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	<title>Arquivos startups - Haze Shift</title>
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	<description>Consultoria de Inovação e Design Estratégico orientada a resultados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 07 Dec 2022 20:48:51 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Startups, será que é para você? Conheça mais caminhos para te levar a inovação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cristiano Teodoro Russo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Nov 2022 18:50:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação Aberta]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação Digital]]></category>
		<category><![CDATA[startups]]></category>
		<category><![CDATA[transformação digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O interesse por este modelo de empresa só cresce, mas será que é o ambiente certo para você? Mais que uma tendência, talvez uma obsessão para alguns, as startups têm sido um caminho procurado por muitos jovens (e grisalhos também) com desejo de se tornarem milionários.  Estimulados por exemplos como Nubank, Ifood, 99Taxis, Quinto Andar,  Leia</p>
<p>O post <a href="https://hazeshift.com.br/startups-sera-que-e-para-voce/">Startups, será que é para você? Conheça mais caminhos para te levar a inovação</a> apareceu primeiro em <a href="https://hazeshift.com.br">Haze Shift</a>.</p>
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<p>O interesse por este modelo de empresa só cresce, mas será que é o ambiente certo para você? Mais que uma tendência, talvez uma obsessão para alguns, as startups têm sido um caminho procurado por muitos jovens (e grisalhos também) com desejo de se tornarem milionários.&nbsp;</p>



<p>Estimulados por exemplos como Nubank, Ifood, 99Taxis, Quinto Andar, EBanx, para ficar só nos exemplos brasileiros, estes empreendedores são estimulados a acreditar num caminho com sucesso, dinheiro, status e possibilidades quase que infinitas, alcançadas em um espaço de tempo relativamente curto.&nbsp;</p>



<p>Mas talvez, o papo não seja bem esse&#8230;</p>



<p>Não existe um consenso universal sobre o que realmente é uma startup.&nbsp; Temos sim algumas definições que se sobressaem e são mais comumente utilizadas.&nbsp;</p>



<p>Um relato da revista Forbes na década de 70 utilizou o termo “startup” que ganhou o mundo durante a bolha da internet (1996/2001) quando um grande número de &#8220;empresas.com&#8221; foram fundadas, e depois muitas quebraram, numa região da Califórnia (USA) hoje conhecida como a “Meca” das startups, o Vale do Silício (Silicon Valley) especializada em alta tecnologia e inovação que concentra as maiores empresas do ramo.&nbsp;</p>



<p>Mesmo tendo surgido há várias décadas, só após o boom das <em>ponto-com</em> o termo &#8220;startup&#8221; chegou por aqui nas terras tupiniquins, isso foi por volta de 2010. Já em 2015 tínhamos 4.451 startups que em 2019 somavam 12.727, segundo levantamento da <a href="https://abstartups.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">ABStartups</a>, o que corrobora ao fato de este ser um movimento sólido, ao contrário do que muitos apostavam.</p>



<p>Na visão de Eric Ries, autor do celebrado livro <a href="https://hazeshift.com.br/startup-enxuta-resumo/"><em>The Lean Startup</em>, 2011 (A Startup Enxuta)</a> &#8211; uma obra descritiva do método para criação e gestão deste tipo de empresa -, uma startup “<em>é uma organização humana que busca se tornar um negócio escalável e que surge em um contexto de extrema incerteza</em>”.&nbsp;</p>



<p>Perceba que o autor usa o termo organização e não empresa, e isso talvez seja responsável pela cultura característica destes modelos, que é ser diferente.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/startup-enxuta-resumo/"><strong>Aplique o conceito de Startup Enxuta: confira resumo do livro e ouça nosso Podcast</strong></a></h4>



<p>Eric Ries vem de um ambiente rico em ferramentas que o ajudaram a modelar seu método baseado em três pilares: <em>Experimentation and Learning, Customer Feedback, Short, iterative product development cycles &#8211; agile development</em>. Em português, algo como: Experimentação e Aprendizado, Feedback do Consumidor, Ciclos de desenvolvimento de produtos curtos e iterativos com <a href="https://hazeshift.com.br/metodologia-agil/">desenvolvimento ágil</a>.&nbsp;</p>



<p>A inspiração de Reis vem do seu professor na Stanford University, Steve Blank. Ele definiu startup como “<em>uma organização temporária em busca de um modelo de negócios repetível e escalável</em>”.&nbsp;</p>



<p>Blanck desenvolveu um método para empresas em meados dos anos 90 baseado em quatro pilares: <em>Customer Discovery, Customer Validation, Customer Creation, Company Building</em>. Em português: Descoberta de Consumidores, Validação de Consumidores, Criação de Consumidores, Desenvolvimento da Organização.&nbsp;</p>



<p>Esse pilar é conhecido como CDP (<em>Customer Development Process</em>) publicado em 2005 no seu livro <em>The Four Steps to the Epiphany </em>(Quatro passos para a Epifania).&nbsp;</p>



<p>Em 2012, Blank foi adiante. Com a colaboração de Bob Dorf, eles escreveram o livro que para Blank deveria ser o guia definitivo para quem quer criar uma startup. Na obra <em>The Startup Owner&#8217;s Manual: The Step-By-Step Guide for Building a Great Company </em>(Manual do Proprietário de Startups: O Passo a Passo para Construir uma Grande Empresa), Blank e Dorf descrevem uma jornada de forma detalhada e científica destacando a importância de rigorosos e repetitivos testes para se obter o melhor resultado.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://lh6.googleusercontent.com/hlYuWkjTBey7W69I-NevVjZvl6EHhlQIWaTC_DxpvjEiqNfFOpHqtte5-dCPt0g50RsEeCBnin36Y2OYjcVpZGfzAscjI1X-aej89QGSI_WINRnTkmhWQoFIWUYPAqGOfrZjEZuQEwbN7TepU1X4BU2S9so1BuoCw0KTMTmTn3ctI0qnlN-kVh62ius16Iqt" alt="" width="654" height="399"/><figcaption><em>Framework do livro: The Startup Owner&#8217;s Manual: The Step-By-Step Guide for Building a Great Company.</em></figcaption></figure>



<p>Ou seja, passos, basicamente, são formados por:&nbsp;</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Período de descoberta do cliente</li><li>Validação do cliente</li><li>Criação com cliente</li><li>Construção da Companhia</li></ol>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E aí? Startup é para mim?</strong></h2>



<p>Você já percebeu que uma startup vai&nbsp; além da glamourização das propagandas. Exige método, conhecimento, visão de oportunidade e muita dedicação. Além disso, existe uma inquietude nata nas pessoas que se propõem a criar este modelo de negócio, algo que não se encontra comumente por aí: é o chamado <em>mindset empreendedor</em>.&nbsp;</p>



<p>Essa é uma forma de pensar e agir difícil de se definir, mas que engloba a visão de mundo, as crenças, os valores, entre outras tantas características que cada um possui.</p>



<p>Para jogar este jogo é preciso estar ciente que o caminho é árduo e requer tempo para os resultados. Ainda que o mercado pressione para que tudo tenha sucesso de forma rápida a tal imprevisibilidade é uma constante sem provável que tenhamos muitos tombos até acertar o passo. Quem não possuir a capacidade de se levantar rápido e mais forte dificilmente sobrevive nesse universo, que não é paralelo, é a vida real transformando nosso mundo.</p>



<p>Startups nem são a resposta para todos os nossos desafios, nem vão resolver todas as questões de negócios e como exigem muito do indivíduo nem são sempre aquele mundo colorido. Porém, trazem perspectivas diferentes e por isso necessitam de pessoas com visões diferentes e assim talvez construirmos soluções de grande impacto para a sociedade.</p>



<p>Antes de se aventurar no mundo das startups reflita se seu espírito é realmente <a href="https://hazeshift.com.br/inovadores-inquietos-intraempreendedorismo/">inquieto</a>, se você está disposto às intempéries, se realmente quer aplicar métodos e enfrentar a competitividade dos mercados.&nbsp;</p>



<p>Talvez você entenda que um ambiente mais calmo, previsível e estável seja sua praia, se for, tudo bem. Mas se você se vê como um empreendedor de startup é possível validar experimentos (o que pode ser feito em qualquer tipo de empresas, inclusive sendo muito utilizado em startups) por <a href="https://hazeshift.com.br/mvp-o-que-e/">produtos mínimos viáveis, os famosos MVPs</a>, que servem para validar novos produtos, serviços e processos. É uma forma de dar certa segurança aos projetos.&nbsp;</p>



<p>Portanto, lembre-se sempre que os rumos da sua vida estão em suas mãos e cabe a você escolher qual <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-chesbrough/">rota de inovação</a> seguir. Nós da Haze Shift, por exemplo, convivemos diariamente com startups. Promovemos <a href="https://hazeshift.com.br/matchmaking-de-startups/">matchmakings</a> e <a href="https://hazeshift.com.br/hunting-de-startups/">hunting</a> de startups para aproximá-las de outras organizações. Ou seja, mesmo que você não seja o empreendedor focado em statups, mas sim um empreendedor com algum negócio já consolidado, você pode aproveitar os movimentos inovadores das startups de alguma forma, por exemplo, investindo em algum dos <a href="https://hazeshift.com.br/crowdfunding-tipos/">tipos de crowdfundings</a> ou conhecendo mais a fundo esse mercado. Então, casso queira sabere mais, <a href="https://hazeshift.com.br/vamos-conversar/">vamos conversar</a> sobre isso?</p>
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		<title>VBHC &#8211; Saúde baseada em valor: Porque é tão importante rediscutir as organizações de saúde</title>
		<link>https://hazeshift.com.br/vbhc-saude-baseada-em-valor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Cristiano Teodoro Russo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Aug 2022 19:12:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura de Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Aberta]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da inovação]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[startups]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para iniciarmos nosso papo, um pouquinho de história. O conceito VBHC (Saúde Baseada em Valor, em português) não veio diretamente da área de saúde, mas sim, da Escola de Negócios de Harvard.  Proposto pelos professores Michael E. Porter e Elizabeth O. Teisberg, em 2006, em um momento em que o modelo de saúde americano estava  Leia</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Para iniciarmos nosso papo, um pouquinho de história. O conceito VBHC (Saúde Baseada em Valor, em português) não veio diretamente da área de saúde, mas sim, da Escola de Negócios de Harvard.&nbsp;</p>



<p>Proposto pelos professores Michael E. Porter e Elizabeth O. Teisberg, em 2006, em um momento em que o modelo de saúde americano estava sendo pressionado pelos altos custos e necessidades de melhoria nos serviços prestados. Portanto, esta teoria de como reconstruir o negócio saúde foi baseada na realidade da economia e do sistema de saúde americanos, seus hábitos, comportamentos e cultura.</p>



<p>A ideia era estabelecer novas formas de pagamento entre as partes baseando estes valores na qualidade dos serviços e no sucesso do desfecho clínico, e não somente no custo operacional e demanda. A proposta embutida no VBHC (<em>Value-Based Healthcare</em>, na sigla em inglês) é reordenar o sistema de saúde (hospitais, planos, clínicas, profissionais e pacientes).</p>



