<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos sustentabilidade - Haze Shift</title>
	<atom:link href="https://hazeshift.com.br/tag/sustentabilidade/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://hazeshift.com.br/tag/sustentabilidade/</link>
	<description>Consultoria de Inovação e Design Estratégico orientada a resultados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 19 Dec 2022 18:23:08 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>A Economia Circular e seu impacto no ecossistema de inovação</title>
		<link>https://hazeshift.com.br/economia-circular-inovacao/</link>
					<comments>https://hazeshift.com.br/economia-circular-inovacao/?noamp=mobile#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Clara Rizental Raicoski]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2022 18:23:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura de Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Design estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Aberta]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da inovação]]></category>
		<category><![CDATA[design estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://hazeshift.com.br/?p=4082</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em nossa sociedade e economia atual, diversos recursos naturais são utilizados na indústria, mas geralmente são descartados após a criação dos produtos. Isso é o que chamamos de economia linear. Ela é seguida desde a Revolução Industrial, em diversos mercados e segmentos diferentes. Mas e o que é economia circular?  Em primeiro lugar, é preciso  Leia</p>
<p>O post <a href="https://hazeshift.com.br/economia-circular-inovacao/">A Economia Circular e seu impacto no ecossistema de inovação</a> apareceu primeiro em <a href="https://hazeshift.com.br">Haze Shift</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em nossa sociedade e economia atual, diversos recursos naturais são utilizados na indústria, mas geralmente são descartados após a criação dos produtos. Isso é o que chamamos de economia linear. Ela é seguida desde a Revolução Industrial, em diversos mercados e segmentos diferentes. Mas e o que é economia circular?&nbsp;</p>



<p>Em primeiro lugar, é preciso entender que o modelo linear é insustentável devido a quantidade limitada de recursos naturais. Porém, existem alternativas para repensarmos os meios habituais de produção e consumo. Elas são mais condizentes com o mundo atual e mais sustentáveis.&nbsp;</p>



<p>A <strong>economia circular </strong>trata justamente disso.&nbsp;</p>



<p>Essa economia terá, em um futuro próximo, um impacto positivo significativo na maneira como as empresas – e os colaboradores – pensam e lidam com o trabalho. Mas exatamente como isso irá acontecer e por que as empresas deveriam se preocupar com isso?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Antes de tudo, o que é Economia Circular?</strong></h2>



<p>Claro, o nome já nos conta um pouco sobre o que é. Mas a definição trás um conceito estratégico em que <strong>os resíduos são insumos para a produção de novos produtos.</strong> Na teoria é simples, certo?</p>



<p>Então, ao longo deste artigo você vai entender um pouco mais da amplitude e desafios disso. Contudo, basicamente esse modelo propõe uma mudança nas cadeias de produção e busca conciliar o crescimento econômico, a sustentabilidade e o bem-estar da sociedade.&nbsp;</p>



<p>De modo geral, o conceito de economia circular envolve uma transformação na extração dos recursos,como na forma com que os resíduos são reaproveitados e nas lógicas de consumo de forma geral.</p>



<p>O interessante disso é que a economia circular reconhece a importância de ter a economia sempre girando. E uma economia saudável considera o interesse de negócios e de indivíduos, das pequenas a grandes empresas, mas principalmente, faz tudo isso visando uma gestão consciente dos recursos naturais.&nbsp;</p>



<p>Falando assim, parece que a economia circular se trata de reciclagem e reutilizar recursos, certo? Sim, são ideias conectadas, mas não é a mesma coisa. A expressão economia circular aparece no trabalho de alguns economistas de recursos que remontam pelo menos aos anos 80. Seu uso nos últimos anos veio conotar uma abordagem que é mais sistêmica e ambiciosa do que a reciclagem.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/economia-circular/">Leia mais sobre o tema e sua conexão com sustentabilidade e inovação&nbsp;</a></h4>



<p>Por exemplo, para manter a qualidade, os fabricantes de garrafas de plástico precisam misturar plástico reciclado com material virgem. Em vez disso, uma economia verdadeiramente circular não envolveria novos insumos materiais, reduzindo emissões, desperdício e, eventualmente, custos. O ponto é que tornar um ciclo de produção totalmente auto-suficiente é virtualmente impossível. Alguma entrada nova será sempre necessária, e algum desperdício será sempre criado.</p>



<p>Além disso, a construção de uma economia circular pode acarretar altos custos iniciais, exigindo investimento para redesenhar produtos e mudar para materiais reciclados. De acordo com um artigo de 2019 da Green Building Council (GBC), o Reino Unido estima que o custo de mudar para uma economia circular seja de cerca de 3% de seu PIB, segundo a <a href="https://www.gbcbrasil.org.br/economia-circular/#:~:text=O%20Reino%20Unido%20estima%20que,%E2%80%8Bde%20prazo%20mais%20longo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Green Building Council Brasil</a> em 2019. Esse investimento pode alimentar a preocupação de que as empresas optem por soluções rápidas, em vez de práticas sustentáveis ​​de longo prazo.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Então, o que é viável com a economia circular?</strong></h2>



<p><strong>Uma cadeia de suprimentos mais circular.</strong> Isso pode significar a mudança para materiais reciclados, estendendo o ciclo de vida de um produto e melhorando a recuperação no final de sua vida útil. A <em>TerraCycle Inc</em>., sediada em New Jersey, lançou a iniciativa <a href="https://www.youtube.com/watch?v=7WS9nw43R50"><em>Loop</em></a>, uma colaboração com grandes nomes, como a Nestlé, para fornecer produtos comuns – sorvete, por exemplo – em embalagens que podem ser devolvidas e recarregadas.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="video-shortcode"><iframe title="Loop In-Store Experience" width="1100" height="619" src="https://www.youtube.com/embed/7WS9nw43R50?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<p>Outra iniciativa recente é da <a href="https://prefeitura.rio/fazenda/prefeitura-aposta-em-parceria-europeia-para-ampliar-iniciativas-sustentaveis-e-de-economia-circular/">Prefeitura do Rio de Janeiro</a>, que anunciou em novembro de 2022, em evento com a União Europeia, a criação do Comitê Plástico Circular Rio onde apresentaram um conjunto de soluções sustentáveis para a cadeia circular do plástico, com algumas propostas que já poderão ter desdobramentos para 2023.</p>



<p>Uma iniciativa das Lojas Renner em parceria com a Abrapa (Associação Brasileira dos Produtos de Algodão), lançou as primeiras peças do país em jeans 100% <a href="https://hazeshift.com.br/blockchain-para-negocios/">rastreadas por blockchain</a>.&nbsp;</p>



<p>A coleção é fruto de uma parceria entre a varejista e o programa SouABR, idealizado pela Abrapa e que rastreia o algodão brasileiro responsável com certificação socioambiental, dando ao consumidor mais transparência e confiança sobre a origem da matéria-prima da sua roupa.&nbsp;</p>



<p>Mas uma outra iniciativa das Lojas Renner, que sugere ainda mais a aplicação da economia circular, foi uma ação sustentável que começou pequena na Renner, com diálogo com fornecedores e clientes, pesquisa e desenvolvimento: uma linha de roupas feitas a partir de materiais e processos de baixo impacto, batizada de Re – Moda Responsável, lançada em 2018.</p>



<p>Em 2021, 95% dos jeans da marca já são feitos dessa maneira, com algodão de cultivo responsável, materiais reciclados (sobras de tecido, fios que podem ser feitos a partir de garrafas PET, fibra de bambu) e tingimento natural, que gera menos resíduos.</p>



<p>A empresa também desenvolveu uma metodologia própria para medir o consumo de água nas etapas de lavanderia e acabamento das peças de Re Jeans, e o resultado foi um corte de 44% na chamada “pegada hídrica”. O processo foi expandido para outros materiais e coleções, como a Re Malha, lançada em 2019, que segue os mesmos princípios gerais.</p>



<p>Nesse exemplo da linha de roupas <a href="https://www.lojasrenner.com.br/sustentabilidade">Re – Moda Responsável</a>, conseguimos ver claramente, por exemplo, a inovação aberta através da colaboração entre diferentes stakeholders da Renner.</p>



<p>Esses são ótimos exemplos que mostram como a Economia Circular representa uma mudança sistêmica que constrói resiliência em longo-prazo, e gera oportunidades econômicas e de negócios, e proporciona benefícios ambientais e sociais.</p>



<p>Parece um conceito distante e não relacionado a algo que você conheça. Mas, de acordo com a Confederação Nacional da Indústria em estudo de 2019, 76% das empresas adotam iniciativas de economia circular, mesmo que 70% delas não tenham conhecimento do que isso significa.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E na prática, quais são as etapas da economia circular?</strong></h2>



<p>A imagem abaixo retrata um pouco dessa circularidade:</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://lh6.googleusercontent.com/60MnP23mBfTWdCk5G9SZlemffwCw4zSZ4sR7Jl9I4hv8k5gElTZgrzdadYjR7DtC6u79qmnegsqPiPW0y1bc3O33XA1sPU-OdQdPPoWfFkWJjilt45w-Ag8TP-wsuxfp3D0wkqGfUBxVr9DZMzT8R6hVgLe6yykO9uKrW1xNn_lcUlc34XHfd4gm2xAnJm6cCqXYgdQjCQ" alt="" width="485" height="398"/></figure>



<p>fonte: https://petesa.eng.ufba.br/blog/voce-sabe-o-que-e-economia-circular</p>



<p>Nesse sentido, essas são etapas da economia circular:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A extração inteligente de insumos, a fabricação da matéria-prima e o design do produto. Nessa fase, todas as decisões já são tomadas levando em consideração o resto da cadeia produtiva.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Os bens vão ao comércio e são consumidos pelas pessoas. Aqui, a empresa já deve ter em mente como será o processo de remanufatura e reutilização daquilo que for descartado.&nbsp;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Destinação, coleta e reciclagem. É quando o foco se concentra no descarte adequado do resíduo e o ciclo se reinicia. Nesta última etapa pode haver, por exemplo, a colaboração de outros stakeholders da cadeia produtiva para colaborar no reuso dos materiais.&nbsp;</li>
</ul>



<p>Em teoria as fases da economia circular parecem simples. Mas lembra que falamos antes que íamos falar dos desafios? Existem outras etapas de implementação da economia circular que estão por trás da circularidade na prática:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>Educação ambiental:</em> empresas e consumidores precisam estar a par dos princípios da economia circular para participarem do modelo de forma efetiva. Essa educação está bem atrelada ao consumo consciente das pessoas e organizações.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>Criação de processos sustentáveis:</em> o ciclo de um produto é feito de etapas menores. Cada uma delas deve ter um design sustentável, como por exemplo a extração, a logística, o marketing, a coleta dos insumos, etc.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>Continuidade do modelo: </em>a economia circular é um sistema pensado para funcionar em longo prazo e, para funcionar, deve se apoiar em premissas mais básicas, como a coleta seletiva, por exemplo.</li>
</ul>



<p>Sabe aquela ideia de que não se tem estratégia sem cultura em uma empresa? Então, essa economia só irá prosperar com uma mentalidade sustentável por parte das organizações.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas o que isso significa e quais seus efeitos práticos?</strong></h2>



<p>De acordo com a <a href="https://archive.ellenmacarthurfoundation.org/pt/economia-circular/conceito">fundação Ellen Macarthur</a>, o modelo circular se baseia em três princípios:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Preservar e aprimorar o capital natural controlando estoques finitos e equilibrando os fluxos de recursos renováveis;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Otimizar o rendimento de recursos fazendo circular produtos, componentes e materiais em uso no mais alto nível de utilidade o tempo todo, tanto no ciclo técnico, quanto no biológico;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Estimular a efetividade do sistema revelando e excluindo as externalidades negativas desde o princípio.</li>
</ul>



<p>Veja abaixo o infográfico com mais detalhes sobre esses princípios:</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://lh3.googleusercontent.com/C_wF0mve-ygaVgY9OJ_EhyG2WhTxnCRnfVKrwcEA3bH1J-KFigSHPd9QwN27LVlCgp1ZPWdG3-lOEjYT-UvIhnRow_D50KnWXaNEzu0DTnXiq56SnXv1JNOhzZr5KkAHNz_XPY0XyRYSG3RFOTHfiR-l8EYkJrTjYHolAmwNWuC7zNPUQZaPaTTacHSe0CRbk1CdrBSCMw" alt="" width="744" height="608"/><figcaption class="wp-element-caption">fonte: Fundação Ellen Macarthur</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ciclos técnicos e biológicos na economia circular</strong></h2>



<p>Já visando uma forma de consumo consciente e eficiente, a economia circular efetua uma distinção entre ciclos técnicos e biológicos de forma proveitosa.&nbsp;</p>



<p>Focado apenas no consumo, os ciclos biológicos, no qual alimentos e outros materiais de origem biológica, são planejados para retornar a natureza por meio do processo de decomposição, de forma que a sua reinserção na natureza seja benéfica, proporcionando recursos renováveis para a economia.</p>



<p>Nos ciclos técnicos o produto é desenvolvido através de estratégias na qual o mesmo possa ser reinserido na cadeia de produção (tais como: reuso, reparo, remanufatura e reciclagem), tendo como resultado a possibilidade de recuperação e restauração dos produtos, de seus materiais e componentes.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://lh6.googleusercontent.com/aGj3bc57UocdHtW1aMD3uhz1gFPxXpfXKeKgUW2XbXOn5A8nBfpdSTyN2FL69apVRn4Ui6X3-5HfqMdI-FI-5Uucd4FLDMK6NjQjlimGhGcfSI46SxymXGhu6jSKFoTJmcZFPENVqAT_Z6zQprurSId_gQ4Zo43MHgLoPhZOKBqAVY8jA9V5m99mPhilXe4B-F3qZOcpDw" alt="" width="737" height="402"/><figcaption class="wp-element-caption">fonte: Fundação Ellen Macarthur</figcaption></figure>



<p>E para que isso tudo possa acontecer, é preciso ter diretrizes. Afinal, a economia circular vai muito <strong>além das noções de</strong> <strong>Reduzir, Reciclar e Reutilizar</strong>.</p>



<p>São poucos preceitos, mas que trazem vantagens quantitativas e qualitativas para todos os envolvidos na circularidade.&nbsp;</p>



<p>Na prática os materiais otimizados para o <em>ciclo </em><strong><em>biológico</em></strong><strong> </strong>são <strong>biodegradáveis</strong> ou obtidos a partir de matéria vegetal, e retornam seu valor como nutrientes biológicos para o solo. Os materiais otimizados para o <em>ciclo </em><strong><em>técnico</em></strong><strong> </strong>também são considerados nutrientes – nutrientes técnicos – e utilizados de modo que circulam em ciclos industriais fechados – principalmente aqueles que não são produzidos de forma contínua pela biosfera (não-renováveis).</p>



<p>A partir dessa lógica, dois tipos de produtos são diferenciados: os produtos de consumo e os produtos de serviço. Os de consumo, como produtos de limpeza, shampoos e embalagens, são feitos com nutrientes biológicos, que por sua natureza podem ser descartados (diretamente ou passando por diversos usos consecutivos), de forma a enriquecer a biosfera ao invés de contaminá-la.</p>



<p>Já os produtos de serviço como carros, máquinas de lavar, lâmpadas e televisores geralmente são feitos com nutrientes técnicos, e desenhados desde o início para o reuso. São considerados produtos de serviço pois seu valor para o usuário não está no produto em si, mas no serviço que ele proporciona – respectivamente nos exemplos acima: transporte, roupas limpas, luz e entretenimento.</p>



