa acadêmica foi direcionada de acordo com as necessidades da comunidade. E olha a inovação aberta já ocorrendo aí, sem rótulos, sem buzz words, mas acontecendo na prática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E essas interações entre universidade-indústria-governo formam até hoje um modelo chamado <a href="https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40142017000200023#:~:text=Definimos%20a%20H%C3%A9lice%20Tr%C3%ADplice%20como,da%20inova%C3%A7%C3%A3o%20e%20do%20empreendedorismo.">tríplice hélice</a> de inovação e empreendedorismo. Essas são a chave para o crescimento econômico e o desenvolvimento social baseados no conhecimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O exemplo da HP: universidade e indústria na prática</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Pense comigo, quando esta relação se torna constante, traz resultados duradouros. Gosto de citar o exemplo da HP que começou na década de 1930 com dois estudantes que criaram um aparelho oscilador de áudio para testagem de som, que foi inclusive utilizado pela Disney. Por 30 anos a HP criou equipamentos para nichos empresariais, como radares e componentes de armas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Depois vieram as impressoras, notebooks e outras inovações que a tornaram uma referência em tecnologia.&nbsp; Muito dessa história da HP tem relação com a história de Stanford e o Vale do Silício, onde a empresa se fixou dentro do Stanford Research Park na década de 50 e está lá até hoje desenvolvendo e inovando em parceria com uma das maiores universidades do mundo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">E hoje, como estamos?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a pandemia a relação entre universidade e sociedade se intensificou ainda mais e foi fundamental para que houvesse soluções rápidas e úteis em meio à crise. Por exemplo, estudantes passaram a<a href="https://www.gazetadopovo.com.br/parana/projeto-utfpr-ufpr-producao-alcool-gel-hospitais/"> produzir dentro das próprias universidades álcool em gel</a> que abasteceu hospitais. Outros encontraram alternativas criando<a href="https://inatel.br/imprensa/noticias/negocios/3430-ventilador-pulmonar-desenvolvido-por-alunos-e-professores-do-inatel-ganha-o-mercado-com-investimento-da-embrapii"> ventiladores pulmonares</a>, e<a href="http://noticias.unb.br/117-pesquisa/4155-projeto-da-unb-desenvolve-software-para-o-uso-de-camera-termica-no-combate-a-covid-19"> softwares para uso de câmera térmica</a> para auxiliar na medição de temperatura corporal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As universidades são uma fonte importante de inovação, abrir as portas de sua empresa pode ser enriquecedor para encontrar soluções ao seu negócio. Aqui na Haze Shift nós fazemos esta conexão entre universidades e empresas para fomentar a inovação de diferentes formas, levando em consideração a necessidade e objetivos de cada empresa.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por exemplo, realizamos com o<a href="https://hazeshift.com.br/historias/renault-experience/?portfolioCats=3%2C2%2C5%2C4"> Renault Experience</a> um programa de inovação e empreendedorismo por meio do modelo de startups coordenado pelo Instituto Renault, criado especialmente para universitários.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os resultados são sempre surpreendentes e vou citar para vocês alguns que observo nestas experiências:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Profissionais das empresas se tornam mais qualificados e motivados com a oportunidade de desenvolver estes novos projetos.</li><li>Universitários conseguem aliar teoria e prática, muitas vezes pela primeira vez conhecendo a rotina de uma corporação.</li><li>Facilita à empresa a busca de novos talentos e ao estudante é uma vitrine para o mercado.</li><li>Posiciona a empresa e a universidade como organizações que acreditam e investem em inovação e colaboração, o que as tornam mais interessantes e desejáveis para a nova geração de profissionais que estão entrando no mercado.</li><li>Reduz custos para a busca de soluções criativas e inovadoras, ao passo que coloca nas mãos de estudantes e pesquisadores acesso a dados e informações valiosas para várias pesquisas.</li></ul>



<p class="wp-block-paragraph">Estimula um modelo mental mais rico de compartilhamento, troca e respeito mútuo entre atores de enorme peso na sociedade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Universidade e indústria: relações com pequenas empresas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Vem comigo conhecer mais um exemplo da relação da tríplice hélice que está acontecendo no Paraná e que envolve empresas menores. O <a href="http://www.itcp.ufpr.br/?page_id=233">projeto de Economia Solidária e Turismo da Universidade Federal do Paraná e do Ministério do Turismo</a> tem realizado ações desde 2013 em Guaraqueçaba, onde fica localizado o Parque Nacional do Superagui. O município está inserido no meio da mata atlântica com uma população predominantemente indígena, quilombola e caiçara que enfrenta dificuldades para desenvolvimento econômico e social, mostrando relações entre universidade e indústria de turismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os relatórios técnicos do projeto indicaram que o turismo de base comunitária é a alternativa mais indicada para a região. Então foi criada uma cooperativa com artesãos locais, com orientações para fortalecimento de autogestão e estratégias de comercialização que tem beneficiado as aldeias indígenas.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto da UFPR também fomentou o diálogo entre os gestores do Parque Nacional do Superagui e a comunidade local para que juntos buscassem soluções para os problemas sociais e ambientais da região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dessa forma, você pode notar que essa relação pode ser benéfica para grandes empresas ou mesmo para as pequenas, inclusive boa para o poder público. Mas estamos falando de relacionamento, indo além de uma ação pontual, e que seja colaborativa e benéfica para todas as partes inovarem e crescerem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua empresa já teve alguma aproximação com as universidades? Nós da Haze Shift estamos abertos a compartilhar nossa expertise em aproximação com universidades para construir essa relação orientada à inovação e que certamente irá gerar muito valor aos seus negócios.</p>
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