<p>O sistema passaria de um modelo de pagamento por volume (<em>fee-for-service</em>) para o pagamento por valor (<em>Value-reimbursement strategies</em>). Assim, os valores/pagamentos dos Cuidados em Saúde Baseados em Valor (em tradução livre) seriam calculados pela taxa de sucesso de tratamentos, diagnósticos, atendimentos e do impacto de cada momento destes na percepção de satisfação do cliente/paciente.&nbsp;</p>



<p>Vamos simplificar a proposta: quanto melhor o serviço, mais ele poderia custar, entendendo que toda a cadeia envolvida elevaria seu desempenho.</p>



<p>Hoje, no Brasil, o modelo predominante é o de pagamento por volume (<em>fee-for-service</em>). Na saúde suplementar que envolve toda rede privada de serviços, paga-se por um mínimo de procedimentos, sejam eles realizados ou não. O setor público segue a mesma lógica. Estes procedimentos vão se acumulando e as demandas asfixiam o sistema com um todo elevando os custos até causar um colapso do sistema.&nbsp;</p>



<p>Ou seja, atualmente estamos nessa fronteira. Então, como podemos ser mais eficientes, reduzir custos e absorver as demandas?</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Os dados são a chave</strong></h2>



<p>O conceito VBHC tem um pulo-do-gato: os dados em saúde. Para reordenar o sistema, além é claro do critério cultural do país (isso é assunto mais complexo, que precisaria um artigo à parte), os dados do sistema de saúde são fundamentais. Isso porque falamos do histórico médico (consultas, tipos de doenças e suas comorbidades, dados demográficos), procedimentos, exames desnecessários, entre outros motivos.</p>



<p>Em outras palavras, é preciso ter clareza de tudo que transita no sistema. E essa tarefa não é fácil. Um <a href="https://medicinasa.com.br/desperdicio-custo-hospital/.">levantamento </a>da Plataforma Valor Saúde Brasil identificou que 53% dos custos assistenciais vêm de falhas nos processos.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/ciencia-de-dados-e-inteligencia-artificial/"><strong>Leia também sobre uma forma simples de explicar como ciência de dados e inteligência artificial vão transformar a inovação de seus negócios</strong></a></h4>



<p>Dados em saúde quando parametrizados permitem estancar a vazão do erro dando ao gestor uma visão clara da operação. Para tanto, indicadores e automação são fundamentais. Aí entra em cena a inovação e tecnologia. Automatizar processos com o uso de <a href="https://hazeshift.com.br/figital/">IA (inteligência Artificial) e Machine Learning (aprendizado de máquina)</a> pode dar maior eficiência para os serviços trazendo benefícios aos pacientes, profissionais e instituições. Ao final, a experiência do usuário é mais satisfatória e o desfecho mais assertivo.</p>



<p>Vamos ver algumas dessas vantagens?&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Benefícios do VBHC</strong></h2>



<p>Para os pacientes:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Entender qual o tipo e estágio da doença;&nbsp;</li><li>Ter clareza sobre medicações ou exames;&nbsp;</li><li>Ter a melhor experiência possível em situações de saúde delicada;&nbsp;</li><li>Utilizar o tratamento mais eficiente e menos invasivo;&nbsp;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Maior rapidez na liberação do Plano de Saúde;&nbsp;</li><li>Acesso aos equipamentos que, de fato, estejam alinhados às suas necessidades;&nbsp;&nbsp;</li><li>Evitar desconforto por procedimentos que podem afetar a recuperação e causar sequelas.</li></ul>



<p>Para médicos e hospitais:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Melhor qualidade percebida para o negócio;&nbsp;</li></ul>



<ul class="wp-block-list"><li>Melhor organização de atendimentos por nível de complexidade;&nbsp;</li><li>Redução de custos com materiais médicos;&nbsp;</li><li>Redução de uso de aparelhos tecnológicos desnecessários ao tratamento;&nbsp;</li><li>Maior foco na ciência e investigação de doenças;&nbsp;</li><li>Remuneração mais justa conforme os indicadores obtidos.</li></ul>



<p>Para as Operadoras&nbsp;de Saúde:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Acompanhamento das métricas e indicadores de qualidade;&nbsp;</li><li>Acompanhamento dos dados quanto à jornada do paciente;&nbsp;</li><li>Visualização sobre atuais e futuras necessidades dos pacientes;&nbsp;</li><li>Economia com exames e procedimentos invasivos desnecessários;&nbsp;</li><li>Adequação de investimentos conforme particularidades regionais e outras variáveis.&nbsp;</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>As bases do VBHC</strong></h2>



<p>Temos aqui um conceito, uma ferramenta para reorganizar a gestão em saúde. Assim, o passo a passo consiste em seis elementos principais que se relacionam entre si:</p>



<p>1 &#8211; Organização em Unidades Práticas de Cuidado (Ipus)</p>



<p>2 &#8211; Medir Resultados em Saúde e Custos para todos pacientes</p>



<p>3 &#8211; Implementar pagamento por <em>Bundlees </em>para a ciclos de cuidado, ou seja, um sistema de pagamento praticado para a remuneração por serviços de saúde, dentro da filosofia VBHC</p>



<p>4 &#8211; Integração do cuidado entre as diversas unidades&nbsp;</p>



<p>5 &#8211; Expansão geográfica dos serviços de excelência;</p>



<p>6 &#8211; Desenvolvimento de capacidade tecnológica para sustentar a implementação dos demais elementos.&nbsp;</p>



<p>Confira o gráfico do ciclo desses seis elementos (em inglês)</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://lh6.googleusercontent.com/YvJOxOQTUIag1cyM6le4hbLmNfzwhFqDZG7Sxu4PP9Qo1ySsB_KVATWzux8C4RNtjpiKj0Wyx1Ci6w83xDFOSmSEj0pT396cOL55ZIV-mJcxjdD8JWKIvRI7c8R2QL51qg_QOosV0xzZt0p2hyUcrg" alt="" width="631" height="625"/><figcaption><a href="https://www.essenburgh.com/en/blog/michael-porters-value-based-healthcare-vbhc-solution-or-illusion/"><strong>Fonte gráfica: Essenburg</strong></a></figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/startups-de-saude/"><strong>Leia também sobre Startups e Planos de Saúde: Oportunidades para revolucionar o atendimento médico no Brasil</strong></a></h4>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>No Brasil</strong></h2>



<p>Por aqui, o conceito VBHC ainda está se disseminando. Como dissemos no início deste artigo, nossa forma de cobrar saúde é por serviço e não por valor (sucesso). Contudo, a discussão a respeito vem ganhando palco, uma vez que nosso modelo está sendo pressionado a ser mais eficiente para a própria sobrevivência.&nbsp;</p>



<p>Estímulo à <a href="https://hazeshift.com.br/o-que-e-cultura-de-inovacao-conceito-significa/">cultura de inovação</a>, <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-exemplos/">processos </a>e <a href="https://hazeshift.com.br/jornadas-de-ressignificacao/">percepção </a>são fundamentais para que este modelo ganhe escala, portanto, é preciso tempo para observarmos resultados efetivos.</p>



<p>Algumas instituições têm se esforçado na busca da melhoria contínua de serviços e processos. Um exemplo recente, que reflete os novos tempos, é a parceria entre o Hospital Albert Einstein e a healthtech Alice para implantação do VBHC em seu modelo de negócio. Essa parceria é uma possível <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-chesbrough/">rota de inovação aberta</a>. Veja um depoimento recente&nbsp; do próprio CEO da Health Tech e do presidente do hospital, <a href="https://medicinasa.com.br/einstein-alice/">divulgado na imprensa</a>:&nbsp;</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>“Esse passo da Alice representa muito mais que uma parceria. Estamos falando aqui de avançar com um modelo efetivo de ‘Value-Based Healthcare’ do país”, comenta André Florence, cofundador e CEO da Alice. “O Einstein está entusiasmado com esta parceria, cujo modelo foi desenhado para melhorar a experiência das pessoas, contribuir para desfechos clínicos melhores e buscar mais eficiência no uso de recursos”, explica Sidney Klajner, presidente do hospital.</em></p></blockquote>



<p>Esta colaboração exemplifica a importância da inovação aberta e transformação digital na saúde, permitindo explorar novos (ainda que de 2006) modelos de gestão de negócios buscando eficiência e satisfação do cliente com reflexo direto na saúde financeira do sistema.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-transformacao-digital-saude-40/"><strong>Leia também: A inovação e a transformação digital trarão mais igualdade ao acesso à saúde 4.0?</strong></a></h4>



<p>E para dar os primeiros passos, é sempre importante que operadoras, hospitais e atores do mercado de saúde busquem consultorias de inovação como a Haze Shift. Nós, por exemplo, temos a experiência em projetos inovadores, capazes de fazer o <a href="https://hazeshift.com.br/matchmaking-de-startups/">machmaking com startups</a> do setor. Recentemente, a Haze Shift desenvolveu um projeto que encontrou soluções para uma <a href="https://hazeshift.com.br/startups-de-saude/">operadora de saúde, como mostramos neste link</a>. Esse é apenas um exemplo. As oportunidades são muitas, como, por exemplo, <a href="https://hazeshift.com.br/jornadas-de-ressignificacao/">jornadas de ressignificação</a>. <a href="https://hazeshift.com.br/vamos-conversar/">Vamos conversar</a> sobre outros casos de mercado e construir juntos um projeto personalizado para exatamente o que sua organização precisa?&nbsp;</p>
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		<title>Inovação aberta no agronegócio do Brasil desponta graças à conexão entre startups e empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Fernando Frederico]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Aug 2022 22:29:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação Aberta]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação Digital]]></category>
		<category><![CDATA[startups]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[transformação digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se hoje o agro brasileiro representa 27,5% do PIB (dado de 2021) e é referência mundial, muito disso é resultado da aposta em tecnologia e inovação. Nesse sentido, eu vejo que a inovação aberta no agronegócio é uma das mais fortes de todos os setores.   Esse movimento em prol da inovação aberta no agronegócio é  Leia</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se hoje o agro brasileiro representa 27,5% do PIB (dado de 2021) e é referência mundial, muito disso é resultado da aposta em tecnologia e inovação. Nesse sentido, eu vejo que a inovação aberta no agronegócio é uma das mais fortes de todos os setores.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Esse movimento em prol da inovação aberta no agronegócio é relativamente novo, mas em cerca de uma década já se consolidou, e uma prova disso é a quantidade de agritechs ou AgTechs: as startups do agro.</p>



<p>Segundo o último <a href="https://forbes.com.br/forbesagro/2021/05/radar-agtech-brasil-2020-21-quantidade-de-agtechs-aumenta-40-em-relacao-a-2019/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Radar Agtech Brasil 2020/2021</a>, elaborado pela Embrapa, SP Ventures e Homo Ludens Research and Consulting, o número de startups do agro cresceu 40% desde 2019, chegando a 1.574 Agtechs ativas em 2021. </p>



<p>Provavelmente, esse número é ainda maior, já que novas surgem dia a dia. Isso é uma excelente porta para toda a cadeia produtiva: de dentro da porteira &#8211; para produtores, profissionais de agronomia e medicina veterinária – e para fora da porteira – da logística à transformação em produtos, até chegar ao consumidor final.&nbsp;</p>