<p><strong>Em resumo:</strong> o coletivo de empresas, cidades e demais <a href="https://hazeshift.com.br/tipos-de-stakeholders-internos-externos/">stakeholders </a>que aplicam o sistema de circularidade que observamos acima, formarão o que a gente entende como sistema economia circular.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como aplicar a circularidade em seus processos e negócios?</strong></h2>



<p>Para aplicar a economia circular em seu negócio, independentemente do seu porte, é preciso levar em conta algumas questões. Ao avaliar todos os processos da produção, da obtenção de recursos ao descarte, é possível encontrar alternativas mais sustentáveis e que façam a diferença &#8211; inclusive novas oportunidades de negócio.</p>



<p>E para além disso, pense: o que pode mudar? Como gerar impactos mais positivos para o meio ambiente? Dentro do seu negócio, reveja por exemplo:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A captação de recursos naturais: como depender menos (ou regenerar) as fontes naturais?</li>



<li>O uso de matéria-prima: como escolher as melhores matérias-primas?</li>



<li>A manufatura: como conceber e produzir com maior ecoeficiência?</li>



<li>O processo de distribuição: como distribuir com menos impacto?</li>



<li>Uso e consumo: como prolongar o uso?</li>



<li>A reciclagem (reúso, reparo, redistribuição e remanufatura): como reinserir o produto no ciclo?</li>
</ul>



<p>E, como citamos anteriormente, precisamos cultivar uma <a href="https://hazeshift.com.br/o-novo-codigo-de-cultura-leia-resumo-livro-podcast/">cultura organizacional</a> que direcione a empresa para processos mais inovadores e sustentáveis, que possam sustentar todas essas mudanças.</p>



<p>Um exemplo claro disso é a indústria de cosméticos, que é a que mais produz plástico atualmente. A Natura, foi a primeira marca de cosméticos do Brasil a adotar os refis em seus produtos, ainda em 1983. As iniciativas para as cadeias de reciclagem, como o Programa Natura Elos, configuram a responsabilidade compartilhada com os fornecedores de embalagens, cooperativas, recicladores e fabricantes, e que, desde 2017, a empresa colabora para garantir a rastreabilidade, a homologação e a logística reversa em todos os seus fornecedores de materiais reciclados. É claramente uma mudança na lógica do negócio e na cultura da organização.</p>



<p>Como exemplo de circularidade, as embalagens de Kaiak, em que os chamados “ombros” das fragrâncias, maior peça plástica das embalagens, são feitas de plástico reciclado retirado do litoral brasileiro. Além disso, os frascos também são produzidos com até 30% de vidro reciclado e utilizam álcool 100% orgânico, assim como todas as fragrâncias da Natura.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A Economia do futuro</strong></h2>



<p>Por fim, para convencer ainda mais que a economia circular é uma das promessas mais estratégicas para a sua empresa &#8211; para determinados bens de consumo (alimentos, bebidas, têxteis e embalagens) -, é estimado o potencial global de US$ 700 bilhões por ano em economia de recursos, equivalente a 20% dos custos de insumos nesses setores, segundo <a href="https://www.google.com/url?q=https://www.creditodelogisticareversa.com.br/post/t-economia-circular-o-que-e-e-quais-seus-beneficios?fbclid%3DIwAR3zfh3o3096qJQAkX2idKybXIhI_0w5fZWuP9Q2KjdDC_qEBi2U9byf63U&amp;sa=D&amp;source=docs&amp;ust=1671477515034577&amp;usg=AOvVaw16uupqfixova901NAlnQDQ" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pesquisa feita pela Ellen MacArthur Foundation, a SUN Institute e a McKinsey</a>.</p>



<p>Na China, por exemplo, a promoção da economia circular vem sendo incorporada nos planos governamentais há ainda mais tempo, desde o início dos anos 2000. Em 2009, o governo chinês deu novos avanços a partir da Lei de Promoção da Economia Circular, baseada no uso eficiente dos recursos a partir de incentivos fiscais, apoio financeiro e regulações.</p>



<p>Aqui no Brasil, indicadores como o <a href="https://www.creditodelogisticareversa.com.br/post/t-o-que-e-o-indice-de-sustentabilidade-empresarial-ise">Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE)</a>, criado para nortear fundos de investimentos da B3, tem buscado identificar empresas alinhadas às práticas de sustentabilidade.&nbsp;</p>



<p>Esse tipo de indicador destaca as empresas mais sustentáveis do mercado, favorecendo e atraindo investimentos em seus modelos de negócio. Além disso, esse destaque facilita a busca por crédito em instituições financeiras, uma vez que estas perceberam a importância e segurança na contribuição com o meio ambiente. Podemos observar essa movimentação através da <a href="https://www.bcb.gov.br/estabilidadefinanceira/sustentabilidade">agenda de sustentabilidade ambiental do Banco Central</a>.&nbsp;</p>



<p>E claro, não para por aí. O tema Economia Circular tem aparecido em escala global e está relacionado à sustentabilidade do desenvolvimento econômico e social. Os consumidores e as organizações já perceberam que adotar esse sistema não é mais uma questão de possibilidade, mas sim de necessidade. </p>



<p>Esse é um tema muito amplo, com muitas outras interfaces que podem ser exploradas na sua empresa. Muitas vezes, o que pode estar falando para sua empresa colocar a economia circular em prática são projetos direcionados. Nesse sentido, existem <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-chesbrough/">práticas de inovação aberta</a> e de <a href="http://v">design estratégico</a> capazes de estruturar uma trilha para <a href="https://hazeshift.com.br/design-de-experiencia-de-aprendizagem/">reorganizar o planejamento estratégico</a>. </p>



<p>Nós da Haze Shift estamos sempre prontos para compartilhar e ajudar em todos esses <a href="https://hazeshift.com.br/change-management-gerenciamento-de-mudanca/">processos e mudanças</a>! Então, é hora de dar aquele pontapé inicial na economia circular com muita inovação na sua empresa. <a href="https://hazeshift.com.br/vamos-conversar/">Vamos Conversar</a>!</p>
<p>O post <a href="https://hazeshift.com.br/economia-circular-inovacao/">A Economia Circular e seu impacto no ecossistema de inovação</a> apareceu primeiro em <a href="https://hazeshift.com.br">Haze Shift</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://hazeshift.com.br/economia-circular-inovacao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Inovação aberta no agronegócio do Brasil desponta graças à conexão entre startups e empresas</title>
		<link>https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-no-agronegocio/</link>
					<comments>https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-no-agronegocio/?noamp=mobile#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Fernando Frederico]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Aug 2022 22:29:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação Aberta]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação Digital]]></category>
		<category><![CDATA[startups]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[transformação digital]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://hazeshift.com.br/?p=3867</guid>

					<description><![CDATA[<p>Se hoje o agro brasileiro representa 27,5% do PIB (dado de 2021) e é referência mundial, muito disso é resultado da aposta em tecnologia e inovação. Nesse sentido, eu vejo que a inovação aberta no agronegócio é uma das mais fortes de todos os setores.   Esse movimento em prol da inovação aberta no agronegócio é  Leia</p>
<p>O post <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-no-agronegocio/">Inovação aberta no agronegócio do Brasil desponta graças à conexão entre startups e empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://hazeshift.com.br">Haze Shift</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se hoje o agro brasileiro representa 27,5% do PIB (dado de 2021) e é referência mundial, muito disso é resultado da aposta em tecnologia e inovação. Nesse sentido, eu vejo que a inovação aberta no agronegócio é uma das mais fortes de todos os setores.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Esse movimento em prol da inovação aberta no agronegócio é relativamente novo, mas em cerca de uma década já se consolidou, e uma prova disso é a quantidade de agritechs ou AgTechs: as startups do agro.</p>



<p>Segundo o último <a href="https://forbes.com.br/forbesagro/2021/05/radar-agtech-brasil-2020-21-quantidade-de-agtechs-aumenta-40-em-relacao-a-2019/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Radar Agtech Brasil 2020/2021</a>, elaborado pela Embrapa, SP Ventures e Homo Ludens Research and Consulting, o número de startups do agro cresceu 40% desde 2019, chegando a 1.574 Agtechs ativas em 2021. </p>



<p>Provavelmente, esse número é ainda maior, já que novas surgem dia a dia. Isso é uma excelente porta para toda a cadeia produtiva: de dentro da porteira &#8211; para produtores, profissionais de agronomia e medicina veterinária – e para fora da porteira – da logística à transformação em produtos, até chegar ao consumidor final.&nbsp;</p>



<p>E se tem uma coisa que as empresas do setor sabem fazer é olhar para as oportunidades, o que vem sendo comprovado pela alta quantidade de eventos e a intensa busca por <a href="https://hazeshift.com.br/matchmaking-de-startups/">matchmaking de startups</a>, potencializando a inovação aberta no agronegócio.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O que vemos são, inclusive, startups totalmente alinhadas à agricultura e pecuária sustentável, reforçando os <a href="https://hazeshift.com.br/esg-inovacao/">pilares ESG</a> e desmistificando o rótulo de que o agro é vilão da natureza. Muito pelo contrário: é um aliado, pois o setor depende do clima e dos recursos naturais para sua própria sustentabilidade, e busca nas startups soluções também para esse aspecto. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Inovação aberta no agronegócio: localização e atuação das startups </strong></h2>



<p>O <a href="https://www.agtechgarage.com/censo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">2º Censo AgTech Startups Brasil</a>, realizado pela EsalqUSP em parceria com o AgTech Garage, com 184 startups, identificou que quase a metade (46%) das agritechs são de São Paulo. </p>



<p>Mas, como consultor de inovação, eu pessoalmente posso dizer que é possível encontrá-las em vários locais onde o agro brasileiro desponta, ou seja, em todos os estados do Sul e Centro Oeste há empreendedores com soluções incríveis.&nbsp;</p>



<p>O fato é que, assim como mostra a pesquisa, a gestão tecnológica é o tema mais presente nas soluções apresentadas por esses empreendimentos. Veja no gráfico abaixo a área de atuação das startups do agro:&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://lh4.googleusercontent.com/K8GmqW_z5XU6j4sUe5Wj0jiuWokszEWPaO7TTHjBUsJJYQ53YTviH-d7QemxDl3eXv09itnd2sIuY0FvSLTPRrRsPFrLItI9OcPrV2os2_hQceRUHCSYeVnvWtwbBMR3o2qRw7CvtSDTbLdoExSkRw" alt="" width="640" height="363"/></figure>



<p><a href="http://agtechgarage.com/censo/">Fonte: AgTech Garage</a></p>



<p>Ou seja, existem muitas oportunidades para serem exploradas, incluindo a agricultura orgânica  e outros vários itens que reforçam a oportunidade de sustentabilidade no setor.  </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que a inovação aberta no agronegócio proporciona </strong></h2>



<p>Entre as empresas pesquisadas acima, 35% tem sede própria, 21% estão em incubadoras, 15% em coworkings, 13% não tem local de trabalho físico, 9% estão em parques tecnológicos e 7% em hubs patrocinados por outras empresas. Além disso, pelo menos a metade (51%) das entrevistadas têm parceria com pelo menos uma grande empresa.&nbsp;</p>



<p>Esse <a href="https://hazeshift.com.br/matchmaking-de-startups/">matchmaking com startups</a> é uma excelente porta para as Agritechs aproveitarem as iniciativas de inovação aberta no agronegócio para realizarem seus primeiros projetos, protótipos, além de fazerem novas conexões e receberem mentoria próxima de profissionais.&nbsp;</p>



<p>Em contrapartida, as empresas e cooperativas do setor têm a oportunidade para fazerem testes rápidos (algumas vezes até mesmo falharem rápido sem gastar um recurso gigantesco), colocando em prática MVPs (produto mínimo viável) em parceria com essas startups. </p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/transformacao-digital-no-agronegocio/"><strong>Leia também sobre o movimento de transformação digital na agropecuária</strong></a></h4>



<p>Além disso, a inovação aberta no agronegócio também traz para perto o contato com estudantes universitários e técnicos. Isso também aproxima a Academia na construção de soluções inovadoras. Ademais, abre ainda mais as porteiras para a criação de novas startups.&nbsp;</p>



<p>Um bom exemplo disso é o <a href="https://www.investe.sp.gov.br/noticia/programa-de-capacitacao-em-inovacao-e-empreendedorismo-no-agronegocio-recebe-inscricoes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Programa Acelera</a> da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP), feito em parceria com o Centro de Inovação para Agricultura China-Brasil, a China Agricultural University e a Hainan University. Ele é direcionado a estudantes de graduação e pós-graduação, e oferece conteúdos de inovação e empreendedorismo no agronegócio. Aliás, isso mostra também como outros países estão de olho em nossos talentos do agro. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Eventos e programas de inovação aberta no agronegócio </strong></h2>



<p>Esse incentivo ao empreendedorismo também está presente nos eventos do setor.&nbsp;</p>



<p>As maiores feiras do agro brasileiro, como a <a href="https://showrural.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Show Rural</a>, organizado pela Coopavel em Cascavel, e a <a href="https://www.agrishow.com.br/pt/Home.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agrishow</a>, de Ribeirão Preto, têm destinado áreas especiais para startups mostrarem seus trabalhos aos visitantes. </p>



<p>Além disso, as empresas que lideram a inovação aberta no agronegócio estão investindo em programas com startups. Um exemplo claro é a <a href="https://agevolution.canalrural.com.br/pesquisas-da-embrapa-geram-r-618-bilhoes-de-lucro-social/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Embrapa</a>, considerada uma das cinco empresas líderes em inovação aberta no setor segundo o ranking Top Open Corps 2021, da 100 Open Startups, que inclui ainda <a href="https://agevolution.canalrural.com.br/cargill-testa-mascara-para-absorver-metano-das-vacas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cargill</a>, <a href="https://mosaicco.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mosaic</a>, <a href="https://agevolution.canalrural.com.br/corteva-e-cubo-itau-anunciam-parceria-para-inovacao-no-agro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Corteva Agriscience</a> e <a href="https://agevolution.canalrural.com.br/slc-agricola-eleva-desempenho-com-conectividade-nas-fazendas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SLC Agrícola</a>. Juntas, elas são responsáveis por 36% dos relacionamentos com startups no setor.</p>



<p>Nesse sentido, como uma das principais culturas agrícolas atuais no Brasil, em quesito exportações, é a soja, a Embrapa lançou o <a href="https://lp-cnpso.comunica.embrapa.br/soja-open-innovation-principal" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Soja Open Innovation em 2021</a><strong>,</strong> um edital público de seleção de startups para desenvolverem projetos de inovação aberta, em parceria técnica com a estatal.  A busca foi por parcerias nas áreas de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), Internet of Things (IoT), Inteligência Artificial, Sensoriamento, Robótica, Automação, Biotecnologia, Nanotecnologia, Bioinformática, desenvolvimento de bioprodutos, Comunicação Multimídia, entre outras soluções. </p>



<p>As cooperativas brasileiras, altamente responsáveis por grande parte da tecnologia e produção da agropecuária nacional, também estão de olho nas startups. Por exemplo, a Unium (co-criada pelas cooperativas paranaenses Frísia, Castrolanda e Capal) é a dona da marca Alegra, de carne suína, e também lançou um edital similar ao da Embrapa, chamado <a href="https://alegracoonecta.digitalagro.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alegra Coonecta</a>, com o objetivo de selecionar startups que inovem na maneira de produzir e distribuir alimentos. </p>



<p>E lembra quando eu disse que os eventos do agro estão cada vez mais abertos às startups? Pois então, o Alegra Coonecta foi lançado durante o <a href="https://digitalagro.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Digital Agro</a>, um evento anual focado em tecnologia e <a href="https://hazeshift.com.br/transformacao-digital-no-agronegocio/">transformação digital no agronegócio</a>. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como as empresas do agro podem começar </strong></h2>