<p>E se tem uma coisa que as empresas do setor sabem fazer é olhar para as oportunidades, o que vem sendo comprovado pela alta quantidade de eventos e a intensa busca por <a href="https://hazeshift.com.br/matchmaking-de-startups/">matchmaking de startups</a>, potencializando a inovação aberta no agronegócio.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O que vemos são, inclusive, startups totalmente alinhadas à agricultura e pecuária sustentável, reforçando os <a href="https://hazeshift.com.br/esg-inovacao/">pilares ESG</a> e desmistificando o rótulo de que o agro é vilão da natureza. Muito pelo contrário: é um aliado, pois o setor depende do clima e dos recursos naturais para sua própria sustentabilidade, e busca nas startups soluções também para esse aspecto. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Inovação aberta no agronegócio: localização e atuação das startups </strong></h2>



<p>O <a href="https://www.agtechgarage.com/censo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">2º Censo AgTech Startups Brasil</a>, realizado pela EsalqUSP em parceria com o AgTech Garage, com 184 startups, identificou que quase a metade (46%) das agritechs são de São Paulo. </p>



<p>Mas, como consultor de inovação, eu pessoalmente posso dizer que é possível encontrá-las em vários locais onde o agro brasileiro desponta, ou seja, em todos os estados do Sul e Centro Oeste há empreendedores com soluções incríveis.&nbsp;</p>



<p>O fato é que, assim como mostra a pesquisa, a gestão tecnológica é o tema mais presente nas soluções apresentadas por esses empreendimentos. Veja no gráfico abaixo a área de atuação das startups do agro:&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img decoding="async" src="https://lh4.googleusercontent.com/K8GmqW_z5XU6j4sUe5Wj0jiuWokszEWPaO7TTHjBUsJJYQ53YTviH-d7QemxDl3eXv09itnd2sIuY0FvSLTPRrRsPFrLItI9OcPrV2os2_hQceRUHCSYeVnvWtwbBMR3o2qRw7CvtSDTbLdoExSkRw" alt="" width="640" height="363"/></figure>



<p><a href="http://agtechgarage.com/censo/">Fonte: AgTech Garage</a></p>



<p>Ou seja, existem muitas oportunidades para serem exploradas, incluindo a agricultura orgânica  e outros vários itens que reforçam a oportunidade de sustentabilidade no setor.  </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que a inovação aberta no agronegócio proporciona </strong></h2>



<p>Entre as empresas pesquisadas acima, 35% tem sede própria, 21% estão em incubadoras, 15% em coworkings, 13% não tem local de trabalho físico, 9% estão em parques tecnológicos e 7% em hubs patrocinados por outras empresas. Além disso, pelo menos a metade (51%) das entrevistadas têm parceria com pelo menos uma grande empresa.&nbsp;</p>



<p>Esse <a href="https://hazeshift.com.br/matchmaking-de-startups/">matchmaking com startups</a> é uma excelente porta para as Agritechs aproveitarem as iniciativas de inovação aberta no agronegócio para realizarem seus primeiros projetos, protótipos, além de fazerem novas conexões e receberem mentoria próxima de profissionais.&nbsp;</p>



<p>Em contrapartida, as empresas e cooperativas do setor têm a oportunidade para fazerem testes rápidos (algumas vezes até mesmo falharem rápido sem gastar um recurso gigantesco), colocando em prática MVPs (produto mínimo viável) em parceria com essas startups. </p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/transformacao-digital-no-agronegocio/"><strong>Leia também sobre o movimento de transformação digital na agropecuária</strong></a></h4>



<p>Além disso, a inovação aberta no agronegócio também traz para perto o contato com estudantes universitários e técnicos. Isso também aproxima a Academia na construção de soluções inovadoras. Ademais, abre ainda mais as porteiras para a criação de novas startups.&nbsp;</p>



<p>Um bom exemplo disso é o <a href="https://www.investe.sp.gov.br/noticia/programa-de-capacitacao-em-inovacao-e-empreendedorismo-no-agronegocio-recebe-inscricoes/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Programa Acelera</a> da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP), feito em parceria com o Centro de Inovação para Agricultura China-Brasil, a China Agricultural University e a Hainan University. Ele é direcionado a estudantes de graduação e pós-graduação, e oferece conteúdos de inovação e empreendedorismo no agronegócio. Aliás, isso mostra também como outros países estão de olho em nossos talentos do agro. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Eventos e programas de inovação aberta no agronegócio </strong></h2>



<p>Esse incentivo ao empreendedorismo também está presente nos eventos do setor.&nbsp;</p>



<p>As maiores feiras do agro brasileiro, como a <a href="https://showrural.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Show Rural</a>, organizado pela Coopavel em Cascavel, e a <a href="https://www.agrishow.com.br/pt/Home.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Agrishow</a>, de Ribeirão Preto, têm destinado áreas especiais para startups mostrarem seus trabalhos aos visitantes. </p>



<p>Além disso, as empresas que lideram a inovação aberta no agronegócio estão investindo em programas com startups. Um exemplo claro é a <a href="https://agevolution.canalrural.com.br/pesquisas-da-embrapa-geram-r-618-bilhoes-de-lucro-social/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Embrapa</a>, considerada uma das cinco empresas líderes em inovação aberta no setor segundo o ranking Top Open Corps 2021, da 100 Open Startups, que inclui ainda <a href="https://agevolution.canalrural.com.br/cargill-testa-mascara-para-absorver-metano-das-vacas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cargill</a>, <a href="https://mosaicco.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mosaic</a>, <a href="https://agevolution.canalrural.com.br/corteva-e-cubo-itau-anunciam-parceria-para-inovacao-no-agro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Corteva Agriscience</a> e <a href="https://agevolution.canalrural.com.br/slc-agricola-eleva-desempenho-com-conectividade-nas-fazendas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">SLC Agrícola</a>. Juntas, elas são responsáveis por 36% dos relacionamentos com startups no setor.</p>



<p>Nesse sentido, como uma das principais culturas agrícolas atuais no Brasil, em quesito exportações, é a soja, a Embrapa lançou o <a href="https://lp-cnpso.comunica.embrapa.br/soja-open-innovation-principal" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Soja Open Innovation em 2021</a><strong>,</strong> um edital público de seleção de startups para desenvolverem projetos de inovação aberta, em parceria técnica com a estatal.  A busca foi por parcerias nas áreas de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), Internet of Things (IoT), Inteligência Artificial, Sensoriamento, Robótica, Automação, Biotecnologia, Nanotecnologia, Bioinformática, desenvolvimento de bioprodutos, Comunicação Multimídia, entre outras soluções. </p>



<p>As cooperativas brasileiras, altamente responsáveis por grande parte da tecnologia e produção da agropecuária nacional, também estão de olho nas startups. Por exemplo, a Unium (co-criada pelas cooperativas paranaenses Frísia, Castrolanda e Capal) é a dona da marca Alegra, de carne suína, e também lançou um edital similar ao da Embrapa, chamado <a href="https://alegracoonecta.digitalagro.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Alegra Coonecta</a>, com o objetivo de selecionar startups que inovem na maneira de produzir e distribuir alimentos. </p>



<p>E lembra quando eu disse que os eventos do agro estão cada vez mais abertos às startups? Pois então, o Alegra Coonecta foi lançado durante o <a href="https://digitalagro.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Digital Agro</a>, um evento anual focado em tecnologia e <a href="https://hazeshift.com.br/transformacao-digital-no-agronegocio/">transformação digital no agronegócio</a>. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como as empresas do agro podem começar </strong></h2>



<p>Os exemplos acima mostram como é possível reforçar as conexões de inovação aberta no agronegócio: eventos, parcerias, networking, programas de inovação. Contudo, caso a sua empresa esteja com dificuldades em como começar, é altamente recomendável a busca de uma consultoria de inovação.&nbsp;</p>



<p>Nós da Haze Shift podemos ajudar especificamente em tópicos que teremos o prazer de apresentar cases de sucesso, como:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Mapeamento e <a href="https://hazeshift.com.br/matchmaking-de-startups/">matchmaking de startups</a></li><li>Elaboração de programas de inovação aberta (veja um exemplo com <a href="https://hazeshift.com.br/historias/academy-hack-ambev-tech/?portfolioCats=3%2C2%2C5%2C4">Ambev Tech neste link</a>);&nbsp;</li><li>Aproximação com clientes fornecedores e parceiros;&nbsp;</li><li>Aproximação com universidades, centros de pesquisa, hubs e parques tecnológicos;&nbsp;</li><li>Desenvolvimento de ações de <a href="https://hazeshift.com.br/big-data-agronegocio-ciencia-dados-agricultura/">ciências de dados no agronegócio</a>.&nbsp;</li></ul>



<p>Inclusive, sobre este último item, recentemente, nós da Haze Shift ajudamos a <a href="https://www.inobram.com.br/">Inobram</a>, empresa de equipamentos de monitoramento de granjas (de aves e de suínos) a criar novas soluções, com o apoio do edital público <a href="https://www.agrotechpr.com.br/">AgroTech</a> PR, do Senai. Além de equipamentos, a empresa está dando um novo passo, oferecendo o monitoramento com recomendações em tempo real aos produtores sobre quais condições devem alterar na granja para melhorar o bem-estar animal, como aumento de luz, aumento da oferta de água, chamada para visita técnica de agrônomos ou veterinários, entre outros itens.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Além disso, fomos convidados para elaborar um <a href="https://hazeshift.com.br/hunting-de-startups/">hunting de startups</a> em 2022 para uma empresa especializada na produção de alimentos orgânicos.&nbsp;</p>



<p>Portanto, se você precisa dar os primeiros passos ou formatar seu próximo programa de inovação aberta no agronegócio ou em outros setores, <a href="https://hazeshift.com.br/vamos-conversar/">entre em contato</a> e vamos desenhar uma solução estratégica e sob medida para o seu negócio.&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-no-agronegocio/">Inovação aberta no agronegócio do Brasil desponta graças à conexão entre startups e empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://hazeshift.com.br">Haze Shift</a>.</p>
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		<title>Transhumanismo no Brasil cresce graças à inovação tecnológica ascendente, explica cientista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Haze Shift]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jun 2022 20:46:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação Aberta]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação Digital]]></category>
		<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[startups]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando a ciência produzida pela universidade olha para as empresas, e as empresas olham de volta, pode ter certeza: deu mach. Existem diversas amostras de que esse casamento tem tudo para dar certo. E um tema recente que mostra isso se chama transhumanismo.  O doutor Frank Crespilho, talvez o maior dos padrinhos do tema no  Leia</p>
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<p>Quando a ciência produzida pela universidade olha para as empresas, e as empresas olham de volta, pode ter certeza: <em>deu mach. </em>Existem diversas amostras de que esse casamento tem tudo para dar certo. E um tema recente que mostra isso se chama transhumanismo.&nbsp;</p>



<p>O doutor Frank Crespilho, talvez o maior dos padrinhos do tema no Brasil, está aí para provar isso. Professor de química da USP de São Carlos, Crespilho garante que a aplicação prática de temas assim, diretamente conectados à <a href="https://hazeshift.com.br/saude-40-50/">saúde 4.0</a>, tem muito a acrescentar na qualidade de vida da população como um todo.&nbsp;</p>



<p>Se você está se perguntando o que é transhumanismo, calma que logo vamos dar a resposta (ou melhor, o dr. Frank vai dar). Mas em primeiro lugar vamos apresentar quem é ele, para você entender a correlação da química com o que é transhumanismo.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Currículo&nbsp;</strong></h2>



<p>Responsável por quatro laboratórios em São Carlos, o cientista foi um dos convidados do painel da Haze Shift que traz integrantes do <a href="https://inovadoresinquietos.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Inovadores &amp; Inquietos</a> &#8211; comunidade de inovação que a própria Haze Shift fomenta e que conta com especialistas para difundirem temas inovadores do momento, e da qual o cientista faz parte -, no <a href="https://www.viasoftconnect.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Viasoft Connect 2022</a>, o maior evento de inovação em gestão empresarial da América Latina.&nbsp;</p>



<p>Frank Crespilho foi professor da Universidade Federal do ABC (SP), onde ajudou a criar o curso de Química. Depois mudou para São Carlos, para assumir a cadeira de professor físico-químico, onde coordena os laboratórios na área de eletrobioquímica e trabalha com bioeletrônica molecular. A eletroterapia, que utiliza correntes elétricas para fins terapêuticos, é um bom exemplo da aplicabilidade desses estudos.&nbsp;</p>



<p>Em outras palavras, a bioeletrônica molecular é totalmente aplicável na área de saúde, como microchips capazes de detectar substâncias no organismo e que podem, em certos diagnósticos, melhorar a saúde do indivíduo. Um exemplo: há 10 anos, ele e sua equipe criaram um biochip implantável para medir glicose na corrente sanguínea instantaneamente, o primeiro estudo do mundo no gênero. Algo altamente inovador e que potencializa e dá mais autonomia à saúde humana.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://hazeshift.com.br/wp-content/uploads/2022/06/image1-1024x681.jpeg" alt="" class="wp-image-3804" width="624" height="415" srcset="https://hazeshift.com.br/wp-content/uploads/2022/06/image1-200x133.jpeg 200w, https://hazeshift.com.br/wp-content/uploads/2022/06/image1-300x199.jpeg 300w, https://hazeshift.com.br/wp-content/uploads/2022/06/image1-400x266.jpeg 400w, https://hazeshift.com.br/wp-content/uploads/2022/06/image1-600x399.jpeg 600w, https://hazeshift.com.br/wp-content/uploads/2022/06/image1-768x511.jpeg 768w, https://hazeshift.com.br/wp-content/uploads/2022/06/image1-800x532.jpeg 800w, https://hazeshift.com.br/wp-content/uploads/2022/06/image1-1024x681.jpeg 1024w, https://hazeshift.com.br/wp-content/uploads/2022/06/image1-1200x798.jpeg 1200w, https://hazeshift.com.br/wp-content/uploads/2022/06/image1.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 624px) 100vw, 624px" /><figcaption>Dr. Frank Crespilho. Fotos: Divulgação ViaSoft Connect 2022</figcaption></figure>
</div>


<p></p>



<p>Isso chamou a atenção e Frank foi convidado para fazer pós-doutorado no Instituto de Tecnologia da Califórnia, para estudar como o DNA se comportava perante essa parte de interação da corrente elétrica e desenvolvimento de testes de diagnósticos. Após, fez novo doutorado, agora na Universidade de Harvard, instituição de ensino com quem trabalha até hoje também em parceria com o Instituto de Massachussets, tanto para a área de energia quanto saúde.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Mas o que tem a ver toda essa questão com o transhumanismo? Vamos às respostas.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Equipe Haze Shift &#8211; Doutor, que é e como surgiu esse tal transhumanismo?&nbsp;</strong></h4>



<p><em>Frank Crespilho &#8211;</em> O transhumanismo surgiu na década de 60 quando filósofos começaram a pensar a tecnologia e a ciência como um aliado para intensificar algumas propriedades que o ser humano tem, ou até mesmo adicionar propriedades ao ser humano que não existiam.</p>



<p>Por exemplo, quem usa óculos corrige a visão. Mas dos óculos você consegue chegar ao microscópio, dando uma habilidade que não se tinha: enxergar algo muito pequeno. Ou seja, com a tecnologia, você amplia o sentido.&nbsp;</p>



<p>Na época, o transhumanismo se propôs com esse movimento filosófico, destacando que poderíamos até viver mais e com mais qualidade de vida por meio da tecnologia, o que é verdade com fármacos e procedimentos cirúrgicos. Mas pensaram também em uma maneira de você incorporar isso de forma híbrida: orgânica e inorgânica, como braço mecânico, chip e coração artificial.&nbsp;</p>



<p>E tem pesquisadores no mundo, em alguns grupos, que pesquisam a longevidade. Em 2020, saiu um artigo na revista Nature em que alguns cientistas conseguiram rejuvenescer algumas células – se não me engano, de camundongos –, trazendo uma perspectiva de usar esse processo genético para rejuvenescimento.&nbsp;</p>



<p>Então, tem correntes que defendem essas pesquisas para você viver mais. Tanto é que alguns grupos estão estimando vidas de 150, 200 anos em um curto intervalo de tempo, devido aaos benefícios da inovação e incorporar ciência e tecnologia às máquinas, de maneiras híbridas [e totalmente seguras].&nbsp;</p>



<p>Nós pensamos em ciborgs: parece ficção mas não são. Hoje já conseguimos editar o DNA e fazer várias ações de caráter técnico e científico que a gente já conhece da eletrônica molecular, por exemplo, que aumenta essa performance humana. Veja o marcapasso, que corrige problema cardíaco por impulso elétrico. Então, você estender a qualidade de vida, e tudo mais, entra nessa área da ciência que muitas vezes o cientista não pensa como um tema mais geral. Contudo, isso cai na filosofia do transhumanismo, que significa transcender realmente, incluindo mais habilidades ao ser humano. Algo que ele não tinha de maneira natural, incluindo, vamos dizer assim, de maneira artificial ou sintética utilizando toda essa parte de bioeletrônica.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>EHS &#8211; Por que é importante esse debate neste momento da humanidade?&nbsp;</strong></h4>



<p>Na verdade, isso vem sendo discutido faz tempo no exterior. Já participei de grupos de discussão disso na Califórnia, em Boston, há mais de 10, 15 anos. No Brasil, agora que se está olhando para isso por causa da inovação tecnológica ascendente.&nbsp;</p>



<p>Então, esse tema está surgindo agora com mais afinco e não se tem muitos pesquisadores no Brasil trabalhando com algo que remeta ao transhumanismo. Meu grupo é um dos poucos que pensa nessa parte da bioeletrônica, sendo um grupo que trabalha diretamente temas relacionados ao que é transhumanismo.&nbsp;</p>



<p>Talvez por isso comecei a ser requisitado em eventos porque as consequências das nossas pesquisas podem trazer a reflexão para isso. No Brasil, contudo, o problema é o timing, que talvez tenha aflorado agora principalmente por causa dos eventos de inovação e da nova onda de startups e de techs surgindo. Assim, os temas começam a surgir naturalmente.</p>



<p>A humanidade tem que discutir esses temas ácidos que envolvem caráter ético e filosófico envolvendo a ciência. É importante essa discussão para mostrar o que está acontecendo e como sociedade vai se comportar.&nbsp;</p>



<p>Então, trazer esses temas em um Viasoft Connect e outros eventos de tecnologia significa começar a entender que nós temos possibilidade de discutir temas grandes, e relevantes no exterior, em função do que a gente faz no Brasil. Isso é muito legal.&nbsp;</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://hazeshift.com.br/wp-content/uploads/2022/06/dr-frank-crespilho.jpeg" alt="" class="wp-image-3801" width="145" height="237" srcset="https://hazeshift.com.br/wp-content/uploads/2022/06/dr-frank-crespilho-184x300.jpeg 184w, https://hazeshift.com.br/wp-content/uploads/2022/06/dr-frank-crespilho-200x327.jpeg 200w, https://hazeshift.com.br/wp-content/uploads/2022/06/dr-frank-crespilho.jpeg 358w" sizes="(max-width: 145px) 100vw, 145px" /><figcaption>Dr. Frank Crespilho</figcaption></figure>
</div>


<h4 class="wp-block-heading"><strong>EHS &#8211; E o transhumanismo se conecta ao que chamamos de Saúde 4.0?&nbsp;</strong></h4>



<p>Sim. Tudo que envolve tecnologia para aprimoramento da qualidade humana a gente pode colocar nesse contexto. A <a href="https://hazeshift.com.br/saude-40-50/">saúde 4.0</a> pode, principalmente, estar interconectada. E nada impede que parâmetros de saúde e até tratamentos do ponto de vista virtual sejam interconectados através de biochips, de monitoramento a distância. E isso só para saúde humana.&nbsp;</p>



<p>E o transhumanismo é isso: a pessoa está em casa com um chip que detecta vários parâmetros e, se um dá problema, automaticamente isso pode ser acessado por um médico. Então ele melhora automaticamente sua qualidade de vida, que é uma das coisas que o transhumanismo discute: a aplicação da tecnologia para a longevidade.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>EHS &#8211; Como as startups de saúde e de outras áreas podem ajudar a evolução do transhumanismo?&nbsp;</strong></h4>



<p>Os temas saem sempre da Academia. Não tem inovação sem pesquisa. E não tem aplicação da pesquisa sem inovação. Então eu digo que são três fases: universidades, startup-empresa, sociedade.</p>



<p>Se a universidade e os grupos de pesquisa fazem algo, se ela olha para empresa, automaticamente ela está olhando para a sociedade. Porque se uma empresa tem interesse comercial, ela olha para aquela demanda.&nbsp;</p>



<p>Vamos imaginar que você quer abrir uma empresa de teste de dengue. Por que pensou nisso? Foi porque percebeu que a população não tinha esse acesso a testes, e faltava isso no mercado. E quando a universidade conversa com a empresa, ela vê o que a sociedade está querendo. Então, como a empresa é focada em pesquisa de mercado, ela olha para a demanda. Dessa forma, se a universidade está olhando para a empresa, repito, ela e os pesquisadores estão olhando para a sociedade.&nbsp;</p>



<p>Essa interconexão existe naturalmente. Mas a inovação tecnológica, que envolve tecnologia e descobrimento, ela envolve pesquisas bem profundas sobre temas importantes.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>EHS &#8211; Como isso está sendo feito, hoje em dia, por universidades como a USP?&nbsp;</strong></h4>



<p>Posso dar um exemplo pessoal. Hoje minha linha de pesquisa, como veio a pandemia, começou a dar mais foco na parte aplicada do que fundamental, principalmente para detecção de Covid. Nós desenvolvemos dois testes no laboratório: um para detectar anticorpos no sangue, e outro antígeno. Esses dois já estão em fase de validação da Anvisa.&nbsp;</p>



<p>Simultaneamente também desenvolvemos um teste rápido de dengue, que a gente chama <em>points of care.</em> Isso significa utilizar aparelhos nos pontos de atendimento. Então, estamos desenvolvendo equipamentos para que, em 15 a 20 minutos, rapidamente você saiba o diagnóstico.&nbsp;</p>



<p>A partir disso geramos spin-offs no laboratório:</p>



<p>Uma joint venture chamada Biolinker Diagnosis, da qual eu sou sócio fundador que a gente realizou junto com a Biolinger, que é uma startup de tecnologia.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>E também geramos outras empresas que estão em fase de implementação. A primeira é a Diagnostica Electronic, que vai desenvolver biochips.&nbsp;</p>