<p>Os exemplos acima mostram como é possível reforçar as conexões de inovação aberta no agronegócio: eventos, parcerias, networking, programas de inovação. Contudo, caso a sua empresa esteja com dificuldades em como começar, é altamente recomendável a busca de uma consultoria de inovação.&nbsp;</p>



<p>Nós da Haze Shift podemos ajudar especificamente em tópicos que teremos o prazer de apresentar cases de sucesso, como:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Mapeamento e <a href="https://hazeshift.com.br/matchmaking-de-startups/">matchmaking de startups</a></li><li>Elaboração de programas de inovação aberta (veja um exemplo com <a href="https://hazeshift.com.br/historias/academy-hack-ambev-tech/?portfolioCats=3%2C2%2C5%2C4">Ambev Tech neste link</a>);&nbsp;</li><li>Aproximação com clientes fornecedores e parceiros;&nbsp;</li><li>Aproximação com universidades, centros de pesquisa, hubs e parques tecnológicos;&nbsp;</li><li>Desenvolvimento de ações de <a href="https://hazeshift.com.br/big-data-agronegocio-ciencia-dados-agricultura/">ciências de dados no agronegócio</a>.&nbsp;</li></ul>



<p>Inclusive, sobre este último item, recentemente, nós da Haze Shift ajudamos a <a href="https://www.inobram.com.br/">Inobram</a>, empresa de equipamentos de monitoramento de granjas (de aves e de suínos) a criar novas soluções, com o apoio do edital público <a href="https://www.agrotechpr.com.br/">AgroTech</a> PR, do Senai. Além de equipamentos, a empresa está dando um novo passo, oferecendo o monitoramento com recomendações em tempo real aos produtores sobre quais condições devem alterar na granja para melhorar o bem-estar animal, como aumento de luz, aumento da oferta de água, chamada para visita técnica de agrônomos ou veterinários, entre outros itens.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Além disso, fomos convidados para elaborar um <a href="https://hazeshift.com.br/hunting-de-startups/">hunting de startups</a> em 2022 para uma empresa especializada na produção de alimentos orgânicos.&nbsp;</p>



<p>Portanto, se você precisa dar os primeiros passos ou formatar seu próximo programa de inovação aberta no agronegócio ou em outros setores, <a href="https://hazeshift.com.br/vamos-conversar/">entre em contato</a> e vamos desenhar uma solução estratégica e sob medida para o seu negócio.&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-no-agronegocio/">Inovação aberta no agronegócio do Brasil desponta graças à conexão entre startups e empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://hazeshift.com.br">Haze Shift</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-no-agronegocio/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como a inovação aberta conecta os objetivos sustentáveis da ONU de infraestrutura, produção responsável e trabalho decente</title>
		<link>https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-ods/</link>
					<comments>https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-ods/?noamp=mobile#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leo Tostes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Aug 2021 00:04:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura de Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Aberta]]></category>
		<category><![CDATA[ods]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://hazeshift.com.br/?p=2874</guid>

					<description><![CDATA[<p>Você já parou para pensar quais Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, os famosos ODS, estão mais conectados? E quais são mais aderentes à sua empresa? Aqui no blog da Haze Shit, nós estamos fazendo uma série de artigos que pode ajudar sua estratégia de sustentabilidade e inovação. Inclusive, o ODS 9 se chama justamente:  Leia</p>
<p>O post <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-ods/">Como a inovação aberta conecta os objetivos sustentáveis da ONU de infraestrutura, produção responsável e trabalho decente</a> apareceu primeiro em <a href="https://hazeshift.com.br">Haze Shift</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você já parou para pensar quais Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, os famosos ODS, estão mais conectados? E quais são mais aderentes à sua empresa? Aqui no blog da Haze Shit, nós estamos fazendo uma <a href="https://hazeshift.com.br/tag/ods/">série de artigos</a> que pode ajudar sua estratégia de sustentabilidade e inovação. Inclusive, o<a href="http://www.agenda2030.org.br/ods/9/"> ODS 9</a> se chama justamente: Inovação, Indústria e Infraestrutura.</p>



<figure class="wp-block-table is-style-stripes"><table><tbody><tr><td><strong>Direto ao ponto: saiba mais sobre cada ODS abordada neste texto</strong><br><strong> </strong><br><a href="#ancora-1">ODS 9: Indústria, Inovação e Infraestrutura<br></a><a href="#ancora-2">ODS 12: Consumo e Produção Responsáveis<br></a><a href="#ancora-3">ODS 8: Trabalho Decente e Crescimento Econômico<br></a><a href="#ancora-4">ODS 5: Igualdade de Gênero<br></a><a href="#ancora-5">ODS 16: Paz, Justiça e Instituições Eficazes</a></td></tr></tbody></table></figure>



<p>Como destaca a<a href="http://www.agenda2030.org.br/ods/9/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Agenda 2030 da ONU</a>, investimentos em infraestrutura e em inovação são condições básicas para o crescimento econômico. Nós da Haze Shift concordamos. E aqui existe uma grande oportunidade de colocar a inovação aberta em prática para fazer esses investimentos.</p>



<p>Uma das<a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-chesbrough/"> rotas de inovação aberta</a> é a engenharia colaborativa (<a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-chesbrough/">veja aqui a rota número 5</a>), utilizada principalmente nas indústrias, que une dois ou mais parceiros em processos de design, engenharia e produção, sendo realizado por equipes multidisciplinares e integradas.Eu diria que essa é uma forma inclusive de não pagar a conta sozinho, pois pode otimizar compras e até mesmo unir marcas concorrentes. Por exemplo, uma das unidades industriais do Complexo Ayrton Senna, fundado em 1998, na região de Curitiba, focada em injeção de alumínio, foi construída a partir de uma aliança entre marcas concorrentes, pelo consórcio Aliança Renault-Nissan-Mitsubishi, criado em 1999.</p>



<a id="ancora-1"></a>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um exemplo de cooperação mútua</strong></h2>



<p>Contudo, quando falamos em indústria existe algo além da produção física. Existe o fornecimento de serviços, como a indústria de software. E como a Agenda 2030 da ONU valoriza muito as conexões nas comunidades locais, como elemento gerador de renda e de desenvolvimento, novamente a inovação aberta se mostra como um motor para o sucesso de organizações de diferentes portes.</p>



<p>Algumas ações podem provocar essa aproximação, gerando valor para uma ampla cadeia de negócios. Este é o caso de instituições financeiras que podem conectar clientes pessoa jurídica de fornecedores locais de tecnologia, por meio de eventos e oficinas. Vamos deixar esse exemplo mais claro?</p>



<p>Em um projeto recente, nós da Haze Shift fomos indicados para atendermos a uma demanda de uma cooperativa de crédito no sudoeste do Paraná. A instituição financeira queria reforçar seu relacionamento com cooperados PJ com uma ação diferenciada. Nós ficamos responsáveis por orquestrar o planejamento e execução, e sugerimos um workshop aos moldes de IdeaLab, ou seja, um laboratório de ideias.</p>



<p>Como a carteira de empresas cooperados naquela região envolve setores como Logística e Alimentação, em nossa experiência com projetos de inovação e transformação digital, sabemos que há uma busca constante pela melhoria de processos e atualização de soluções tecnológicas. Pesando nisso, convidamos startups e companhias tecnológicas locais para cocriar soluções para essas empresas. Com a ajuda dos gerentes das contas PJ, houve ampla conexão entre os fornecedores de tecnologia e as empresas cooperadas.</p>



<p>E olha só que interessante: quando uma instituição financeira aproxima seus clientes de fornecedores de tecnologia, isso pode resultar até mesmo na tomada de empréstimos e financiamentos para novos projetos. É um círculo completo de inovação!</p>



<a id="ancora-2"></a>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A economia circular e o ODS 12: Consumo e Produção Responsável</strong></h2>



<p>Por falar em círculo de inovação, um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU é Consumo e Produção Responsáveis, que está conectado ao<a href="https://hazeshift.com.br/economia-circular/"> conceito de economia circular</a>: os recursos são reutilizados, ou seja, não são explorados e descartados como acontece dentro da lógica de economia linear. Isso ocorre com um novo ciclo de reaproveitamento.</p>



<p>Como<a href="http://www.agenda2030.org.br/ods/12/"> descreve a ONU</a>, isso é indispensável pela redução da pegada ecológica sobre o meio ambiente. E aqui novamente a inovação aberta pode ajudar, com a união de forças. Afinal, o que é lixo para uma companhia pode gerar faturamento para outra. E, consequentemente,reduz o impacto ambiental, estimula a geração de empregos e certamente, gera receita..</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh5.googleusercontent.com/NN6A8GUKBytIGV_FoYhyJ3HeNazu0U9i3Zi_szvUJhL9RMLxQmgb9Xit3heIsF9Ttg2-NdxCbjG0aLS9CvS-6S5vIQGyXOf8cfW5xpfdC8WUZ2iIrAsmcVMjlJSVV5tVoIrXagxA" alt=""/></figure>



<p><em>Fonte: Site </em><a href="https://www.ideiacircular.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><em>Ideia Circular</em></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Três níveis de reciclagem</strong></h2>



<p>Vejamos alguns exemplos fáceis de entender. Classicamente, a reciclagem é o nome dado à reutilização de materiais. Mas existem três níveis de reaproveitamento na economia circular:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><em>Upcycling:</em> resíduos se tornam matéria prima para algo de maior valor do que o original. Quando uma empresa faz uso de objetos em seus processos do dia a dia, mas não os vende, como <em>pallets de madeira, </em>o objeto pode gerar valor para outra empresa quando for para descarte. Veremos um bom exemplo a seguir.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li><em>Downcycling: </em>aqui a matéria prima perde parte de seu valor original, mas ainda assim pode gerar novos produtos. Um exemplo clássico é o papel branco que pode virar itens como papel cartão e papel higiênico. Mais dois exemplos: o uso de fibras de plástico para fazer roupas e pneus triturados para a construção de asfaltos.</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li><em>Recycling</em>: aqui a continuidade é indefinida, e o produto original preserva a capacidade de gerar outros idênticos. É o caso de latas de alumínio ou do reaproveitamento de garrafas de vidro retornáveis.</li></ul>



<p>Se você me permite uma dica, eu recomendo a empresas de todos os portes buscarem<a href="https://hazeshift.com.br/laboratorios-de-inovacao-hubs/"> hubs e laboratórios de inovação</a>, que são um ótimo meio para fortalecer o ecossistema de inovação corporativa a partir da economia circular.</p>



<figure class="wp-block-table is-style-stripes"><table><tbody><tr><td><strong>Um case interessante</strong><br><br>Dentre esses três níveis, talvez você esteja em dúvida quanto a <em>upcycling.</em> Por isso, quero mostrar um bom exemplo. Pense comigo: na logística industrial e de entregas, o uso de pallets é praticamente uma unanimidade, certo? Mas ele desgasta e tem um ciclo de vida. Quando não presta mais, o que as empresas fazem? Muitas descartam. A mesma coisa ocorre quando containers de carga chegam ao Brasil. <br><br>Um casal de empresários, contudo, enxergou nisso uma oportunidade. O de ir atrás desses pallets para criar móveis e itens de decoração. Surgiu, assim, o Casa com Pallet, mostrando que o lixo de empresas e portos pode virar renda.<a href="https://www.casacompallet.com.br/a-casa-com-pallet/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Conheça este case mercado</a>.<br> </td></tr></tbody></table></figure>



<a id="ancora-3"></a>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Chegamos ao ODS 8: Trabalho Decente Crescimento Econômico</strong></h2>



<p>Perceba o seguinte: tanto o <em>case</em> dos pallets quanto o da Cresol geram trabalho decente e crescimento econômico para suas respectivas comunidades.</p>



<p>No caso dos pallets, o empreendedor foi ainda mais além e criou o<a href="https://ecoconsumo.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Eco Consumo</a>, um marketplace de empresas sustentáveis para pequenos empreendedores transformarem resíduos em produtos de alto valor agregado. Já a Cresol, com sua iniciativa, amplia o ecossistema de inovação do Sudoeste paranaense, gerando empregos e renda, e consolidando as empresas da região como fornecedoras de tecnologia. Muito legal, concorda?</p>



<p>Eu, pessoalmente, vejo que isso está totalmente conectado à relação entre<a href="https://hazeshift.com.br/esg-inovacao/"> inovação e ESG</a>, um acrônimo que virou até mesmo critério para manter investidores, e que significa:</p>



<p>&nbsp;<em>E – Environmental (Meio Ambiente)</em></p>



<p><em>S – Social</em></p>



<p><em>G – Governance (Governança).</em></p>



<h3 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/esg-inovacao/"><strong>Leia mais: Qual é a relação entre ESG e inovação e como acelerar a aderência a essas 3 letras</strong></a></h3>



<p>Mas o que tudo isso tem a ver com trabalho decente? Bom, existe toda uma cadeia que faz com que empresas que adotam os princípios ESG funcionem.</p>



<p>Vejamos isso com um exemplo do<a href="https://hazeshift.com.br/transformacao-digital-no-agronegocio/"> agronegócio</a>. No setor de celulose, além da indústria que transforma a matéria prima, existe toda uma rede: proprietários rurais que plantam pinus ou eucaliptos, técnicos agrícolas e engenheiros agrônomos e florestais que dão apoio ao plantio e ao reflorestamento, trabalhadores para corte e para transporte, entre outros. Tudo isso é sinônimo de emprego e desenvolvimento econômico para a região que produz madeira e celulose.</p>



<p>Este exemplo, inclusive, é real. A Klabin é uma das grandes empresas do<a href="http://www.b3.com.br/pt_br/market-data-e-indices/indices/indices-de-sustentabilidade/indice-de-sustentabilidade-empresarial-ise-composicao-da-carteira.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> índice de ESG da B3</a> e mostra em detalhes como tudo isto funciona por meio<a href="https://rs.klabin.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> deste relatório</a>.</p>



<p>Exemplos assim mostram que é possível, dentro de uma região específica, proporcionar trabalho honesto para além de seus próprios colaboradores. Inclusive, em parceria com órgãos como os do<a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/glossario-legislativo/sistema-s" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Sistema S</a> (que se voltam ao treinamento profissional e assistência técnica), é possível seguir a<a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-chesbrough/"> rota de inovação aberta de co-learning (rota 6)</a>, ou aprendizado colaborativo, ensinando profissões a uma rede ampla de pessoas que podem colaborar com a cadeia local.</p>



<a id="ancora-4"></a>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>ODS 5: em busca da igualdade</strong></h2>



<p>Acho que você irá concordar comigo em outro ponto. Essa geração de empregos equilibra a balança de oportunidades de renda nas comunidades, e desencadeia reflexões sobre a inclusão no mercado de trabalho. Inclusive, a<a href="http://www.agenda2030.org.br/ods/5/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> ODS 5 da ONU</a> (Igualdade de Gênero) prega justamente esse equilíbrio na balança.</p>



<p>Em um artigo aqui mesmo no Blog da Haze Shift, meu colega e sócio Luiz Fernando Frederico mostrou como a<a href="https://hazeshift.com.br/diversidade-e-inovacao/"> diversidade é capaz de impulsionar a inovação</a> nas empresas. O artigo nos mostra indícios de que essa igualdade leva a melhores resultados. Um desse indícios é levantado pela pesquisa<a href="https://www.accenture.com/_acnmedia/Thought-Leadership-Assets/PDF/Accenture-Equality-Equals-Innovation-Gender-Equality-Research-Report-IWD-2019.pdf"> <em>Getting to Equal</em> 2019</a> da consultoria Accenture, que destaca que empresas com oportunidades iguais para os colaboradores têm <em>mindset</em> de inovação maior comparado àquelas que são mais desiguais em oportunidades.</p>



<p>E para estimular ainda mais a presença feminina, eu vejo que o debate vai ainda mais longe, e vai ao encontro de uma das metas do ODS 5 que é apoio ao empreendedorismo.&nbsp;</p>



<p>Nesse sentido, existem ações excelentes, como o programa<a href="https://startupi.com.br/2020/03/women-entrepreneurship-microsoft-anuncia-primeiras-startups-selecionadas-para-o-programa/"> Women Entrepreneurship</a> (WE), que seleciona startups lideradas por mulheres para receberem investimentos do fundo WE Ventures. O programa, aliás, é resultado de uma ampla parceria entre diferentes atores da cadeia de inovação: Microsoft Participações, Sebrae Nacional, Bertha Capital e Belvedere Investimentos. Confira:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="video-shortcode"><iframe title="Women Entrepreneurship: conheça mais sobre o projeto voltado ao empreendedorismo feminino" width="1100" height="619" src="https://www.youtube.com/embed/DPOISzKwhAo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<p>Eu destaco aqui também o<a href="https://rme.net.br/institutorme/"> Instituto Rede Mulher Empreendedora</a>, que já tem mais de 100 mil empreendedoras cadastradas e que, por meio de seu próprio ecossistema de inovação, oferece serviços como ativação de marca, consultoria e parcerias. Vale a pena conhecer:<a href="https://rme.net.br/quem-somos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> saiba mais aqui</a>.</p>



<a id="ancora-5"></a>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Tudo isso leva à paz e à justiça: ODS 16</strong></h2>



<p>Reflita comigo: ações de inclusão, igualdade de gênero, emprego decente, responsabilidade corporativa e ambiental e inovação, juntas, são um fator que diretamente leva ao fortalecimento da sociedade e suas instituições. De quebra, colaboram com a manutenção da paz e com os direitos humanos. Faz sentido? Para a ONU (e para mim também), com certeza. E é por isso que o ODS 16 se chama Paz, Justiça e Instituições Eficazes.</p>



<p>Mas nós podemos fazer muito mais para colaborar com essa parte da Agenda 2030, não podemos? Por exemplo, o acesso à Justiça e a proteção das liberdades fundamentais são duas das metas mencionadas pelo ODS 16. Como exemplo disso, aqui no Brasil, entra em vigor em 2021 a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), onde as organizações precisam se adequar para manter a privacidade de pessoas físicas e jurídicas cadastradas ou que fizeram negócios.</p>



<p>Mas como podemos ajudar essas empresas nessa adequação? Novamente, a resposta passa por ações inovadoras. Em um<a href="https://hazeshift.com.br/o-que-e-hackathon-desafios-de-inovacao/"> desafio de inovação aberta</a> chamado<a href="https://globallegalhackathon.com/"> Global Legal Hackathon</a> (GLH), uma equipe do Paraná venceu a etapa regional ao criar um software que faz uma<a href="https://www.oabpr.org.br/projeto-sobre-lgpd-e-destaque-na-etapa-do-global-legal-hackathon-glh-2020-realizada-na-oab-parana/"> varredura em sites e verifica às adequações à nova lei</a>. Muito útil para qualquer companhia.</p>



<p>Outro movimento muito interessante foi promovido pela OAB do Amazonas, Innova Law e SebraeLab, ao promover o<a href="https://amazonialegalhackathon.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Amazônia Legal Hackathon</a> em junho de 2021. A proposta desafiou equipes multidisciplinares a desenvolverem soluções tecnológicas jurídicas alinhadas aos temas dos ODS 3 (<a href="http://www.agenda2030.org.br/ods/3/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Saúde e Bem Estar</a>), 7 (<a href="http://www.agenda2030.org.br/ods/7/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Energia Acessível e Limpa</a>), 9 (<a href="http://www.agenda2030.org.br/ods/9/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Indústria, Inovação e Infraestrutura</a>), 11 (<a href="http://www.agenda2030.org.br/ods/11/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cidades e Comunidades Sustentáveis</a>) e 15 (<a href="http://www.agenda2030.org.br/ods/15/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Vida Terrestre</a>). O resultado você assiste aqui:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="video-shortcode"><iframe title="#ALH2021 | Final do Amazonia Legal Hackathon" width="1100" height="619" src="https://www.youtube.com/embed/rUmlxasi6Vo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<p>Eu poderia citar vários outros exemplos. Em nível global, o SDG 16 <em>Innovation Challenge</em> é um desafio de inovação que convida jovens entre 15 e 35 anos a desenvolverem ideias conectadas aos objetivos de estado de direito e o acesso à justiça para todos.<a href="https://accountabilitylab.org/our-work/sdg-16-innovation-challenge/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Conheça mais aqui</a>.</p>



<p>Apesar de querer falar mais sobre estes casos, chegou a hora de encerrar este texto. Mas não de encerrar o debate. Ficam as perguntas: como você e sua organização enxergam os ODS que citamos neste texto? Sua empresa já percebeu como pode valorizar a marca e fazer negócios a partir de ideias conectadas aos ODS? Estamos aqui disponíveis para conversar sobre isso. Deixe um comentário!</p>
<p>O post <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-ods/">Como a inovação aberta conecta os objetivos sustentáveis da ONU de infraestrutura, produção responsável e trabalho decente</a> apareceu primeiro em <a href="https://hazeshift.com.br">Haze Shift</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-ods/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Empresas de qualquer ramo podem ser fontes de energia limpa e água potável. Duvida? Nós explicamos</title>
		<link>https://hazeshift.com.br/energia-limpa-agua-potavel-ods-empresa/</link>
					<comments>https://hazeshift.com.br/energia-limpa-agua-potavel-ods-empresa/?noamp=mobile#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leo Tostes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jun 2021 01:02:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura de Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Aberta]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da inovação]]></category>
		<category><![CDATA[ods]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://hazeshift.com.br/?p=2573</guid>

					<description><![CDATA[<p>Você já parou para pensar na aderência do seu negócio aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU? Recentemente nós da Haze Shift fizemos essa reflexão e hoje é dia de convergir quatro dos 17 ODS ao mundo corporativo. São eles: ODS 7 - Energia acessível e limpaODS 6 - Água Potável e Saneamento ODS 11  Leia</p>
<p>O post <a href="https://hazeshift.com.br/energia-limpa-agua-potavel-ods-empresa/">Empresas de qualquer ramo podem ser fontes de energia limpa e água potável. Duvida? Nós explicamos</a> apareceu primeiro em <a href="https://hazeshift.com.br">Haze Shift</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você já parou para pensar na aderência do seu negócio aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU? Recentemente nós da Haze Shift<a href="https://hazeshift.com.br/ods-empresas-agenda-2030/"> fizemos essa reflexão</a> e hoje é dia de convergir quatro dos 17 ODS ao mundo corporativo. São eles:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><a href="#ancora-1"><strong>ODS 7 &#8211; Energia acessível e limpa</strong></a></li><li><a href="#ancora-2"><strong>ODS 6 &#8211; Água Potável e Saneamento&nbsp;</strong></a></li><li><a href="#ancora-3"><strong>ODS 11 &#8211; Cidades e Comunidades Sustentáveis&nbsp;</strong></a></li><li><strong><a href="#ancora-4">ODS 13 &#8211; Ação Contra a Mudança Global do Clima&nbsp;</a></strong></li></ul>



<p>Em primeiro lugar, certamente você já ouviu falar em modelos de energia limpa e que pregam a sustentabilidade. Pois bem, esse é o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável<a href="http://www.agenda2030.org.br/ods/7/"> número 7</a> da ONU: Energia Acessível e Limpa. E olha que essas formas podem estar mais perto do que você imagina.</p>



<p>Aqui na empresa, meu sócio Luiz Fernando Frederico já mostrou neste blog como<a href="https://hazeshift.com.br/agroenergia-no-brasil/"> inovação e agroenergia no Brasil</a> vêm revolucionando a forma de gerar energia a partir de materiais produzidos no campo. Mas também pode existir energia limpa em algum telhado pertinho da sua casa ou trabalho. Sim, estamos falando da energia solar. Afinal, ela está cada vez mais popular. Veja como funciona:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="video-shortcode"><iframe title="Como funciona energia solar" width="1100" height="619" src="https://www.youtube.com/embed/aJ_qFfnhGfs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<a id="ancora-1"></a>



<p>Interessante, concorda? Sua empresa ou mesmo sua residência podem ser beneficiadas com este sistema, pois as placas solares captam energia suficiente para o abastecimento contínuo, e o uso de energia das concessionárias locais vem, geralmente, só à noite (se a energia solar captada durante o dia tiver acabado). E um ótimo meio de ampliar essa energia limpa é por meio da inovação aberta. Vamos entender isso com um exemplo?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Energia Limpa: exemplo de inovação aberta</strong></h2>



<p>A acessibilidade à energia solar por meio de parcerias entre empresas e startups é um ótimo meio para, cada vez mais, tornar isso uma realidade. E aqui no Brasil temos um excelente projeto da Ambev, que busca levar energia limpa a mais de 700 mil bares, restaurantes e supermercados no Brasil, por meio da Z-Tech (hub de tecnologia e inovação da multinacional). Entenda como funciona:</p>



<p>Os estabelecimentos parceiros da Ambev fazem um<a href="https://www.energialemon.com.br/ambev"> cadastro</a> na startup Lemon, que identifica dentro de uma rede de fornecedores de energia solar quantos painéis solares que o estabelecimento precisa alugar para abastecimento próprio. Dessa forma, a startup faz uma proposta e, caso o estabelecimento aceite, o fornecimento de energia do local passa a ser feito por energia solar, através da mesma rede de linhas de transmissão disponibilizada pela empresa de energia local. O proprietário não precisa fazer obras e a startup fica responsável pela burocracia de contato com a companhia de energia local.<a href="https://www.energialemon.com.br/como-funciona"> Leia aqui algumas perguntas frequentes</a>.</p>



<p>Assim como quando ocorre a instalação de painéis solares, a promessa é que o investimento auxilie as empresas a reduzir a conta de energia. De quebra, dessa maneira, ocorre menos emissões de gases e poluentes na atmosfera pelo abastecimento com esse tipo de energia.&nbsp; Portanto, fica a minha recomendação ao empreendedor: busque startups como a Lemon, a<a href="https://landing.solfacil.com.br/"> Solfácil</a> e a<a href="https://www.renovagreen.com.br/"> Renova Green</a>, entre outros exemplos.&nbsp;</p>



<a id="ancora-2"></a>



<figure class="wp-block-table is-style-stripes"><table><tbody><tr><td><strong>Oportunidade de faturar com energia</strong><br>Quando empresas ou propriedades geram sua própria energia &#8211; seja por meio solar, eólica, pequenas centrais hidrelétricas ou pela<a href="https://hazeshift.com.br/agroenergia-no-brasil/"> agroenergia</a> -, elas se inserem no chamado<a href="https://www.agroenergia.com.br/mercado-livre"> Mercado Livre de Energia</a>, ou Ambiente de Contratação Livre (ACL). Nesse mercado, o empreendedor consome a própria energia e tem a oportunidade de vender a produção energética excedente às distribuidoras de energia, por contratos bilaterais.<br></td></tr></tbody></table></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Da luz à água potável</strong></h2>



<p>E se por um lado o Sol é capaz de gerar energia, ele já se mostra capaz de auxiliar no tratamento da água e no saneamento, como veremos a seguir.</p>



<p>Essa gestão sustentável de água e esgoto é o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável<a href="http://www.agenda2030.org.br/ods/6/"> número 6</a> da ONU. Uma das metas desse objetivo é fortalecer a participação das comunidades locais na gestão hídrica. Nesse sentido, novamente existem pessoas dispostas a isso, mostrando forte conexão de inovações com origem em<a href="https://hazeshift.com.br/startups-universitarias-brasil/"> universidades e startups</a>.</p>



<p>Vejamos o exemplo da empreendedora Anna Luísa Beserra, da Bahia. Ela desenvolveu um dispositivo para o tratamento da água que utiliza radiação solar para o processo de limpeza, produzindo até 30 litros de água tratada por dia. O equipamento se chama<a href="https://www.sdwforall.com.br/aqualuz"> Aqualuz</a>: um equipamento acoplado a cisternas.</p>



<p>A jovem concorreu ao prêmio Jovem Cientista, do CNPQ, em 2013, quando ainda estava no Ensino Médio. Ela aprimorou o projeto partir de 2015 cursando Biotecnologia na Universidade Federal da Bahia (UFBA) e lançando uma <a href="https://hazeshift.com.br/startups-universitarias-brasil/">startup universitária</a> chamada <a href="https://sdwforall.com/quem-somos">SWD</a>. Em 2019, a SDW ganhou a premiação da ONU Meio Ambiente, seu primeiro reconhecimento internacional. E ela levantou mais um bom dinheiro no programa<a href="https://gshow.globo.com/programas/caldeirao-do-huck/the-wall/noticia/jovem-cientista-de-22-anos-que-usa-luz-solar-para-purificar-agua-leva-r46-mil-no-the-wall.ghtml"> Caldeirão do Huck</a> e <a href="https://agenciaeconordeste.com.br/dispositivo-nordestino-de-filtragem-solar-da-agua-e-vice-campeao-de-competicao-nos-eua/">R$ 25 mil no Hack Brazil</a>, um hackaton para startups de tecnologia promovido pela Universidade de Harvard, dos Estados Unidos.&nbsp;&nbsp;</p>



<p><a href="https://hazeshift.com.br/o-que-e-hackathon-desafios-de-inovacao/"><strong>Leia também: Tudo sobre hackathon, o que é e como funcionam os melhores desafios de inovação aberta</strong></a></p>



<p>Além disso, a SDW também oferece o<a href="https://sdwforall.com/servicos"> serviço para empresas</a> que querem apostar em Projetos de Responsabilidade Social. Isso é inovação aberta pura: uma startup que começou de forma universitária e que agora oferece serviços a empresas!&nbsp;</p>



<a id="ancora-3"></a>



<figure class="wp-block-table is-style-stripes"><table><tbody><tr><td><strong>Faça sua parte </strong><br>Se você achou essa história inspiradora, que tal começar a fazer a sua parte? A Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico do Brasil, a ANA, possui diversas iniciativas, entre <a href="https://www.ana.gov.br/programas-e-projetos">programas e projetos</a>. A agência inclusive premia iniciativas de pequenas, médias e grandes empresas que realizam projetos para promover a segurança hídrica. Saiba mais no site do <a href="https://premio.ana.gov.br/">Prêmio Ana</a>.&nbsp;<br></td></tr></tbody></table></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Projetos assim formam cidades e comunidades sustentáveis&nbsp;</strong></h2>



<p>Os projetos que citamos acima sobre energia limpa e água acabam indo ao encontro de outro Objetivo de Desenvolvimento Sustável da ONU: Cidades e Comunidades Sustentáveis (<a href="http://www.agenda2030.org.br/ods/11/">ODS 11</a>), que busca reduzir as desigualdades e melhorar questões como gestão de resíduos, qualidade da água, planejamento urbano, e aumentar a resiliência dos assentamentos humanos. Além disso, colaboram para o conceito de Cidade Inteligentes, ou seja, que otimizam o uso de recursos em favor do cidadão. Entenda melhor:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="video-shortcode"><iframe title="Cidades Inteligentes - vídeo conceitual" width="1100" height="619" src="https://www.youtube.com/embed/vuAgaUl-wTI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<p>Pronto, agora que você já sabe o que é uma cidade inteligente, vamos pensar também em como sua empresa pode aproveitar esse momento de<a href="https://hazeshift.com.br/culture-hacking/"> transição de eras</a> que vivemos para mostrar a<a href="https://hazeshift.com.br/tipos-de-stakeholders-internos-externos/"> stakeholders</a> que está conectada ao tema<a href="https://hazeshift.com.br/esg-inovacao/"> inovação e ESG</a> (<em>Environmental, Social and Governance</em>).</p>