<p>Essa spin-off está em fase inicial de rodadas de investimentos, que é para capitalizar e desenvolver máquinas que a gente quer trabalhar, que se chama PCR-on-a-Chip. Inclusive, a gente está com a patente dele.&nbsp;</p>



<p>Esse é um equipamento multiplataforma pensado no SUS, de baixo custo, com toda tecnologia desenvolvida aqui no Brasil. A ideia é que a população tenha acesso a PCR por baixo custo, voltada para implementação em grandes hospitais, clínicas de diagnósticos, consultórios médicos. A Diagnostica Eletronic tem esse propósito e está sendo montada aqui em São Carlos, e já validou o primeiro protocolo para detecção de Covid.&nbsp;</p>



<p>Então, minha parte de inovação é sempre tentar trazer o conhecimento da universidade de uma maneira que você incentive os jovens doutores e pesquisadores a criar estrutura de <em>Tech</em>. A ideia é dar suporte para jovens que saem de doutorado e graduação querendo inovar e que às vezes se sentem desamparados por estar começando. Então eu sempre tento dar suporte técnico com a estrutura que já montei para que eles se desenvolvam e acelerem rapidamente.&nbsp;&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>EHS &#8211; Qual é a importância de a ciência chegar a toda sociedade e às empresas e como eventos como Viasoft Connect podem ajudar nisso?&nbsp;</strong></h4>



<p>Vamos dar um exemplo: os patins são utilizados para locomoção e esporte. Mas depois de 100 anos uma rede de supermercado resolveu utilizar para funcionários ficarem menos cansados e mais ágeis. Isso é uma inovação. Mas não é uma inovação tecnológica, porque ele pegou algo e inseriu a aplicabilidade em outro setor. Essa aplicabilidade pode acontecer em vários setores, principalmente na parte digital, pegando tecnologias já existentes.&nbsp;</p>



<p>Mas quando a gente fala em inovação tecnológica, a gente tem que buscar tudo isso. É o que a gente chama de inovação aberta, quando a empresa está com algum problema e precisa resolver, e vai na universidade buscar essa informação, ou os pesquisadores que têm o conhecimento de uma área que, por exemplo, ainda vai ser vislumbrada daqui cinco ou dez anos, ou no médio prazo, eles começam a perceber que essa tecnologia se encontra em uma situação que pode resolver um problema relevante para a sociedade.&nbsp;</p>



<p>Quando isso acontece, o pesquisador ou cientista tem imediatamente que avaliar o estágio que está essa tecnologia. E aí são os aqueles famosos TRLs (Technology Readiness Levels, em português, Níveis de Preparo Tecnológico), que medem o nível de amadurecimento da tecnologia, que vai em uma escala que a NASA criou e que varia de 1 a 9.&nbsp;</p>



<p>Quando você tem um TRL 5, que é um estágio intermediário, aí já é hora de ter uma interlocução do setor privado ou com alguma empresa de desenvolvimento.&nbsp;</p>



<p>E aí a comunicação se torna extremamente importante. Então, todo o networking e essa parte fazer essa interlocução com o setor de investimentos, com as aceleradoras, é a etapa mais crucial para uma tecnologia ganhar mercado. Então, a ciência vem exatamente para isso. Às vezes você não vislumbra que algo seja aplicável em curto intervalo de tempo.&nbsp;</p>



<p>Contudo, com certeza esse descobrimento e inovação pode ser em um timing maior. Pense: em 50 anos depois da [teoria da] relatividade ser descoberta tivemos o GPS, que usa a equação de [Albert] Einsten para correção de rotas. Era algo que ninguém saberia a aplicação prática em relação ao tempo relativo ao espaço e velocidade, tem hoje uma aplicação direta em navegação.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>EHS &#8211; Qual a importância de comunidades de inovação e consultorias de inovação em promover a ciência?&nbsp;</strong></h4>



<p>O pesquisador tem que olhar para o que faz se quer ser inovador, avaliar o amadurecimento da tecnologia dele e encontrar os parceiros corretos. Quando tudo isso acontece ao mesmo tempo, a probabilidade de sucesso é muito grande. E outra coisa é envolver pessoas e talentos que queiram fazer inovação. Então, você tem que cultivar os jovens, os jovens cientistas para, além de fazer ciência fundamental, você olhará para o lado mais aplicado olhando, mais do que para o mercado, olhando para a demanda da sociedade.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>EHS &#8211; Foi mais ou menos assim que você passou a fazer parte da comunidade de inovação dos Inovadores Inquietos?&nbsp;</strong></h4>



<p>Há mais de três anos entraram em contato comigo, e eu não os conhecia, porque ouviram falar de uma pesquisa aqui de São Carlos, sobre biochips implantáveis. Do ponto de vista mais geral, o biochip implantável ele entra nessa parte do transhumanismo, que é uma área que envolve muita discussão da sociedade, que envolve ética e outros pontos. Só que quando entraram comigo, eu estava em Harvard e não deu agenda para se comunicar de forma eficaz.&nbsp;</p>



<p>Quando eu voltei, no fim da pandemia, entraram em contato de novo para fazer uma apresentação ao grupo. Eles gostaram muito, gerou algumas conexões com membros que visitaram meu laboratório, e aí me convidaram para uma atividade de tópicos de interesse global, com relevância atual da sociedade, muitas vezes paradigmas não discutidos em fóruns convencionais.&nbsp;</p>



<p>Embora a gente seja da Academia, tem muita coisa que a gente precisa aprender, num modelo dinâmico, virtual e ciência e outros temas de muita relevância. E então tendo sempre estar presente.&nbsp;</p>



<p>Então, me convidaram para o ViaSoft Connect, e fiquei feliz por esse convite.&nbsp;</p>
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		<title>O que é uma Spin-Off e como criá-la a partir de um programa de inovação</title>
		<link>https://hazeshift.com.br/spin-off-inovacao-empresas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Medalha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Apr 2022 13:05:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura de Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Aberta]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Spin-off]]></category>
		<category><![CDATA[startups]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você já ouviu falar em Spin-Off? Muitos usam o termo para definir uma série de TV ou de Streaming produzida a partir de uma série mãe. O conceito é bastante parecido, mas aqui vamos falar com foco em outros segmentos da economia. E mais, trazendo um pouco de como programas de inovação podem facilitar o  Leia</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Você já ouviu falar em Spin-Off? Muitos usam o termo para definir uma série de TV ou de Streaming produzida a partir de uma série mãe. O conceito é bastante parecido, mas aqui vamos falar com foco em outros segmentos da economia. E mais, trazendo um pouco de como programas de inovação podem facilitar o desenvolvimento de uma Spin-Off.&nbsp;</p>



<p>Como você já deve ter lido no artigo sobre as <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-chesbrough/">33 rotas de inovação aberta</a>, uma Spin-off (rota 3) é o lançamento de um produto ou negócio, a partir de uma empresa já existente. Você deve conhecer várias por aí e vamos citar algumas ao longo do texto.&nbsp;</p>



<p>Um ponto que é interessante é que não precisa apenas nascer de uma startup interna, mas também pode ser um subproduto ou um negócio dentro de uma organização.&nbsp;</p>



<p>Vamos aprofundar? Continue por aqui.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que é uma Spin-Off </strong></h2>



<p>Spin-off é basicamente uma empresa derivada de outra companhia ou de iniciativas de pesquisa acadêmica. Imagine que sua empresa desenvolva um produto, área ou serviço com grande potencial de crescimento, mas que tenha características bastante diferentes do seu objetivo e missão, com atuação em um nicho de mercado que não é o seu.</p>



<p>Por que eliminar um projeto desse, se ele pode criar asas e voar? Com investimento, equipe e planejamento corretos, isso é possível e ainda pode ser um meio usado para diversificar seus negócios.&nbsp;</p>



<p>Aliás, as spin-offs nascem geralmente por esse motivo: para não serem uma oportunidade de negócio desperdiçada e/ou para que a empresa-mãe possa manter o foco em seu core, sem afetar sua razão de ser.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Um bom exemplo são os programas de milhagem das empresas aéreas, como o Tudo Azul e o Smiles que nasceram da Azul Linhas Aéreas e da Gol, respectivamente. Esses são programas de fidelização, gerados dentro de um outro negócio (de aviação), em que pontos podem ser trocados por passagens aéreas ou mesmo produtos físicos.</p>



<p>Então, você deve estar se perguntando, todo projeto vale virar uma spin-off?</p>



<p>Antes de avaliarmos juntos essa questão, vamos só deixar mais um ponto claro? Como citado um pouco mais acima, uma spin-off pode ser corporativa ou acadêmica. Qual a diferença?</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Spin-off corporativa x acadêmica</strong></h3>



<p>A diferença entre uma spin-off corporativa e acadêmica é bastante simples e você já deve até ter chegado a essa conclusão.</p>



<p>Para não restar dúvidas:</p>



<p>Uma <strong>spin-off corporativa</strong> é quando uma nova empresa nasce de outra organização já consolidada no mercado. Começa muitas vezes como um projeto, mas seu potencial de crescimento, escalabilidade, público-alvo é tão grande e fora do foco na empresa-mãe, que acaba por ocorrer a oficialização como uma empresa à parte, separada da original.&nbsp;</p>



<p>Até aqui parece que estamos falando o mesmo que falamos anteriormente. Mas e uma <strong>spin-off acadêmica</strong>? Essas nascem geralmente dentro de institutos de pesquisa e centros universitários. São projetos que ganham vida e que têm potencial para receber investimentos. Aliás, como curiosidade, no Brasil temos a Lei de inovação tecnológica (n° 10.973), que inclui em seus direcionais o fomento à criação de <em>spin-offs </em>acadêmicas. A <a href="https://www.technomar.com.br/">Technomar</a>, por exemplo, é uma spin-off do Laboratório TPN (Tanque de Provas Numérico) da Escola Politécnica, da USP. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando vale lançar uma spin-off?</strong></h2>



<p>Agora sim! Para entender se um projeto, um produto ou serviço valem se transformar em uma spin-off, é interessante avaliar algumas questões.&nbsp;</p>



<p>A primeira, tal produto mantém relação com o restante do portfólio? Caso positivo, vale a pena mantê-lo dentro de sua empresa. Mas, se ele passar por uma série de melhorias e inovações que o transformem em algo com pouca relação ao foco da companhia, faz sentido considerar separá-lo da operação.&nbsp;</p>



<p>Além disso, é importante olhar tendências de mercado e comportamento de consumidores e outros stakeholders. É compreendendo esse cenário que você terá uma boa dica se seu novo produto ou negócio tem potencial para alcançar um nicho diferente da sua empresa. </p>



<p>Quer um exemplo? O <a href="https://www.ze.delivery/">Zé Delivery</a> nasceu dentro da Ambev em 2016, fundamentado em micrologística e com foco em chegar até o consumidor com bebida gelada, de forma ágil (em cerca de 30 minutos) e com preço competitivo. A spin-off atende um público diferente da companhia, que tem preferência para consumir em casa &#8211; o que foi bastante potencializado com a pandemia. Tanto que passou de 1 milhão de pedidos em 2019 para 1 milhão em apenas uma semana durante a crise sanitária. A tecnologia por trás do Zé Delivery ainda permitiu a expansão do negócio rapidamente, passando de um mês para duas semanas de implantação em alguns países.  </p>