<p><a href="https://hazeshift.com.br/esg-inovacao/"><strong>Leia também: Qual é a relação entre ESG e inovação e como acelerar a aderência a essas 3 letras</strong></a></p>



<p>Assim como a <em>otimização de recursos</em> é um termo chave para cidades inteligentes, ele também é chave para empresas que querem atrair investidores, algo diretamente conectado a uma boa gestão de ESG. Afinal, as novas gerações estão até mesmo dispostas a pagar mais por produtos e soluções de empresas sustentáveis, segundo<a href="https://www.nielsen.com/wp-content/uploads/sites/3/2019/05/sustainable-innovation-report.pdf"> pesquisa da Nilsen Norman Group</a>.</p>



<p>Por isso, uma saída para empresas fortalecerem sua reputação perante o mercado é apoiar projetos <em>perto de casa</em>, ou seja, nas comunidades de seu entorno. Aqui posso dar uma luz de como sua empresa pode fazer isso:</p>



<p>Recentemente, nós da Haze Shift apoiamos o<a href="https://m.institutogrpcom.com.br/l/L7Ss66ABF1128"> Social Hackacom</a>, um desafio de inovação aberta do Grupo Paranaense de Comunicação (Grpcom) que buscava criar soluções inovadoras de comunicação para ONGs conseguirem melhores resultados durante a pandemia. Surgiram vários<a href="https://taikai.network/br/instituto-grpcom/challenges/socialhackacom/projects"> projetos inspiradores</a> e o resultado foi fantástico. Confira como foi a final do Hackathon e as ideias dos 3 vencedores:&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="video-shortcode"><iframe title="Premiação - Social HackaCom" width="1100" height="619" src="https://www.youtube.com/embed/xN4e6vQvYIk?start=345&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<a id="ancora-4"></a>



<p>Isso significa que você precisa promover um hackathon para abraçar a causa de cidades e comunidades sustentáveis? Não. Significa, contudo, que você precisa encontrar um bom parceiro para realizar essa conexão entre sua empresa e projetos que podem estar acontecendo a sua volta. Nós, por exemplo, somos especialistas em fazer essa ponte entre empresas, startups e comunidades. Isso certamente trará valor para sua marca e, potencialmente, para seu negócio!</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ação Contra a Mudança Global do Clima</strong></h2>



<p>Agora, para finalizar, eu retomo essa ODS que citei lá no comecinho desse texto. Este é<a href="http://www.agenda2030.org.br/ods/13/"> objetivo 13</a> da Agenda 2030 ONU, que busca lidar com a questão do clima de forma estratégica e destaca entre suas metas promover mecanismos para fazer a gestão do clima de forma eficaz nas comunidades locais.</p>



<p>Quando falamos em energia limpa, estamos diretamente colaborando para isso. Inclusive, neste tópico, sua companhia pode conseguir quatro resultados paralelos com ações nesse sentido: melhorar a reputação da marca, obter créditos junto a concessionárias de energia, gerar renda por meio do estímulo ao setor de energia limpa e reduzir a emissão de CO2 no meio ambiente.</p>



<p>É muita coisa boa por uma única ação, concorda? Imagine agora isso multiplicado por 700 mil negócios, como no caso da iniciativa da Ambev com a startup Lemon.&nbsp;</p>



<p>Percebeu como é possível conectar 4 ODS, inovação aberta e negócios? A energia limpa ajuda cidades e comunidades, que se aproveitam de água e saneamento de qualidade. Por consequência, isso tudo impacta o meio ambiente. Temos aqui uma grande conexão que valoriza vários atores em toda a cadeia e faz toda a diferença nas empresas e sociedade.</p>



<figure class="wp-block-table is-style-stripes"><table><tbody><tr><td><strong>Como começar </strong><br>E para que você comece a fazer a sua parte, que tal começar essas parcerias? Afinal, a <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-chesbrough/">inovação colaborativa é uma das 33 rotas de inovação aberta</a>. Aqui posso deixar uma dica. Mais de 50 organizações não-governamentais do Brasil fazem parte do <a href="https://www.oc.eco.br/">Observatório do Clima</a>, uma rede de entidades que discute as mudanças climáticas no Brasil. <a href="https://www.oc.eco.br/quem-somos/nossos-membros/">Veja quais são elas</a>, pois certamente há alguma que atua em seu estado.&nbsp;<br></td></tr></tbody></table></figure>



<p>Por falar nisso, nós da Haze Shift podemos colaborar para fazer esse tipo de conexão para que sua empresa comece a encampar projetos ambientais com essas instituições, já que uma de nossas especialidades é aproximar atores em prol da inovação aberta. Certamente podemos fazer, em conjunto, essa ponte para que sua empresa<a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-e-sustentabilidade/"> transforme os três pilares da sustentabilidade em inovação</a>. Vamos falar mais sobre isso?</p>



<p>Portanto, se você acredita que é possível construir parcerias para gerar impacto socioambiental ou desenvolver iniciativas de inovação aberta com competições e desafios, nós estamos prontos para ajudar. Agende uma conversa e confira nossos próximos textos sobre ODS.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Relembre nossas publicações sobre ODS e inovação:</strong></h3>



<ul class="wp-block-list"><li><a href="https://hazeshift.com.br/ods-empresas-agenda-2030/">ODS: o que isso tem a ver comigo e com a empresa em que eu trabalho?</a></li><li><a href="https://hazeshift.com.br/ods-empresa-inovacao/">Como a inovação nas empresas pode ajudar na erradicação da pobreza, da fome e melhorar saúde e educação</a></li><li></li></ul>
<p>O post <a href="https://hazeshift.com.br/energia-limpa-agua-potavel-ods-empresa/">Empresas de qualquer ramo podem ser fontes de energia limpa e água potável. Duvida? Nós explicamos</a> apareceu primeiro em <a href="https://hazeshift.com.br">Haze Shift</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://hazeshift.com.br/energia-limpa-agua-potavel-ods-empresa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como a inovação nas empresas pode ajudar na erradicação da pobreza, da fome e melhorar saúde e educação</title>
		<link>https://hazeshift.com.br/ods-empresa-inovacao/</link>
					<comments>https://hazeshift.com.br/ods-empresa-inovacao/?noamp=mobile#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leo Tostes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 May 2021 22:15:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura de Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Aberta]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da inovação]]></category>
		<category><![CDATA[ods]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://hazeshift.com.br/?p=2522</guid>

					<description><![CDATA[<p>Esses dias eu pensei em uma maneira de como poderia transformar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Agenda 2030 da ONU, em algo palpável e realista para empresas. Neste link eu dei uma visão geral sobre o tema, e agora nós da Haze Shift queremos mostrar como a aplicação prática de ODS é possível  Leia</p>
<p>O post <a href="https://hazeshift.com.br/ods-empresa-inovacao/">Como a inovação nas empresas pode ajudar na erradicação da pobreza, da fome e melhorar saúde e educação</a> apareceu primeiro em <a href="https://hazeshift.com.br">Haze Shift</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Esses dias eu pensei em uma maneira de como poderia transformar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da Agenda 2030 da ONU, em algo palpável e realista para empresas.<a href="https://hazeshift.com.br/ods-empresas-agenda-2030/"> Neste link eu dei uma visão geral</a> sobre o tema, e agora nós da Haze Shift queremos mostrar como a aplicação prática de ODS é possível nas empresas com um olhar para a inovação.</p>



<p>Inclusive, quando falamos de ODS nas empresas, as quatro primeiras dependem fortemente de como as organizações gerenciam seus negócios. Vamos relembrá-las?</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Erradicação da Pobreza: que tem como meta reduzir pela metade, até 2030, as pessoas que vivem pela pobreza e erradicar a extrema pobreza.<a href="http://www.agenda2030.org.br/ods/1/"> Conheça mais sobre esta meta de ODS aqui</a>.</li><li>Fome Zero e Agricultura Sustentável: busca garantir sistemas sustentáveis de produção e distribuição de alimentos, e até 2030 dobrar a produtividade agrícola e renda de pequenos produtores. <a href="http://www.agenda2030.org.br/ods/2/">Conheça mais sobre esta meta de ODS aqui</a>.</li><li>Saúde e Bem-Estar: busca atingir a cobertura universal de saúde, reduzir mortes no trânsito, reduzir a um terço a mortalidade prematura, acabar com epidemias de diversas doenças e as transmitidas pela água. <a href="http://www.agenda2030.org.br/ods/3/">Conheça mais sobre esta meta de ODS aqui</a>.</li><li>Educação de qualidade: aumentar o contingente de professores qualificados até&nbsp; 2030, e garantir que alunos tenham conhecimentos e habilidades necessárias para o desenvolvimento sustentável. <a href="http://www.agenda2030.org.br/ods/4/">Conheça mais sobre esta meta de ODS aqui</a>.</li></ul>



<p>Sem mais delongas, vamos entender a relação desses ODS com empresas:</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>ODS nas empresas: erradicação da pobreza (ODS 1)</strong></h2>



<p>O primeiro ponto totalmente aplicável e sustentável aqui é olhar para alternativas que apostem nessa camada trabalhadora. Existe uma massa de 700 milhões de pessoas que vivem com menos de 1,90 dólar por dia, segundo a ONU, e mais da metade do planeta com menos de 8 dólares por dia.&nbsp; As empresas podem auxiliar olhando para dois pontos importantes:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>As comunidades no seu entorno;</li><li>Na própria capacidade consumidora dessas pessoas.&nbsp;</li></ul>



<p>Aqui vale, inclusive, uma aula de história. Durante a Revolução Industrial, principalmente no século XIX, uma grande massa de trabalhadores que migrou do campo para as cidades foi obrigada a trabalhar em indústrias, cada vez mais produtoras em larga escala. As condições de trabalho eram péssimas, mas algo melhorou após a pressão social da própria classe trabalhadora, e também porque as empresas começaram a enxergar trabalhadores como potenciais consumidores daquelas produções em larga escala.</p>



<p><a href="https://hazeshift.com.br/esg-inovacao/"><strong>Leia também: Qual é a relação entre ESG e inovação e como acelerar a aderência a essas 3 letras</strong></a></p>



<p>O que é possível aprender com isso? Que, assim como as indústrias perceberam que seus trabalhadores poderiam se tornar consumidores,&nbsp; em nossas comunidades existem milhares de consumidores em potencial.&nbsp;</p>



<p>Nesse sentido, fortalecer a renda de pessoas e organizações locais é uma boa pedida tanto para gerar renda quanto para gerar consumidores. Veja uma exemplo:</p>



<p>Ao invés de contratar pessoas e empresas de locais distantes para fazer certos serviços, como coleta de resíduos recicláveis, por que não buscar<a href="https://hazeshift.com.br/cooperativismo-digital/"> cooperativas</a> e trabalhadores da comunidade do entorno? É uma forma de ampliar a renda da comunidade, que além de se sentir valorizada, é uma potencial embaixadora da marca e consumidora de produtos.</p>



<p>Há também a possibilidade de trazer<a href="https://hazeshift.com.br/o-que-e-hackathon-desafios-de-inovacao/"> desafios de inovação aberta</a> focados localmente, como o<a href="https://m.institutogrpcom.com.br/l/L7Ss66ABF1128"> Social Hackathon,</a> promovido pelo Grupo Paranaense de Comunicação (Grpcom), através de seu Instituto, apoiado por nós da Haze Shit com a plataforma da<a href="https://taikai.network/pt/"> Taikai</a>, nossa parceira. O desafio das equipes é desenvolver soluções de comunicação, tecnologia e inovação para as ONGs, gerando impacto positivo na sociedade durante a pandemia. Dessa forma, mantendo essas ONGs vivas, as empresas apoiam ações que combatem problemas sociais como a pobreza.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Inovação Frugal</strong></h3>



<p>E esse termo, já ouviu falar? O conceito não é novo, mas ganhou forças nos últimos anos após um artigo publicado no <em>The Economist </em>em 2010 e depois com a publicação do livro &#8220;<em>Frugal Innovation: How to do more with less</em>&#8220;, de Navi Radjou e&nbsp; Jaideep Prabhu em 2012.&nbsp;</p>



<p>A essência dessa forma de inovação é buscar desenvolver soluções e produtos a custos reduzidos, entregando o que realmente é necessário para consumidores de baixa renda ou de forma geral, em países em desenvolvimento. E dado o desafio de inovar com tantas limitações e ainda assim desenvolver um produto viável e desejável, o modelo de inovação aberta aumenta em muito a chance de cocriar soluções de real valor para esses consumidores e reduzir os custos de produção, logística e suporte.&nbsp;</p>



<p>No Brasil, temos excelentes exemplos que unem inovação frugal e aberta. Com parcerias entre empresas, universidades e comunidades, pequenas soluções podem gerar renda de forma sustentável. Veja um exemplo de inovação frugal:</p>



<p>O açaí cultivado no Norte do país por pequenos produtores é comercializado por pequenos comerciantes e consumido por todas as classes sociais do Pará. Mostra-se, portanto, uma fruta energética de combate à pobreza. Mas também gerou frutos por uma ação de inovação frugal: o caroço do açaí, que viraria lixo, pode gerar outros produtos, como calçadas e tijolos. Isso mesmo! Um problema ambiental que pode ser utilizado em construções, gerar emprego e renda.</p>



<p>O vídeo abaixo revela mais sobre essa mescla de inovação aberta e frugal com o exemplo do açaí. Confira como estudantes, empresas e comunidades podem resolver problemas e reduzir a pobreza com criatividade:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="video-shortcode"><iframe title="SBT Pará (09.10.19): Construções sustentáveis: caroço de açaí vira piso sustentável de calçada" width="1100" height="619" src="https://www.youtube.com/embed/vmpu62EmSB0?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>ODS 2: Agricultura Sustentável e Fome Zero</strong></h2>



<p>Com 795 milhões de pessoas vivendo em situação de desnutrição até 2014, segundo a ONU, esse é outro tema que precisa ser atacado pelas empresas. E não são apenas as do agro que podem fazer sua parte. A colaboração na erradicação da pobreza, claro, já colabora muito para isso. Mas a valorização da agricultura familiar e de pequenos cultivos é um facilitador, pois reduz até mesmo o uso de conservantes e pesticidas. Reflita sobre alguns motivos:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Se sua empresa serve refeições aos colaboradores, qual a porcentagem tem origem em compras diretas de produtores locais? A pergunta também vale para sua casa, já que existem até mesmo aplicativos de entrega de produtos da agricultura familiar, como o aplicativo <a href="https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.redecoopmt.redecoop&amp;hl=pt_BR&amp;gl=US">Rede Coop</a>, que é <a href="http://www.fao.org/family-farming/detail/es/c/1183609/#:~:text=O%20aplicativo%20da%20RedeCoop%20est%C3%A1,apresenta%C3%A7%C3%A3o%20dos%20produtos%20ao%20mercado.">citado pela própria ONU</a> como exemplo.</li><li>Quanto mais próximas as entregas, o valor do frete tende a ser menor e, consequentemente, menor a emissão de gases do efeito estufa. Da mesma forma, o uso de conservantes e defensivos agrícolas não é tão exigido, já que contratos locais favorecem esse transporte próximo para consumo rápido de alimentos frescos <em>in natura.</em></li></ul>



<p>Mas além desse incentivo, quando falamos em inovação aberta, há soluções que transcendem essas parcerias. E a<a href="https://hazeshift.com.br/transformacao-digital-no-agronegocio/"> transformação digital do agronegócio</a> no Brasil é um exemplo para o mundo, já que vem conseguindo ao longo dos anos aumentar a produtividade e sem expandir [muito] as áreas nativas.</p>



<p>Isso é feito com agricultura de precisão (coleta de materiais do solo), uso de veículos e drones (para identificar talhões que precisam de defensivos agrícolas, sem espalhar agroquímicos por toda a propriedade), entre outros elementos. Tudo feito a partir de parcerias de inovação aberta entre cooperativas, startups, universidades e, claro, produtores – inclusive os menores, que têm acesso a esses recursos pelas cooperativas.</p>



<p>Nesse sentido, meu sócio de Haze Shift Luiz Fernando Frederico publicou um artigo que explica perfeitamente essa questão e como ela está conectada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. Já reserve um tempinho para uma nova leitura, confira e ouça o podcast:</p>



<p><a href="https://hazeshift.com.br/transformacao-digital-no-agronegocio/"><strong>Leia aqui sobre a transformação digital no agronegócio e os motores da inovação dentro e fora da porteira</strong></a></p>



<iframe src="https://open.spotify.com/embed/episode/5PgrYAwbPY4NtLiexPNHVI" width="100%" height="232" frameborder="0" allowtransparency="true" allow="encrypted-media"></iframe>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>ODS 3: Saúde e bem-estar</strong></h2>



<p>Você percebeu que, ao incentivar as empresas a aplicarem as duas ODS acima, estamos favorecendo diretamente a saúde e o bem-estar de seus<a href="https://hazeshift.com.br/tipos-de-stakeholders-internos-externos/"> stakeholders</a>, como comunidade do entorno e colaboradores, por exemplo? Pois bem, agora vamos um pouco mais além nesse tema.</p>



<p>Não é novidade que a Covid-19 pegou a todos de surpresa, inclusive a ONU, pois os objetivos dessa ODS não previam uma nova pandemia, mas sim a reversão e o controle de epidemias como AIDS, tuberculose, malária e doenças tropicais. E é nesse ponto que a inovação aberta e a transformação digital da saúde se tornam importantíssimos para reduzir as desigualdades no acesso à medicina, com menos exames presenciais e mais consultas remotas. Confira:</p>



<p><a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-em-saude/"><strong>Leia mais sobre inovação em saúde: hospitais, planos de saúde e clínicas estão se preparando para o pós-pandemia?</strong></a></p>



<p>Nesse sentido, a realização de exames laboratoriais remotos, desenvolvidos por startups, não é apenas um exemplo para pessoas usarem em casa: seu transporte é aplicável em regiões remotas, atendidas por ONGs como<a href="https://www.msf.org.br/"> Médicos sem Fronteiras</a> (MSF). Inclusive, as próprias doações do MSF são, ao que tudo indica, convertidas em produtos sustentáveis.</p>



<p>O site do MSF dá como exemplo que uma<a href="https://www.msf.org.br/doador-sem-fronteiras-ads?utm_source=adwords_msf&amp;utm_medium=links-patrocinados&amp;utm_campaign=institucional-roas_cpto&amp;utm_content=texto_institucional_brasil_21-05-03&amp;gclid=CjwKCAjwhYOFBhBkEiwASF3KGXvTWhXuoE-oVNfYtU-CYBK49EFmGP8CTCD-lZgHpjrj2qghg6P4MBoCXk4QAvD_BwE"> doação</a> de R$38 por mês equivale a 21 sachês de alimento terapêutico à base de amendoim, e outra de R$65 equivalem a 13 testes rápidos de HIV. Ou seja, amostras de como parceiras de inovação aberta funcionam com parceiros fornecedores de alimentos e de equipamentos médicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>ODS 4: Educação de Qualidade</strong></h2>



<p>E agora que chegamos ao Objetivo da Educação de Qualidade, proponho aqui uma reflexão: se um dos objetivos deste ODS é aumentar substancialmente o contingente de professores qualificados, as próprias empresas não poderiam ser motores de qualificação? Eu acredito que sim.</p>



<p>Pense comigo: cada empresa tem um nicho de especialidade, e algo útil a repassar de conhecimento a crianças e adolescentes. Seja por bancários que podem ensinar educação financeira, ou até mesmo por corretores de seguros que podem mostrar a importância do seu trabalho, entre outros exemplos que podem inspirar jovens a continuar na escola e concluir os estudos. O próprio governo poderia oferecer incentivos fiscais a empresas parceiras de atividades com a rede pública de ensino. Afinal, bons modelos nesse campo não faltam. E eu me lembro bem de um deles:</p>



<p>Há algum tempo, nós da Haze Shift fizemos a ponte de inovação aberta com a multinacional de biotecnologia Novozymes e a startup de irrigação<a href="https://favotecnologia.com.br/"> Favo Tecnologia</a>. Juntas, as empresas realizaram uma atividade que uniu todos os ODS citados neste texto.</p>



<p>Em parcerias com escolas públicas na região metropolitana de Curitiba, a Novozymes levou um técnico para palestrar sobre solo e a Favo levou recursos para automatizar pequenas hortas nas escolas. Eu me lembro bem como em uma das escolas os alunos pegaram gosto pela tecnologia e agricultura em pequenos espaços, mais ou menos como ocorre na agricultura familiar.</p>



<p>Bom, coincidência ou não, a produtividade foi tão boa que essa escola, que tinham o objetivo de cultivar seu próprio alimento para as merendas, acabaram tendo de achar um jeito para os produtos não estragarem. A solução foi doar à comunidade. Perceba: dessa forma o projeto da empresa colaborou com a agricultura sustentável, a redução da fome, a saúde e o bem-estar com alimentos<em> in natura</em> tanto na escola quanto com as famílias locais.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por fim&#8230;</strong></h2>



<p>Agora que já falamos sobre as primeiras quatro ODS, e comprovamos que elas estão altamente conectadas ao trabalho corporativo, fica o convite: diga para nós nos comentários como sua empresa enxerga esses objetivos.&nbsp;E confira também em <a href="https://hazeshift.com.br/esg-inovacao/">nosso artigo sobre ESG e inovação</a> como isso pode gerar retorno financeiro e aproveite para entrar em contato caso vocês estejam pensando em um projeto de conexão entre os temas aqui citados. Em breve traremos outras ODS e sua relação com empresas para que você possa se inspirar e inovar. Fiquem ligados!</p>
<p>O post <a href="https://hazeshift.com.br/ods-empresa-inovacao/">Como a inovação nas empresas pode ajudar na erradicação da pobreza, da fome e melhorar saúde e educação</a> apareceu primeiro em <a href="https://hazeshift.com.br">Haze Shift</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://hazeshift.com.br/ods-empresa-inovacao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>ODS: o que isso tem a ver comigo e com a empresa em que eu trabalho?</title>
		<link>https://hazeshift.com.br/ods-empresas-agenda-2030/</link>
					<comments>https://hazeshift.com.br/ods-empresas-agenda-2030/?noamp=mobile#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leo Tostes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 May 2021 22:04:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura de Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Aberta]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da inovação]]></category>
		<category><![CDATA[ods]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://hazeshift.com.br/?p=2482</guid>

					<description><![CDATA[<p>O ano era 2015 quando a Organização das Nações Unidas (ONU) lançou a Agenda 2030, assinada por 193 países. O programa inclui uma sigla que, provavelmente, você já ouviu falar e agora deve estar se perguntando: "Mas o que isso tem a ver comigo?" Tem a ver com você e sua empresa, com organizações não-governamentais,  Leia</p>
<p>O post <a href="https://hazeshift.com.br/ods-empresas-agenda-2030/">ODS: o que isso tem a ver comigo e com a empresa em que eu trabalho?</a> apareceu primeiro em <a href="https://hazeshift.com.br">Haze Shift</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O ano era 2015 quando a Organização das Nações Unidas (ONU) lançou a Agenda 2030, assinada por 193 países. O programa inclui uma sigla que, provavelmente, você já ouviu falar e agora deve estar se perguntando: &#8220;Mas o que isso tem a ver comigo?&#8221; Tem a ver com você e sua empresa, com organizações não-governamentais, órgãos públicos e até com condomínios. E, sim, está totalmente ligada à inovação aberta.</p>



<p>Primeiro, vamos entender o que significa ODS: Objetivos de Desenvolvimento Sustentável. Ao todo, são 17 ODS com 169 metas que, a partir de agora, nós da Haze Shift iremos resumir em uma série postagens em nosso blog. Veja um resumo nesta imagem:</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh5.googleusercontent.com/mF3ygOXgsLezYE6vn4aG_7cLAF8kHCSDVwluzGcjzroKfeRV8e_5GVyQ86m6QwDh8noZ54tkEv-GIbhPaKqa63qyAB1IPt6RObB_86wb_qj7xfLoO-mkV2ktIZalKLxVbNMn2wYS" alt=""/></figure>



<p>Agora você precisa entender por que isso tudo importa. Em primeiro lugar, porque hoje a humanidade consome anualmente 1,7 vezes mais recursos naturais do que consegue repor, de acordo com<a href="https://www.footprintnetwork.org/our-work/earth-overshoot-day/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> estudo da Global Footprint Network</a>. Ou seja, temos uma dívida anual de recursos de 70% com o planeta e as gerações futuras. Assusta tanto que parece juros de cartão de crédito daqueles que sabemos que temos de pagar, mas insistimos em ficar empurrando para frente.</p>



<p>Em segundo lugar, porque todos nós fazemos parte deste planeta. Seriam necessários <a href="https://www.itauassetmanagement.com.br/content/itau-asset-management/pt-br/insights/artigos-investimento-responsavel/como-o-seu-dinheiro-melhora-o-mundo.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">US$ 2,5 trilhões por ano</a> em investimentos para corrigir esse baita problema, conforme o Fórum Econômico Mundial. E alguém tem dinheiro sobrando para pagar essa conta? Não, nem empresas nem governos. Proponho, portanto, a seguinte analogia para que viaje um pouquinho nesta história e entenda sua participação nessa conta:</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando você é responsável e seus companheiros relapsos</strong></h2>



<p>Imagine que você vive em um apartamento com dois colegas. Nesse apartamento, você divide igualmente as contas de água, luz, aluguel, comida e tudo mais.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Você tem um quarto organizado, usa apenas luz e água necessárias e consome apenas a quantidade de comida que necessita, sem desperdício. Seus colegas, por outro lado, são bagunceiros, deixam a torneira ligada enquanto escovam os dentes, não apagam a luz quando saem dos cômodos e, pior de tudo, comem a comida, mas sempre deixam parte no prato ou mesmo deixam estragar alimentos. Em outras palavras, eles não têm racionalidade sobre o uso de recursos.</p>



<p>Dito isso, quando chega o fim do mês, quem paga a conta? Os três. Para piorar, o condomínio vive reclamando do barulho e da bagunça no apartamento. Seus vizinhos sabem que você é gente boa<em>, </em>mas seus colegas não são. Isso impacta, claro, nas relações do dia a dia e na sua imagem; enfim no seu convívio interno no apartamento e com o condomínio.&nbsp;</p>



<p>Percebeu a metáfora? Imagine agora que o condomínio é o nosso planeta, você é uma empresa assim como seus colegas e seu apartamento é o seu país com os seus recursos disponíveis. Você é um exemplo, mas as outras empresas não, seu país é mal visto pelo mundo.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que fazer com meus colegas?</strong></h2>



<p>Você, como empresa, precisa se conscientizar e fazer um esforço extra para incluir os ODS na sua estratégia e do ramo que você faz parte – o que inclui as outras empresas. Entenda: empresas organizadas e parceiras (ou vizinhos colaborativos) colaboram com a saúde e bem-estar de todos (veja na imagem acima o ODS 3), auxiliam no consumo e produção responsáveis (ODS 12), criam comunidades sustentáveis (ODS 11). E olha que esses são apenas três exemplos.</p>



<p>Vamos trazer esse pensamento para uma escala ainda maior? Empresas justas e responsáveis colaboram para a redução das desigualdades (ODS 10), para a erradicação da pobreza (ODS 1), para a igualdade (ODS 5) e são motores do desenvolvimento da indústria, da inovação e da infraestrutura (ODS 9). Não importa o porte das empresas, todas precisam ter essa consciência.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que inovação aberta tem a ver com ODS e empresas</strong></h2>



<p>Perceba que a conexão entre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável influencia diretamente na capacidade de investimentos das empresas, pois colaboram com a economia de recursos, que pode ser convertida no acesso a novas tecnologias, que impulsionam metas estratégicas, como a<a href="https://hazeshift.com.br/category/transformacao-digital/"> transformação digital</a>. Particularmente, eu vejo que o ODS 9 está amplamente conectado ao ODS 17, que trata de parcerias e meios de implementação. Este último, aliás, é inovação aberta pura!</p>



<p><a href="https://hazeshift.com.br/o-que-e-inovacao-aberta-conceito/"><strong>Leia também: O que é inovação aberta, um conceito para sua empresa concorrer com gigantes</strong></a></p>



<p>Acima de tudo, a inovação aberta é um meio pelo qual organizações podem dividir as contas de menor custo e impacto. E quando falamos em parcerias, a dica é, ao invés de fazer sozinho, faça junto, isto é: traga para sua organização pessoas que podem ajudar, busque<a href="https://hazeshift.com.br/startups-universitarias-brasil/"> startups</a>,<a href="https://hazeshift.com.br/universidade-e-industria/"> universidades</a>, parceiros de negócios e também concorrentes para que todos cresçam juntos de forma sustentável.</p>



<p>E quando o tema é sustentabilidade, vale lembrar:<a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-e-sustentabilidade/"> estamos falando sobre os pilares econômico, social e ambiental</a>. Assim, você traz o<a href="https://hazeshift.com.br/economia-circular/"> conceito de economia circular</a> à prática, onde pregamos o uso de recursos dentro de uma lógica linear, com&nbsp; o incentivo ao uso, por exemplo, de energia limpa e renovável e de incentivo à <a href="https://hazeshift.com.br/diversidade-e-inovacao/">&nbsp;diversidade</a> para reduzir desigualdades.</p>



<p>Inclusive, ao atuar com essa mentalidade, você será melhor visto pelo seu condomínio, digo, pelo planeta, pela sua comunidade, por seus clientes e pelo mercado. As empresas, aliás, podem até mesmo ser referendadas por isso em listas ESG, sigla para <em>Environmental, Social and Governance</em>, que em português significa o uso de esforços e eficiência para o Meio Ambiente (<em>Environmental</em>), para o lado Social e para a Governança (<em>Governance</em>) ética, transparente e responsável. Como<a href="https://hazeshift.com.br/esg-inovacao/"> mostrei neste outro artigo</a>, isso é um motor de atração de investimentos.&nbsp;&nbsp;</p>



<p><a href="https://hazeshift.com.br/esg-inovacao/"><strong>Leia também: Qual é a relação entre ESG e inovação e como acelerar a aderência a essas 3 letras</strong></a></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um case para você se convencer sobre ODS e empresas</strong></h2>