<p><a href="https://hazeshift.com.br/gig-economy-uberizacao/">Saiba o que é gig economy</a></p>



<p>Separado da empresa-mãe, é possível manter o foco no crescimento das duas iniciativas. Dentro, é um projeto que poderia perder potencial ou travar, por falta de investimento ou foco &#8211; tanto dos profissionais que acabam tendo outros projetos principais para se dedicarem, quanto em questão de planejamento estratégico mesmo.&nbsp;</p>



<p>Vale lembrar que, para criar uma spin-off, além da análise de mercado e público-alvo citados acima, é necessário um CNPJ diferente da empresa de origem, uma equipe direcionada e, claro, um plano de negócios completo.&nbsp;</p>



<p>Leia também: <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-modelo-negocios/">Mais do que produtos e serviços, você precisa da inovação em modelo de negócios</a></p>



<p>Outro exemplo que é sempre muito bem citado no mercado é o do BB Seguridade, com foco em seguros, previdência e capitalização, que se tornou uma spin-off do Banco do Brasil em 2013. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Benefícios de uma Spin-off</strong></h2>



<p>Bom, não faria sentido criar uma spin-off se não houvesse vantagens. Basicamente, todas já foram citadas ao longo do texto, mas para deixá-las mais fáceis de serem visualizadas, seguem as principais:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Crescer sem comprometer o negócio principal;</li><li>Criar uma <a href="https://hazeshift.com.br/o-que-e-cultura-de-inovacao-conceito-significa/">cultura inovadora</a> diferenciada da empresa-mãe;</li><li>Ter investimentos e equipes focadas;</li><li>Atender outros mercados;</li><li>Reter talentos;</li><li>Ter investidores ou o controle societário diferente da empresa que originou esse novo negócio.</li></ul>



<p>Mais um exemplo de spin-off que podemos citar é a <a href="https://www.orbia.ag/">Orbia</a>, que nasceu em 2019 de um programa de relacionamento da Bayer nos moldes do Smiles, a partir de uma joint venture com a Bravium. Para o lançamento da empresa, já de saída ela passou a ser um marketplace do agro, com a proposta de ser o melhor parceiro de negócio do agricultor, onde ele pode encontrar todos os produtos que precisa e ainda ter vantagens importantes com o programa de pontos. Com a aceleração digital na pandemia, a spin-off ampliou portfólio, parcerias, clientes, passando de vendas de R$ 200 milhões no primeiro ano, para quase R$ 1 bilhão no segundo e agora com metas de R$ 3 bilhões para 2022.&nbsp;</p>



<p>Se formos fazer um check-list com algumas das vantagens elencadas, a empresa cresceu sem comprometer o negócio principal da Bayer, criou uma cultura interna inovadora e independente da empresa-mãe, tem equipes focadas e cada vez mais com crescimento do quadro de colaboradores, atua em um nicho diferente (marketplace) e ainda recebe cada vez mais investimentos, tendo recebido um novo aporte e acionista no início desse ano (Yara).</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Spin-offs e programas de inovação</strong></h2>



<p>Agora que já deu para compreender melhor o que são as spin-offs e suas vantagens, já pensou em quanto os programas de inovação podem resultar em spin-offs? Aqui na Haze Shift, não tem como pensarmos em qualquer assunto sem levantarmos as possibilidades<a href="https://hazeshift.com.br/servicos/"> com base nos serviços que oferecemos</a>.&nbsp;</p>



<p>Como consultoria, desenvolvemos uma série de iniciativas junto a nossos clientes que podem vir a resultar em um Spin-off futuramente, tanto por meio das <a href="https://hazeshift.com.br/comunidades-de-pratica/">comunidades de práticas</a> que podem trabalhar com o desenvolvimento de novas soluções internas, quanto de programas de geração de ideias, hackathons, ou desafios de inovação. Podemos pensar nesses programas como um propulsor para se gerar spin-offs. São programas que passam por <a href="https://hazeshift.com.br/programas-de-ideias-sugestoes/">geração de ideias</a>, protótipos e MVPs pautados em metodologia de pré-aceleração e aceleração de novos negócios ou soluções internas.</p>



<p>Dentro desse contexto, diria que a inovação pode ser propulsora para a criação de uma spin-off ou ainda ser um programa contratado por uma spin-off já criada. Seja qual for a oportunidade, uma <a href="https://www.hazeshift.com.br/">consultoria de inovação</a> como a Haze Shift pode ajudar. Quer saber mais? <a href="https://hazeshift.com.br/vamos-conversar/">Entre em contato</a>.</p>
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		<title>Open Finance traz potencial de inovação para empresas criarem seus próprios produtos financeiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Fernando Frederico]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Mar 2022 21:28:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Design estratégico]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Aberta]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação Digital]]></category>
		<category><![CDATA[startups]]></category>
		<category><![CDATA[transformação digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde o fim de 2021, pessoas físicas e empresas podem compartilhar com qualquer instituição financeira informações sobre diferentes produtos que possuem, como câmbio, previdência e seguros.  Você pode estar se perguntando: Por que alguém faria isso? E como as empresas podem extrair valor disso? Bom, em primeiro lugar, vamos explicar o que é essa nova  Leia</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Desde o fim de 2021, pessoas físicas e empresas podem compartilhar com qualquer instituição financeira informações sobre diferentes produtos que possuem, como câmbio, previdência e seguros.&nbsp;</p>



<p>Você pode estar se perguntando: Por que alguém faria isso? E como as empresas podem extrair valor disso? Bom, em primeiro lugar, vamos explicar o que é essa nova possibilidade apresentada pelo Banco Central. Ela se chama Open Finance: é uma evolução do <a href="https://hazeshift.com.br/open-banking-inovacao/">Open Banking</a>.&nbsp;</p>



<p>Entre agosto e dezembro de 2021, clientes tiveram a oportunidade de compartilhar facilmente com bancos e fintechs informações sobre transações em suas contas corrente, cartão de crédito e produtos de crédito contratados. Foi um trabalho de <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-exemplos/">inovação aberta nos processos</a> extremamente bem realizado pelo Banco Central em parceria com as instituições financeiras brasileiras.&nbsp;</p>



<p>Agora, com o Open Finance, o potencial de compartilhamento aumentou para outros produtos, como câmbio e seguros. Aqui outras empresas que compõem o sistema financeiro, além de bancos e fintechs, poderão ser integradas. Isso inclui seguradoras e corretoras, por exemplo.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Respondendo à pergunta: o que os consumidores ganham com isso?&nbsp;</strong></h2>



<p>A resposta é simples: ao seguir o passo a passo de cada instituição para isso (<a href="https://www.caixa.gov.br/open-banking/Paginas/default.aspx">veja aqui o exemplo da Caixa</a>), pessoas físicas e empresas ficam aptas a receber ofertas personalizadas para suas necessidades, seja de investimentos, crédito, seguros ou outros produtos financeiros.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Assim, você pode ter conta corrente em uma instituição, investimentos em outra, seguros em outra, com o diferencial que estará contando com produtos com taxas e tarifas personalizadas conforme sua própria necessidade. Inclusive, você poderá fazer isso sem precisar levar uma tonelada de comprovantes de uma instituição à outra para comprovar seus recursos disponíveis.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/open-banking-inovacao/"><strong>Leia também: Chegou a hora de sua empresa falar sobre open banking e como a inovação pode ajudar</strong></a></h4>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>E as oportunidades para as empresas extraírem valor?&nbsp;</strong></h2>



<p>Assim como clientes têm a chance de compartilhar dados, empresas também têm a oportunidade de entrar nesse sistema para receber informações necessariamente sem serem bancos. Lembra quando eu disse que instituições que não são bancos poderão acessar o sistema do Open Finance?&nbsp;</p>



<p>Pois então. É aqui que uma <a href="https://www.hazeshift.com.br/">consultoria de inovação</a> como nós da Haze Shift pode ajudar. </p>



<p>É comum empresas multinacionais, como Ambev e Volkswagen, terem suas próprias instituições financeiras para realizar pagamentos, controle de folha salarial. E com o Open Finance, elas poderão ficar ainda mais inovadoras ao receberem informações de seus próprios clientes PF e PJ, por exemplo.&nbsp;</p>



<p>Pense comigo. Uma indústria de bebidas cadastrada no Open Finance como fornecedora de produtos financeiros poderá ter acesso a dados de bares e restaurantes. E como ela vende seus produtos para esses locais, geralmente já possui um bom relacionamento com eles.&nbsp;</p>



<p>Com o acesso a informações bancárias, de investimentos e seguros desses clientes PJ, essa mesma indústria poderá oferecer produtos como capital de giro, antecipação de recebíveis, e até mesmo seguro do imóvel, se decidir apostar nesse nicho.&nbsp;</p>



<p>E como essas ofertas serão feitas? Primeiramente, a <a href="https://hazeshift.com.br/ciencia-de-dados-e-inteligencia-artificial/">ciência de dados</a> pode ajudar a compilar as necessidades dos clientes. Em segundo lugar, a indústria com certeza precisará de parceiros para oferecer produtos e serviços dos quais ainda não dispõem.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/ciencia-de-dados-e-inteligencia-artificial/"><strong>Leia também: Uma forma simples de explicar como ciência de dados e inteligência artificial vão transformar a inovação de seus negócios</strong></a></h4>



<p>Em outras palavras, ela precisará apostar na inovação aberta para encontrar <em>fintechs</em> ou outras instituições financeiras ou empresas seguradoras, por exemplo, capazes de apoiá-las nessas ofertas.&nbsp;</p>



<p>Nesse sentido, nós da Haze Shift temos a expertise no desenho do <a href="https://hazeshift.com.br/design-estrategico/">design estratégico</a> para apoiar todo esse processo de implementação de <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta/">inovação aberta</a> e <a href="https://hazeshift.com.br/transformacao-digital/">transformação digital</a>. Inclusive, já fizemos vários <em>hunting de startups</em> que conectaram empresas a soluções que elas buscavam, ou seja, encontramos o parceiro ideal para <a href="https://hazeshift.com.br/tipos-de-inovacao/">disrupção do negócio</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Open Finance e a capacidade de expansão de negócios&nbsp;</strong></h2>



<p>Em outras palavras, unindo Open Finance e inovação aberta, as empresas têm a possibilidade de expandirem seu raio de ação para gerar novos negócios.&nbsp;</p>



<p>Além de manterem sua atividade principal, elas conseguem lucrar com ofertas financeiras, que há alguns anos (principalmente antes da chegada de fintechs e expansão de corretoras) estavam concentradas em poucos grandes bancos.&nbsp;</p>



<p>Vejamos ainda como uma montadora de automóveis também pode ter boas oportunidades nesse sentido.&nbsp;</p>



<p>Além de oferecer produtos financeiros para as próprias concessionárias credenciadas (como no caso da indústria de bebidas para bares), os próprios clientes compradores podem ser abordados com seguros de automóveis sob medida, exclusivos da montadora, com ofertas melhores do que os seguros anteriores que a pessoa já teve.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Inteligência e case de mercado&nbsp;</strong></h2>



<p>Essa oferta pode ser combinada à inteligência artificial, uma vez que o cliente terá a oportunidade de compartilhar suas informações. Nesses casos, contudo, é preciso um desenho de design estratégico e inovação aberta, no qual montadora, concessionária e, provavelmente, uma seguradora parceira (ou uma spin-off da própria montadora) estarão envolvidas.&nbsp;</p>



<p>Aliás, um exemplo de spin-off inovadora para oferta de produtos financeiros foi criada pela Ambev. A fintech <a href="https://www.soudonus.com.br/">Donus</a> passou a oferecer aos lojistas o serviço de crédito ainda em 2021, sendo 20 mil clientes com crédito pré-aprovados. Agora, com o Open Finance, a Donus tem a chance de ampliar sua capacidade de oferta de crédito e/ou antecipação de recebíveis para lojistas com base no compartilhamento de dados.&nbsp;</p>



<p>Em outras palavras, as informações trazidas pelo Open Finance cada vez mais criarão um mercado quase que secundário de oferta de crédito. E assim bancos maiores tendem, consequentemente, a ter que ajustar seus próprios preços.&nbsp;</p>



<p>Com isso, quem sai ganhando é o consumidor tomador de crédito, ou que busca produtos como seguros, investimentos, entre outras oportunidades oferecidas pelo sistema financeiro nacional.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Podemos ajudar?&nbsp;</strong></h2>



<p>O fato é que com o Open Finance muitas portas estão sendo abertas para empresas explorarem novas possibilidades de negócio, como fazer parcerias estratégicas com <em>fintechs</em> e outras instituições para oferecer produtos financeiros.&nbsp;</p>



<p>Por isso, contar com a expertise de uma consultoria de inovação é fundamental. Nós da Haze Shift, por exemplo, podemos auxiliar com a co-criação desse planejamento estratégico, que envolve alta necessidade de pesquisa.&nbsp;<a href="https://hazeshift.com.br/vamos-conversar/">Vamos conversar</a> sobre isso</p>
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		<title>Uma forma simples de explicar como ciência de dados e inteligência artificial vão transformar a inovação de seus negócios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Fernando Frederico]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Feb 2022 21:07:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação Aberta]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação Digital]]></category>
		<category><![CDATA[startups]]></category>
		<category><![CDATA[transformação digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste momento sua empresa produz uma imensidade de informações valiosas. Seja na linha de produção, no atendimento e vendas, em equipamentos utilizados por clientes ou pela própria firma. Por isso, é bom conhecer a importância da ciência de dados e inteligência artificial: ela apoiará ou transformará seu negócio.  Ao tomar conhecimento de quais dados sua  Leia</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Neste momento sua empresa produz uma imensidade de informações valiosas. Seja na linha de produção, no atendimento e vendas, em equipamentos utilizados por clientes ou pela própria firma. Por isso, é bom conhecer a importância da ciência de dados e inteligência artificial: ela apoiará ou transformará seu negócio.&nbsp;</p>



<p>Ao tomar conhecimento de quais dados sua companhia produz, você pode fazer coisas, como diziam nossos avós, do <em>arco da velha.</em> Em outras palavras, esse é o momento certo para dar um novo empurrão à <a href="https://hazeshift.com.br/transformacao-digital-nas-empresas/">transformação digital</a> da sua empresa.&nbsp;</p>



<p>Isto é, em primeiro lugar, você pode analisar dados para melhorar a sua produtividade. Em segundo lugar, você pode aperfeiçoar produtos e serviços ou, até mesmo, trazer novas soluções para o mercado, a partir da <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-modelo-negocios/">inovação em novos modelos de negócios</a>. </p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um exemplo para explicar ciência de dados e inteligência artificial</strong></h2>



<p>Nós da Haze Shift temos um cliente que produz controladores para monitoramento de granjas de aves, suínos e bovinos de leite. São equipamentos que medem iluminação, pesagem de animais, quantidade de água e alimentos no local, temperatura, entre outros fatores.&nbsp;</p>



<p>Os equipamentos (de altíssima qualidade, diga-se de passagem) têm a função de monitorar e informar os dados do ambiente aos produtores e, com base neles, o produtor ou o especialista técnico toma as devidas ações.&nbsp;</p>



<p>Mas a empresa percebeu que os dados gerados poderiam antecipar movimentos dentro da criação. Com o histórico de dados, e uma solução matemática (algoritmo) envolvida, é possível recomendar automaticamente ações preventivas para prevenir riscos e melhorar o bem-estar animal.&nbsp;</p>



<p>Nós explicamos um pouco mais sobre essa ciência de dados e inteligência artificial <a href="https://hazeshift.com.br/big-data-agronegocio-ciencia-dados-agricultura/">no agronegócio neste outro artigo</a> (clique para ler).&nbsp;</p>



<p>Parece complicado? Então vamos explicar como esse tipo de pensamento pode melhorar também outros setores.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Primeiro, faça uma reflexão</strong></h2>



<p>Quanto do conhecimento em dados que minha empresa possui&nbsp; pode oportunizar melhorias para meus parceiros, clientes e fornecedores, por meio da transformação digital?&nbsp;</p>



<p>Quando você começa a ter uma visão de possibilidades, como no <em>case </em>acima, existe uma capacidade inovadora para aperfeiçoar serviços e partir para modelos de negócios que nunca imaginou.</p>



<p>Inclusive, nós da Haze Shift temos equipes especializadas a analisar melhor esses dados e a encontrar novos parceiros para ampliar esses modelos através de várias <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-chesbrough/">rotas de inovação aberta</a>.&nbsp; Por isso, acima de tudo, você precisa pensar em bons parceiros de negócios e colaboradores entendam e ajudem na interpretação de dados.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Transformando produtos do varejo em serviços por assinatura&nbsp;</strong></h2>



<p>Bons exemplos recentes e públicos podem ser observados na incipiente e crescente adoção da <a href="https://hazeshift.com.br/industria-4-0/">indústria 4.0</a> no Brasil. Inclusive, colaborando para soluções conectadas à <a href="https://hazeshift.com.br/economia-circular/">economia circular</a>, que busca eliminar o uso de resíduos por meio da sustentabilidade e inovação.&nbsp;</p>



<p>Nesse sentido, podemos aplicar o conceito de design circular apoiado na ciência de dados e inteligência artificial. Isto porque o design de um produto ou serviço é revisto e renovado, podendo gerar um novo modelo de negócios.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-modelo-negocios/"><strong>Leia mais sobre inovação em modelos de negócios neste artigo</strong></a><strong>&nbsp;</strong></h4>



<p>Vejamos, rapidamente, o caso da <a href="https://yvybrasil.com">YVY</a>, que produz produtos de limpeza. Ao analisar os próprios dados de uso de plástico e consumo de água, e buscando a melhoria de processos, a empresa buscou uma solução inovadora. Para ser mais preciso, apostou em cápsulas retornáveis.&nbsp;</p>



<p>Funciona assim: por meio de embalagens reutilizáveis, pode-se fazer um plano de <a href="https://yvybrasil.com/verao-yvy-22/">assinatura de cápsulas de limpeza</a>. O próprio consumidor, em sua casa, faz a diluição daquele produto de limpeza. Confira:&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="video-shortcode"><iframe title="YVY | Economia Circular" width="1100" height="619" src="https://www.youtube.com/embed/sma4ZKgudR8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<p>Ou seja, foi criado um novo modelo de negócios. Isso porque a venda direta no varejo virou um serviço por assinatura que entrega cápsulas recicladas e recolhe as usadas.</p>



<p>Perceba: há uma conexão total com <a href="https://hazeshift.com.br/esg-inovacao/">ESG e inovação</a>. Certamente, isso só foi possível porque a ciência de dados baseada em pesquisas com o consumidor com dados cruzados sobre uso de plástico, água e experiência do cliente.&nbsp;</p>



<p>Além disso, com a clara informação de menos pessoas circulando em supermercados durante a pandemia, a empresa conseguiu novos clientes e ampliou a aposta na solução. Isso parece (com o perdão do trocadilho sobre limpeza) ter caído como uma luva: em novembro de 2021 já eram mais de 7 mil assinaturas, contra mil três anos antes.&nbsp;&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sua saúde com ciência de dados e inteligência artificial&nbsp;</strong></h2>



<p>Existem algumas áreas que já estão indo muito bem nesse sentido. E nós da Haze Shift já apresentamos casos de nossos clientes aqui mesmo em nosso blog.&nbsp;</p>



<p>Por exemplo, o cruzamento de dados das condições de saúde de pacientes, monitorados pelos próprios planos de saúde conforme exames em seus laboratórios e clínicas parceiras, podem apoiar médicos na decisão de tratamentos. Essa, aliás, é uma forma de compartilhar dados e conhecimento.&nbsp;</p>



<p>Da mesma forma já vemos produtos revolucionários nessa área por meio de aplicativos de celulares e produtos vestíveis, como relógios que monitoram a frequência cardíaca e pressão arterial, por exemplo. Os produtos podem emitir alertas úteis tanto para o paciente, quanto à distância para os <a href="https://hazeshift.com.br/saude-40-profissionais-medicos/">médicos e os profissionais da saúde 4.0</a>. E assim evitar que um caso clínico se agrave.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/startups-de-saude/"><strong>Leia também sobre startups e Planos de Saúde: Oportunidades para revolucionar o atendimento médico no Brasil</strong></a></h4>



<p>Nesse sentido, nós da Haze Shift já fizemos junto a clientes da área de saúde <em>huntings de startups</em> que poderiam oferecer soluções inovadoras.&nbsp;</p>



<p>Dessa forma, os planos e operadoras de saúde podem, inclusive, economizar com tratamentos mais baratos do que com internações e tratamentos caros. Além de tudo, aqui estamos falando de vidas, que deve ser sempre a prioridade em todos os campos da humanidade.</p>



<iframe style="border-radius:12px" src="https://open.spotify.com/embed/episode/7Mu3DpbdxzCSQu791No5Vt?utm_source=generator" width="100%" height="232" frameborder="0" allowfullscreen="" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture"></iframe>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando as pessoas passam perto, lance a oferta&nbsp;</strong></h2>



<p>Vamos agora pensar no varejo. Será que não é possível fazer algo semelhante à YVY em seu negócio, lançando ofertas no momento certo? Por meio da ciência de dados e inteligência artificial, combinada a certos aplicativos, eu diria que sim. Inclusive, impulsionando a <a href="https://hazeshift.com.br/transformacao-digital-em-pequenas-empresas/">transformação digital em pequenas e médias empresas</a>.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Quando não há verba para uma disrupção do negócio ou mesmo ainda não foi encontrada uma solução de melhoria de um produto (às vezes ele é bom o suficiente), você pode ampliar sua oferta quando o consumidor está perto de você.&nbsp;</p>



<p>O que eu quero dizer mesmo é que a estratégia de transformação digital e inovação de uma empresa também acontece pelas ruas. Na pandemia, por exemplo, a <a href="https://www.otima.com/">plataforma de mídia Otima</a> passou a identificar pontos de aglomerações e aumento de pessoas circulando em um ambiente.&nbsp;</p>



<p>E se tecnologias do tipo forem aplicadas, por exemplo, no seu negócio quando há várias pessoas no entorno ou dentro do ambiente?</p>