<p>Grandes empresas podem ser signatárias da Agenda 2030 (<a href="https://valor.globo.com/publicacoes/suplementos/noticia/2021/02/18/pacto-global-desafia-empresas-a-intensificarem-engajamento.ghtml" target="_blank" rel="noreferrer noopener">veja detalhes nesta reportagem</a>). Nós tivemos uma dessas empresas como nosso cliente, uma companhia do setor de biotecnologia, a Novozymes América Latina, que redefiniu a atuação da empresa em termos de ODS. Nesse sentido, nós da Haze Shift fomos chamados para propor um novo olhar aos colaboradores para inovar na aplicação dos ODS em um <a href="https://hazeshift.com.br/historias/novozymes-projeto-educacao-pacto-global/?portfolioCats=3%2C2%2C5%2C4">projeto voltado para educação</a>, que já existia. </p>



<p>A partir de um encontro de co-criação com o cliente, buscamos parcerias para, a partir da inovação aberta, levar educação sobre os temas água, meio ambiente e higiene às escolas.&nbsp;</p>



<p>Em conjunto, nosso cliente, um grupo educacional e uma universidade ensinaram jovens a fabricar produtos de higiene naturais, como sabonetes e protetores labiais, e alguns chegaram a vendê-los, para a comunidade local, a partir de elementos como mel, óleo de coco e café. Assim, de quebra, incentivamos a economia sustentável para crianças.</p>



<p><a href="https://globoplay.globo.com/v/7628031/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>O projeto virou até reportagem na TV Globo do Paraná, confira neste link</strong></a></p>



<p>Este é apenas um exemplo de como todos &#8211; de indivíduos a empresas &#8211; podem ajudar. E quando falamos em empresas, o desafio é ainda maior, pois se pelo menos a maioria das empresas se engajarem em ações sistêmicas e coordenadas a dívida da humanidade com o planeta será, pouco a pouco, mitigada. E o resultado não virá apenas para as gerações futuras: os frutos serão colhidos em poucos anos, inclusive com a atração de investidores que apostam em empresas socialmente responsáveis.&nbsp;</p>



<p>E você, também quer fazer sua empresa cumprir as metas dos ODS? Nós da Haze Shift podemos ajudar com um projeto sob medida, com propostas de inovação aberta, cultura da inovação, design estratégico e transformação digital. Quem sabe sua organização se transformará na mais nova signatária da ONU.&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p><em><strong>P.S:</strong> fique ligado que em breve iremos destrinchar a fundo, aqui mesmo neste Blog, cada um dos ODS.</em></p>
<p>O post <a href="https://hazeshift.com.br/ods-empresas-agenda-2030/">ODS: o que isso tem a ver comigo e com a empresa em que eu trabalho?</a> apareceu primeiro em <a href="https://hazeshift.com.br">Haze Shift</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://hazeshift.com.br/ods-empresas-agenda-2030/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Qual é a relação entre ESG e inovação e como acelerar a aderência a essas 3 letras</title>
		<link>https://hazeshift.com.br/esg-inovacao/</link>
					<comments>https://hazeshift.com.br/esg-inovacao/?noamp=mobile#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leo Tostes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Apr 2021 23:37:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura de Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Design estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Aberta]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da inovação]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://hazeshift.com.br/?p=2375</guid>

					<description><![CDATA[<p>Environmental, Social and Governance ou, simplesmente, ESG. Quem trabalha com médias e grandes empresas com certeza já ouviu essa sigla. Ela pode ser literalmente traduzida por Ambiental, Social e Governança. A novidade que trago aqui é como potencializar essas três áreas a partir de projetos inovadores, unindo ESG e inovação aberta. Antes, contudo, precisamos destrinchar  Leia</p>
<p>O post <a href="https://hazeshift.com.br/esg-inovacao/">Qual é a relação entre ESG e inovação e como acelerar a aderência a essas 3 letras</a> apareceu primeiro em <a href="https://hazeshift.com.br">Haze Shift</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Environmental, Social and Governance </em>ou, simplesmente, ESG<em>. </em>Quem trabalha com médias e grandes empresas com certeza já ouviu essa sigla. Ela pode ser literalmente traduzida por Ambiental, Social e Governança. A novidade que trago aqui é como potencializar essas três áreas a partir de projetos inovadores, unindo ESG e inovação aberta.</p>



<iframe src="https://open.spotify.com/embed/episode/30UlkX5FgRl5lvRTtOhYzO" width="100%" height="232" frameBorder="0" allowfullscreen="" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture"></iframe>



<p>Antes, contudo, precisamos destrinchar o que é ESG e por que ela é tão importante. De forma simples, ESG são critérios para medir os esforços e a eficiência das organizações em lidar com cada umas das letras desse acrônimo:</p>



<p><strong>E &#8211; Environmental (Meio Ambiente): </strong>Está relacionada a ações de sustentabilidade ambiental numa determinada organização. Alguns exemplos são gestão de resíduos, uso de recursos naturais, eficiência energética, poluição, volume de carbono emitido e etc.&nbsp;</p>



<p><strong>S &#8211; Social:</strong> Diversidade, inclusão, relações trabalhistas, direitos humanos, proteção ao consumidor, respeito aos animais, relação com comunidades próximas, privacidade, desenvolvimento e treinamento de colaboradores e etc. Tem também relação com as ações relacionadas à vertical social da sustentabilidade.</p>



<p><strong>G &#8211; Governance (Governança):</strong> Ética, transparência, independência do conselho administrativo, políticas de benefícios para colaboradores e alta gestão, diversidade e inclusão em altos cargos e conselho e etc. Está ligada à essência da gestão e estrutura da organização.</p>



<p>Em primeiro lugar, fica claro que organizações aderentes ao tema ESG escolheram serem avaliadas pelo impacto que causam dentro e fora das suas instalações. E para isso se submetem a processos de pesquisa e auditoria para apresentarem seus resultados.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Ok, estamos falando de sustentabilidade então?</strong></h2>



<p>Sim e não. Vamos esclarecer: <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-e-sustentabilidade/">neste outro artigo</a>, eu explico um pouco sobre inovação e sustentabilidade, que tem como base o tripé Econômico, Social e Ambiental. Esses pilares da sustentabilidade mostram o que a empresa está fazendo, e eu vejo a ESG como um meio para mensurar os resultados dos projetos de sustentabilidade a partir da governança corporativa.&nbsp;</p>



<p><a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-e-sustentabilidade/"><strong>Leia também: Como transformar os três pilares da sustentabilidade em uma inovação efetivamente sustentável</strong></a></p>



<p>Além disso, quando inserimos a governança no ambiente de ações, também mensuramos as boas práticas financeiras, o que inclui manter a empresa transparente, longe de focos de crise, com cuidados para evitar a corrupção de agentes públicos e de <a href="https://hazeshift.com.br/tipos-de-stakeholders-internos-externos/">stakeholders</a>.&nbsp;</p>



<p><em>Environmental, Social and Governance </em>também tem a ver com manter a empresa como um motor de igualdade social, com ações que minimizem o impacto ambiental ao mesmo tempo em que promovem renda para a comunidade e governam seus projetos de forma transparente. Essas práticas valorizam os ativos e a própria marca da empresa perante o mercado.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Porque ESG é importante</strong></h2>



<p>Bom, além do fato que todos somos responsáveis por deixar um legado de qualidade para o mundo e para as próximas gerações, também existe o fato de que organizações desejam continuar crescendo e evoluindo no mercado. Para isso, não basta fazer bem o seu trabalho e gerar lucro para os acionistas; é necessário manter esses investidores.&nbsp;</p>



<p>Nesse sentido, cada vez mais os acionistas cobram da gestão aderência aos critérios de ESG para manter investidores. As novas gerações, inclusive, estão dispostas a pagar mais por produtos ou soluções sustentáveis, segundo <a href="https://www.nielsen.com/wp-content/uploads/sites/3/2019/05/sustainable-innovation-report.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">pesquisa da Nilsen Norman Group</a>. E digo mais: 75% dos <em>Millennials </em>estão dispostos a ganhar menos se isso significa trabalhar para uma companhia responsável, de acordo com <a href="https://static1.squarespace.com/static/56b4a7472b8dde3df5b7013f/t/5819e8b303596e3016ca0d9c/1478092981243/2016+Cone+Communications+Millennial+Employee+Engagement+Study_Press+Release+and+Fact+Sheet.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">este estudo da Cone Communications</a>.<em>&nbsp;</em></p>



<p><a href="https://hazeshift.com.br/economia-circular/"><strong>Leia também: Economia circular, sustentabilidade e inovação por uma causa</strong></a></p>



<p>Imagine agora que essa geração que nasceu entre a década de 80 até o começo dos anos 2000, muito em breve, será dominante no mercado de trabalho. Além disso, hoje o mercado relacionado à ESG é gigante e com ampla tendência de crescimento. Fundos de investimento por todo o mundo têm cerca de US$30 trilhões em AUM (Assets Under Management ou em português Ativos sob Gestão), gerenciados por bolsas de valores e bancos de investimentos, por exemplo.&nbsp;</p>



<p>Nesse sentido, estamos falando em fundos que têm entre seus critérios a preocupação de que essas empresas sejam responsáveis, bem como de gerar lucro. Então isso se traduz basicamente em riscos e oportunidades que tornam essa empresa potencialmente mais ou menos atrativa para investidores responsáveis.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>ESG: inovação em pontos sensíveis&nbsp;</strong></h2>



<p>Quando falamos em riscos corporativos, facilmente conseguimos entender que empresas que se envolvem com corrupção, poluem oceanos, desconsideram direitos trabalhistas. Ademais, não fazem boa gestão dos resíduos e de insumos, por exemplo, e não demonstram grande preocupação com inclusão e diversidade em seus quadros e conselhos. O resultado, em geral, são unidades que consomem energia com baixa eficiência, supervalorizam seus executivos e pouco seus colaboradores. Não raro, se envolvem em crises e por consequência geram resultados aquém do ideal e com grandes riscos inclusive para os investidores.</p>



<p>Por outro lado, veja a quantidade de oportunidades de mudar a organização de ponta a ponta, e ser mais responsável. E isso impacta certamente em pontos sensíveis, que precisam constar em novos projetos que unam os temas <strong>ESG e Inovação</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Reputação corporativa: </strong>fundamental para aumentar &#8211; ou reduzir, em casos ruins &#8211; a atração de investidores;</li><li><strong>Redução de riscos: </strong>projetos<strong> </strong>que mitiguem riscos sociais e ambientais<strong> </strong>podem evitar perdas financeiras e &#8211; não raro &#8211; desastres ambientais.</li><li><strong>Gestão de oportunidades: </strong>juntas, ESG e Inovação Aberta são capazes de identificar novos mercados, clientes e com isso gerar novos produtos, serviços e fontes de receita aderentes aos anseios de um crescente mercado mais consciente</li><li><strong>Cultura e valores:</strong> valorizar a <a href="https://hazeshift.com.br/diversidade-e-inovacao/">diversidade </a>e a <a href="https://hazeshift.com.br/o-que-e-cultura-de-inovacao-conceito-significa/">cultura de inovação</a> resulta em maior engajamento de colaboradores e estimulando a produtividade.</li></ul>



<p>Enfim, o tema é quente, e está esquentando mais e mais para as organizações que muitas vezes não estão preparadas, e pior, que nem sabem do que se trata essa tal ESG.</p>



<p>Ficou claro para você a importância do tema para organizações, colaboradores, investidores, meio ambiente e sociedade? Então vamos em frente.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Qual a relação entre ESG e inovação?</strong></h2>



<p>Na Bolsa Brasileira, a <a href="http://www.b3.com.br/pt_br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">B3</a>, até o dia 30 de dezembro de 2021, <a href="http://www.b3.com.br/pt_br/market-data-e-indices/indices/indices-de-sustentabilidade/indice-de-sustentabilidade-empresarial-ise.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">47 ações</a> de 39 companhias marcam presença na lista mais sustentáveis, e são assim consideradas porque houve uma avaliação dos seus indicadores pelo Conselho Deliberativo do ISE da B3. Nesse caso, o índice é o &#8220;<a href="http://www.b3.com.br/pt_br/market-data-e-indices/indices/indices-em-parceria-s-p-dowjones/indice-brasil-esg.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">S&amp;P/B3 Brasil ESG</a>&#8220;.&nbsp;</p>



<p>A lista tem revisão anual. Em 2021, constam companhias de 15 setores e soma R$ 1,8 trilhão em valor de mercado. Como todo índice, há um Conselho Deliberativo que determina padrões e regras para averiguar a veracidade das respostas. Porém, entre as perguntas, existem algumas que chamam atenção pela sua relação em como mensurar ESG e Inovação. Ou seja, essa conexão é essencial para aquelas organizações que desejam se posicionar como sustentáveis e focar em gerar resultados para seus investidores.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Perguntas sobre inovação e ESG que compõem o Questionário ISE B3, de adequação de empresas ao Índice, transcritas <a href="http://iseb3.com.br/questionario-ise-b3-2020---versao-final" target="_blank" rel="noreferrer noopener">deste link</a> fornecido pela B3</strong></h3>



<figure class="wp-block-table is-style-stripes"><table><tbody><tr><td><strong>ECO 5 &#8211; Existem processos e procedimentos implementados para gestão de oportunidades corporativas que considerem aspectos socioambientais de curto, médio e longo prazo?<br></strong>Esta pergunta se refere a um processo sistemático para descobrir alternativas inovadoras que preservem ou gerem valor para a companhia, para o meio ambiente e para a sociedade. A gestão de oportunidades significa que existem na companhia mecanismos para captura, registro, avaliação (quanto ao potencial, aos impactos e aos riscos) e monitoramento que permitam identificar e gerenciar oportunidades. Iniciativas de ecoeficiência, inovação em produtos e serviços, bem como desenvolvimento de parcerias estratégicas que permitam a preservação e geração de valor compartilhado, são exemplos de gestão de oportunidades.&nbsp;<br></td></tr><tr><td><strong>ECO 5.1 &#8211; Se SIM para a PERGUNTA 5, estes processos e procedimentos se concretizaram em negócios inovadores do ponto de vista socioambiental? Em caso afirmativo, qual o estágio mais avançado em que esses negócios se encontram?  <br></strong>Essa pergunta refere-se ao processo mais avançado em termos do estágio de implementação. Ou seja, se a companhia concretizou diversos negócios inovadores do ponto de vista socioambiental, responder tendo em mente aquele cujo estágio de implementação estiver mais avançado. Para os estágios de implementação, considerar:<br><em>Piloto:</em> o modelo de negócio é novo para a empresa; ainda está sendo desenhado e testado, provavelmente em pequena escala ou em algum mercado específico.&nbsp;<br><em>Implementação:</em> o modelo de negócios já foi testado e está sendo implementado nos mercados-alvo.&nbsp;<br><em>Expansão / Replicação:</em> o modelo de negócios já foi implementado com sucesso em um ou mais mercados, e está sendo expandido, adaptado ou replicado</td></tr></tbody></table></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que podemos tirar dessas questões?&nbsp;</strong></h2>



<p>De forma simples, podemos afirmar que o tema Inovação faz parte da avaliação Ambiental, Social e Governança dentro de uma grande quantidade de outras perguntas igualmente importantes. Fica claro, portanto, que para o mercado como um todo a conexão entre ESG e Inovação é fundamental.&nbsp;</p>



<p>Mas não pense que essa conexão fica restrita a empresas de capital aberto. Companhias de capital fechado, especialmente startups, precisam atrair investidores. Sendo assim, vamos expandir nossa visão e nos perguntar:</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Se são tantos desafios a serem vencidos, tanto a se fazer, como construir de forma responsável cada ação e o seu atingimento de metas?</strong></h3>



<p>Certamente muitos daqueles que estão envolvidos com o tema inovação já começam a pensar em uma enormidade de ideias. E nós da Haze Shift também pensamos assim.</p>



<p>Como falamos no design: cada problema, dor ou desafio é uma oportunidade de gerar valor a partir da empatia. Nesse sentido, o <a href="https://hazeshift.com.br/o-que-e-design-estrategico-inovacao-exemplos/">design estratégico</a> passa a ser parte essencial desse processo para encontrar esses problemas, repensá-los como oportunidades e construir de forma colaborativa as soluções necessárias e, muitas vezes, inovadoras.</p>



<p>Mas nem todo o conhecimento necessário para a construção de soluções de impacto em algum dos critérios está dentro da organização. E nesse sentido, se utilizar do modelo de <a href="https://hazeshift.com.br/o-que-e-inovacao-aberta-conceito/">inovação aberta</a> é uma chance de responder aos riscos e incertezas de forma mais rápida e talvez benéfica para várias organizações de forma compartilhada.</p>



<p>Antes de mais nada, vale lembrar: a inovação aberta promove o contato com visões externas da empresa, muitas vezes com stakeholders engajados. Essas conexões podem, a partir de oficinas de design junto com cliente e parceiros ou talvez através de <a href="https://hazeshift.com.br/o-que-e-hackathon-desafios-de-inovacao/">hackathons</a>, por exemplo, resultar em ideias sob medida para resolver as dores de empresas, governos, organizações, etc.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Sobretudo, pense na quantidade de oportunidades incríveis de causar mais impacto dentro e fora da organização e ainda compartilhar essa cultura de ESG e Inovação com seus parceiros e sua rede de contatos.</p>



<p>Ter uma boa <a href="https://hazeshift.com.br/governanca-da-inovacao/">governança de inovação</a> pode ajudar no atingimento de metas de sustentabilidade mais rápido e estrategicamente, envolvendo mais áreas, estimulando a cultura de inovação somada a cultura de impacto que pode estar sendo gerida pela área de responsabilidade social corporativa.</p>



<p>E agora, pense na sua organização e se pergunte:</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por onde começo?</strong></h2>



<p>Sugiro que comece lendo os relatórios de sustentabilidade e ESG das grandes <a href="http://www.b3.com.br/pt_br/market-data-e-indices/indices/indices-de-sustentabilidade/indice-de-sustentabilidade-empresarial-ise-composicao-da-carteira.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">empresas do índice de ESG da B3</a>. Isso vai te ajudar a entender o que está sendo apresentado e medido.</p>



<p>Eu pessoalmente recomendo a <a href="https://rs.klabin.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">leitura do relatório da Klabin</a>, do setor de celulose. Classicamente, esse seria um setor de risco, devido ao impacto ambiental. Contudo, a empresa consegue mostrar como coordena a produção gerando conservação de florestas, reciclagem, renda para produtores com logística próxima de fornecedores, entre outros tópicos. O conteúdo está <a href="https://rs.klabin.com.br/relatorio/glossario/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">disponível digitalmente</a> em um site especial e também em uma brochura em <a href="https://rs.klabin.com.br/wp-content/uploads/2020/06/klabin-RS19-impresso-PT-4.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">PDF</a>. Veja também como há o incentivo para preservação de áreas para os produtores que fornecem madeira à empresa:&nbsp;</p>



<iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/rcLWDDYYBAc" title="YouTube video player" frameborder="0" allow="accelerometer; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen=""></iframe>



<p>Outro ponto é estudar os <a href="https://www.globalreporting.org/how-to-use-the-gri-standards/gri-standards-portuguese-translations/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">padrões do GRI (<em>Global Report initiative</em>)</a>. As empresas utilizam esses padrões amplamente para a construção dos seus relatórios.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quem deve ajudar nesse desafio?</strong></h2>



<p>Todas as áreas e colaboradores, uma vez que envolve toda a organização e seu impacto dentro e fora. Mas como no tema inovação, o debate tem de começar ou, pelo menos, ter apoio da alta gestão comprando a ideia &#8211; e se comprometendo. É justamente aqui que entra a Governança da Inovação. Até porque essa alta gestão precisa ser avaliada pelos critérios.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como trago o tema inovação para acelerar os processos de aderência a índices de ESG?</strong></h2>



<p>Primeiro é mostrar para a área de inovação a importância que ela tem para trazer soluções de alto impacto para a organização. Se ela não souber como fazer, nós da Haze Shift já ajudamos grandes organizações a construírem iniciativas que são de alto impacto e que posteriormente tiveram sua materialidade confirmada e medida. Veja exemplos nesses links:</p>



<p>Esses são casos como do <a href="https://hazeshift.com.br/historias/renault-experience/?portfolioCats=3%2C2%2C5%2C4">Renault Experience</a> da Renault, <a href="https://hazeshift.com.br/historias/nissan-inova-san-programa-de-inovacao-aberta/?portfolioCats=3%2C2%2C5%2C4">Inova-san </a>da Nissan e <a href="http://www.bioapp-novozymes.com.br/wp/wp-content/uploads/2017/05/educate-project-novozymes_presentation_latin-america.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Programa Educate da Novozymes</a>, onde pudemos ajudar a desenhar, executar e entregar resultados. Sua empresa pode ser a próxima, vamos conversar e comente aqui mesmo em nosso blog suas visões sobre ESG e Inovação.&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://hazeshift.com.br/esg-inovacao/">Qual é a relação entre ESG e inovação e como acelerar a aderência a essas 3 letras</a> apareceu primeiro em <a href="https://hazeshift.com.br">Haze Shift</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://hazeshift.com.br/esg-inovacao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como transformar os três pilares da sustentabilidade em uma inovação efetivamente sustentável</title>
		<link>https://hazeshift.com.br/inovacao-e-sustentabilidade/</link>
					<comments>https://hazeshift.com.br/inovacao-e-sustentabilidade/?noamp=mobile#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Leo Tostes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2021 15:03:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura de Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da inovação]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://hazeshift.com.br/?p=2152</guid>

					<description><![CDATA[<p>Quem me conhece sabe que este é um dos temas que mais gosto. Acredito que inovação e sustentabilidade são inseparáveis, principalmente para empresas que desejam se diferenciar e não apenas sobreviver.  A preocupação dos países com o desenvolvimento sustentável vem desde a década de 1970 quando se percebeu que o modelo sócio-econômico que vinha sendo  Leia</p>
<p>O post <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-e-sustentabilidade/">Como transformar os três pilares da sustentabilidade em uma inovação efetivamente sustentável</a> apareceu primeiro em <a href="https://hazeshift.com.br">Haze Shift</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quem me conhece sabe que este é um dos temas que mais gosto. Acredito que inovação e sustentabilidade são inseparáveis, principalmente para empresas que desejam se diferenciar e não apenas sobreviver.&nbsp;</p>



<p>A preocupação dos países com o desenvolvimento sustentável vem desde a década de 1970 quando se percebeu que o modelo sócio-econômico que vinha sendo praticado traria prejuízos ambientais, econômicos e sociais para as futuras gerações. Então a Organização das Nações Unidas (ONU) criou uma comissão de estudos que definiu o modelo de desenvolvimento sustentável como aquele que deve <em>“satisfazer as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades”</em>.</p>



<iframe src="https://open.spotify.com/embed/episode/3jmAvIDmb36bQm3yEWRFf1" width="100%" height="232" frameBorder="0" allowtransparency="true" allow="encrypted-media"></iframe>



<h2 class="wp-block-heading">Um tripé com inovação e sustentabilidade</h2>



<p>Os três pilares do desenvolvimento sustentável são econômico, social e ambiental. Para não restar dúvidas, vamos definir cada um deles antes de relacionarmos <strong>inovação e sustentabilidade</strong>:</p>



<ul class="wp-block-list"><li><strong>Econômico</strong>: o desenvolvimento econômico da empresa deve existir mantendo seu ecossistema em equilíbrio, desde o fornecedor até a entrega ao cliente final. Por exemplo,sem obter vantagens ilícitas para oferecer preço mais competitivo ao cliente final.<br></li><li><strong>Social</strong>: engloba todo capital humano envolvido com a empresa, sejam os colaboradores, clientes, parceiros e inclusive a comunidade ao redor da empresa. A empresa pode garantir que todos tenham qualidade de vida e acesso a direitos básicos. Por exemplo, uma fábrica pode priorizar funcionários da comunidade no entorno.<br></li><li><strong>Ambiental</strong>: é a relação que a empresa tem de manutenção e preservação com o meio ambiente, seja na gestão dos recursos naturais ou na destinação correta dos resíduos. Por exemplo: uma empresa de celulose investir no reflorestamento da Mata Atlântica, além de utilizar seus próprios fornecedores de madeiras de pinus e eucaliptos.&nbsp;</li></ul>



<p>Em 2015 a ONU divulgou os <a href="https://nacoesunidas.org/pos2015/">17 objetivos do desenvolvimento sustentável</a> (ODS), que são metas tangíveis dos principais problemas econômicos, sociais e ambientais que precisamos erradicar até 2030. <a href="https://country-profiles.unstatshub.org/bra">Este site</a> mostra como está a situação do Brasil na conquista dessas metas. Algumas temos avançado nos últimos anos, como erradicação da pobreza e da fome. Porém, outras ainda precisam ser alcançadas.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Expectativa x Realidade</h2>



<p>Infelizmente, o que eu vejo muito por aí é o investimento apenas no pilar econômico e os outros recebendo menos investimento ou simplesmente sendo deixados de lado. Alguns veem este pilar como um meio de crescer e se diferenciar no mercado, mas isso não é o suficiente.</p>



<p>Apesar de termos evoluído muito nos últimos anos, ainda percebo que existe um pensamento equivocado de ver a&nbsp; sustentabilidade apenas como uma exigência legal. Nesse sentido, muitos a veem apenas como um mal necessário, e não como uma forma de gerar valor para a sociedade ou mesmo como forma de se diferenciar dos concorrentes. Por esta falta de interesse, criam áreas amadoras, em geral com pouco recurso, sem dar o seu devido valor estratégico que merece.&nbsp;</p>



<p>A sustentabilidade não é um conceito tão simples. Ela tem várias dimensões e não pode ser realizado com uma ou outra ação corporativa, precisa ser um projeto contínuo e fazer parte do planejamento estratégico da empresa. Além disso, garanto que fazer toda esta mudança em sua empresa valerá muito à pena.</p>



<p>Um estudo da KPMG apurou que, dos 135 gestores de grandes fundos que participaram da pesquisa, 45% dizem escolher onde aplicar levando em conta fatores ambientais, sociais e de governança.</p>



<p>No Brasil a <a href="http://www.b3.com.br/pt_br/">B3</a> tem uma carteira de companhias que se encaixam no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE). São cerca de 30 empresas, entre elas, a Natura, Copel, Fleury e outras. Desde a criação,em 2005, esta carteira acumula valorização de 203,80%, e ainda teve a menor volatilidade, de apenas 24,22%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como conectar inovação e sustentabilidade? O exemplo da Nissan</h2>



<p>Agora que você já conhece os pilares da sustentabilidade e os objetivos do desenvolvimento sustentável e deseja tornar isso parte de sua empresa tem dois caminhos: adotar um modelo pronto ou investir em inovação.</p>



<p>Replicar algum modelo pronto vai te ajudar a atingir as metas globais, mas não vai te diferenciar perante os concorrentes.</p>



<p>Com a inovação, você pode alcançar mais impacto econômico, social e ambiental, realmente se tornando diferente e relevante tanto para o mercado quanto para colaboradores, a comunidade e o meio ambiente.&nbsp;</p>



<p>Nós da Haze Shift construímos um programa de impacto e sustentabilidade estimulado por uma visão de inovação junto ao Instituto Nissan, o <a href="https://www.inovasan.com.br/">Inova-san</a>. Nesse sentido, tínhamos um desafio muito inspirador ligado a essa área da organização que naturalmente já costuma impactar o em torno da fábrica. Como conseguir estimular a comunidade local a resolver seus próprios desafios de forma inovadora e com apoio da Nissan?</p>



<p>Com isso, realizamos um programa de inovação aberta e educação empreendedora chamado Inova-san, onde convidamos universitários de toda região Sul Fluminense para criar e apresentar projetos em 3 modalidades: negócios sociais, mobilidade inteligente e meio ambiente. Dessa maneira, nós conectamos uma grande organização, a comunidade local e a preocupação ambiental, além da econômica.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Resultados do programa</h2>



<p>Mais de mil alunos se inscreveram, 50 professores, 200 colaboradores da Nissan e 30 líderes locais de comunidades da região que formaram 250 times. Contamos com o apoio das mais de 25 universidades, atingimos 13 cidades e envolvemos a 30 líderes da comunidade local de inovação, professores universitários, empresários, investidores, poder público. Ademais, tivemos o apoio de vários organismos de fomento à inovação e ao empreendedorismo para fazer esse programa impactar não apenas os projetos vencedores, mas também a região na forma de um engajamento ímpar e na <a href="https://hazeshift.com.br/o-que-e-cultura-de-inovacao-conceito-significa/">mudança de sua cultura</a>.</p>



<p>Os finalistas dessa edição foram um projeto para controlar poluição marítima, um protótipo de mobilidade para pessoas com deficiência e um marketplace para conectar fornecedores e consumidores com necessidades especiais em alimentação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A empresa sustentável será cada vez mais valorizada</h2>



<p>Os consumidores e o mercado têm visto com bons olhos empresas que praticam o desenvolvimento sustentável. Gestoras de fundos de investimentos já perceberam que as mudanças climáticas podem levar a um cenário de risco, e muitas empresas podem contribuir com a diminuição na emissão de carbono.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Para você ter uma ideia, Larry Fink, CEO da Black Rock, a maior gestora de fundos&nbsp; investimentos do mundo com 7.4 trilhões de dólares sob sua gestão, fez uma <a href="https://www.blackrock.com/corporate/investor-relations/larry-fink-ceo-letter">carta aberta</a> a CEOs compartilhando a preocupação com as mudanças climáticas. Ele afirma que só trabalha com empresas que tenham compromissos com a <a href="https://www.sasb.org/"><em>Sustainability Accounting Standards Board</em> (SASB</a>). Além disso, que divulguem os riscos relacionados ao clima de acordo com as recomendações da Força-Tarefa sobre Divulgações Financeiras Relacionadas ao Clima (TCFD).</p>



<p>Na carta, Flink afirma que “com o tempo as empresas e países que não respondem às partes interessadas e não tratam dos riscos de sustentabilidade encontrarão um ceticismo crescente dos mercados e, por sua vez, um custo de capital mais alto”.</p>



<p>Ser uma empresa sustentável não é só uma questão moral, mas também daqui para frente pode ser também sinônimo de uma empresa confiável para se investir.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por uma inovação sustentável bem-sucedida</h2>



<p>Então, para muitas organizações aderirem ao tema sustentabilidade, a inovação pode ser um meio que, além de oportunizar a criação de novos produtos ou serviços de grande valor, também deveria trazer novos meios pela qual ela iria gerar impactos sociais e ambientais. Essa mesma inovação poderá servir para criar formas novas de gerar impacto a menor custo e maior eficiência do que o mercado já oferece.</p>



<p>Acima de tudo, nós da Haze Shift acreditamos que as organizações estão caminhando cada vez mais na direção de uma sustentabilidade mais sistêmica. Portanto, como consultoria estamos aqui para poder contribuir cada vez mais para que isso ocorra de forma inovadora e significante nas empresas.</p>
<p>O post <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-e-sustentabilidade/">Como transformar os três pilares da sustentabilidade em uma inovação efetivamente sustentável</a> apareceu primeiro em <a href="https://hazeshift.com.br">Haze Shift</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://hazeshift.com.br/inovacao-e-sustentabilidade/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>1</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