<p>Por exemplo, shoppings e supermercados, ao serem comunicados por aplicativos ou equipamentos sobre uma grande presença de pessoas, podem lançar ofertas relâmpagos. Podem oferecer a degustação de um produto.&nbsp;</p>



<p>Essa ciência de dados e inteligência artificial pode ser combinada até mesmo por anúncios em auto falantes, uma vez que foi identificado um grande número de consumidores em potencial.&nbsp;&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/big-data-agronegocio-ciencia-dados-agricultura/">Leia também sobre o big data do agronegócio</a></h4>



<p>Além do mais, existe uma tecnologia chamada <em>geofencing</em>, na qual você pode disparar ofertas de sua empresa para clientes no entorno via SMS ou outras redes sociais. Combinada à possibilidade de identificar grande movimento de pessoas então, pense nos ganhos que uma rede de padarias, supermercados ou mesmo sorveterias poderiam ter. E que tal utilizar esses princípios dentro de concessionárias de veículos, lojas de bicicletas, etc?</p>



<p>Agora vamos pensar fora de casa. Você já deve ter percebido, por exemplo, que quando busca um sapato na internet, vários anúncios do mesmo sapato começam a surgir? Bom, esse é um uso claro de ciência de dados e inteligência artificial na computação. Se você ainda não usa soluções assim, com o <a href="https://google.com/ads">Google Ads</a> (o mais acessível desse mercado), isso é mais do que recomendado.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Transformação digital, ciência de dados e inteligência artificial</strong></h2>



<p>Isto é, você precisa pensar na estratégia de transformação digital da sua empresa. E para isso, precisa encontrar um parceiro que entenda do assunto e combine tudo isso à estratégia de inovação com ciência de dados e inteligência artificial.&nbsp;</p>



<p>Nós da Haze Shift podemos fazer a análise de criação desses ambientes tecnológicos e de análise de dados, para ajudar você a entender os próximos passos para olhar para o futuro.&nbsp;</p>



<p>Dessa forma, em co-criação com sua empresa, faremos uma pesquisa de mercado e certamente poderemos responder qual será a melhor modelagem de soluções para os dados que sua organização dispõe.&nbsp;</p>



<p>Vamos, em conjunto, entender as necessidades do mercado, e se isso representa uma aplicação da base de clientes ou um aumento da possibilidade de oferta de serviços para seus atuais clientes. Basta <a href="https://hazeshift.com.br/vamos-conversar/">entrar em contato</a> para construirmos a melhor proposta. Vamos marcar uma conversa.&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://hazeshift.com.br/ciencia-de-dados-e-inteligencia-artificial/">Uma forma simples de explicar como ciência de dados e inteligência artificial vão transformar a inovação de seus negócios</a> apareceu primeiro em <a href="https://hazeshift.com.br">Haze Shift</a>.</p>
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		<title>O que são as startups Femtechs e porque elas são o melhor investimento do momento no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Robert Frederic Woolley]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Feb 2022 00:15:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação Aberta]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação Digital]]></category>
		<category><![CDATA[cultura da inovação]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[startups]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando me perguntam sobre qual a tendência em inovação em saúde,  minha resposta é sempre direta: Femtechs. Femtech é a categoria de software, produtos, equipamentos vestíveis e implantáveis, diagnósticos e serviços que utilizam a tecnologia digital para saúde das mulheres.  Tenho alguns bons motivos para essa recomendação. Cerca de 50% do mercado Femtech é voltado  Leia</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quando me perguntam sobre qual a tendência em inovação em saúde, &nbsp;minha resposta é sempre direta: Femtechs. Femtech é a categoria de software, produtos, equipamentos vestíveis e implantáveis, diagnósticos e serviços que utilizam a tecnologia digital para saúde das mulheres.&nbsp;</p>



<p>Tenho alguns bons motivos para essa recomendação. Cerca de 50% do mercado Femtech é voltado para soluções em fertilidade  Os demais 50% são direcionados a áreas relacionadas a saúde da mulher, a longevidade, saúde sexual, pós-menopausa, saúde psicossocial, segurança, medicina diagnóstica, bem-estar e estética.</p>



<iframe style="border-radius:12px" src="https://open.spotify.com/embed/episode/7o39tZbpPX1wWAellEZUCs?utm_source=generator" width="100%" height="232" frameBorder="0" allowfullscreen="" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture"></iframe>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>História e significado de Femtechs: startups para o público feminino</strong></h2>



<p>O termo foi criado em 2013 por Ida Tin, criadora do app de fertilidade <a href="https://helloclue.com/pt">Clue</a>. Apesar de não ser um conceito novo, foi a partir de 2016 que houve o ponto de inflexão do mercado de startups Femtechs. Foram US$ 600 milhões em investimentos no setor e com expectativas de se tornar um mercado de US$60 bilhões em 2027 (crescimento anual (CAGR) estimado em 15,6% no período 2020-2027).</p>



<p>No entanto, para que isso aconteça, o mercado precisará superar vários desafios globais para startups Femtechs, como por exemplo:</p>



<ul class="wp-block-list"><li>Falta de Investimento &#8211; Femtechs respondem por apenas 1,4% do capital de investimentos atual em saúde;</li><li>Educação &#8211; globalmente pouco é feito ou investido para desmascarar mitos e tabus em torno de questões relacionadas às mulheres;</li><li>Historicamente existe pouco capital&nbsp; investido em startups Femtechs, ou seja, relacionadas a mulheres;</li><li>Risco de tributação – receio do surgimento de uma tributação popularmente sendo chamada de imposto rosa aplicado a produtos comercializados para as mulheres;</li><li>Dificuldades econômicas atrapalham acesso a produtos de alta tecnologia (por exemplo, dispositivos vestíveis ou implantáveis) para mulheres em zona rural no mundo;</li><li>Subestimação de problemas – no âmbito global, quando se trata de questões de saúde, será preciso ouvir mais as mulheres para entender a realidade e identificar as necessidades não-atendidas.&nbsp;</li></ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que as Femtechs são importantes agora?&nbsp;</strong></h2>



<p>Assim como em outros momentos da história, mulheres do século 21 desempenham um papel central na criação de famílias. E como equilibrar isso em um universo em que as mulheres acabam tendo de enfrentar duplas ou triplas jornadas? As Femtechs podem ajudar. Vamos explicar os porquês.</p>



<p>Em primeiro lugar, é óbvio que as mulheres são fundamentais para sustentar famílias saudáveis. Além disso, independente de nacionalidade, classe social, nível de instrução ou poder aquisitivo, nos lares&nbsp; 80% dos gastos em em produtos de saúde são realizados por mulheres, e elas são responsáveis por 90% de todas as decisões domésticas sobre saúde.&nbsp;</p>



<p>Em adição a isso, existe ainda crescente uso de aplicativos médicos à medida que o conceito de gerenciamento saúde passa a ser uma tendência de mercado e se tornando parte da cultura contemporânea. Isso representa uma janela de oportunidades.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Exemplos de femtechs&nbsp;</strong></h3>



<p>Por isso,além de apresentar esse movimento de inovação, o conceito e significado de Femtechs, suas oportunidades e desafios também aproveito para chamar a atenção dos investidores, pois essas startups são uma grande oportunidade para investimentos.&nbsp;</p>



<p><a href="https://hazeshift.com.br/valuation-da-empresa/">Leia mais sobre valuation para decisão de investimento&nbsp;</a></p>



<p>Para tanto, vou apresentar rapidamente alguns exemplos brasileiros e estrangeiros de Femtechs em diferentes áreas.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Saúde reprodutiva e sexual&nbsp;</strong></h3>



<ul class="wp-block-list"><li><a href="https://www.evofem.com/">Evofem Bioscience</a> – Desenvolvedores do Phexxi™ o primeiro contraceptivo não hormonal</li><li><a href="https://progyny.com/">Progyny</a> &#8211; Opera como uma startup de gerenciamento de benefícios de fertilidade para mulheres em programas realizados em parceria com empresas.&nbsp;</li><li><a href="https://www.gestar.com.br/">Gestar</a> &#8211; Femtech com o objetivo de conectar profissionais da área de saúde materno-infantil a gestantes e mães.&nbsp;</li><li><a href="https://www.zielbiosciences.com/">Ziel Biosciences</a> &#8211; responsável pelo desenvolvimento do SelfCervix™, um coletor caseiro de material para testes de detecção do HPV</li><li><a href="https://www.oya.care/">Oya care</a> &#8211; A femtech oferece um exame de hormônio antimülleriano, indicador utilizado para mensurar a fertilidade da mulher</li></ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Longevidade&nbsp;</strong></h3>



<ul class="wp-block-list"><li><a href="https://www.fizimed.com/">Fizimed</a> – Desenvolveram o equipamento Emy™ para fortalecimento do assoalho pélvico e períneo, na prevenção de incontinência urinária;</li><li><a href="https://haut.ai/">Haut.AI</a> – Plataforma de inteligência artificial (IA) para análise e sugestão de produtos de cuidados com a pele apropriados de forma individualizada;</li><li><a href="https://en.wikipedia.org/wiki/Kheiron">Kheiron</a> &#8211; Plataforma de IA para análise de imagens de exames para detecção de câncer de mama e ovário em estágio inicial;</li><li><a href="https://www.hologic.com/">Hologic</a> – Adquiriu a Acessa health, uma empresa de biotecnologia que desenvolveu soluções invasivas para o tratamento de miomas uterinos;</li><li><a href="https://www.bayer.com.br/pt/midia/bayer-adquire-empresa-britanica-de-biotecnologia-kandy-therapeutics">KaNDy Therapeutics</a> &#8211; Biotec focada no tratamento dos sintomas da menopausa, adquirida pela Bayer por U$ 425 milhões;</li><li><a href="https://phpbiotech.com.br/">PHP Biotech</a> – Startup brasileira que atua no desenvolvimento de nova molécula para tratamento de câncer de mama do tipo triplo negativo, o mais agressivo.</li></ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Saúde Psicossocial e Segurança</strong></h3>



<ul class="wp-block-list"><li><a href="https://www.linkedin.com/company/dorotheahealthtech/about/">Dorothea</a> &#8211; App de cuidados com saúde mental para nichos específicos como adolescentes, TDHA, idosas, entre outras</li><li><a href="http://www.womaninterruptedapp.com/pt/">WomanIterrupt</a> – App brasileiro premiado mundialmente que analisa e contabiliza as interrupções (de forma abusiva) de falas de mulheres por homens em reuniões e conversas. App voltado para mudança cultural e coibir abuso no ambiente de trabalho</li><li><a href="https://www.alicego.com.br/">AliceGo</a> &#8211; Criada para conectar bares e restaurantes parceiros que se comprometem a seguir protocolos de segurança da mulher, proporcionando um ambiente livre de assédio e mais seguro para elas</li><li><a href="https://azmina.com.br/projetos/penhas/">PenhaS</a> – App criado pelo Instituto AzMinas para enfrentamento à violência contra mulher. App foca nas etapas de conscientização e formação de rede de apoio.&nbsp;</li></ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Carreira e empoderamento profissional</strong></h3>



<ul class="wp-block-list"><li><a href="https://www.eql.com.br/">Elas que lucrem</a> (EQL) &#8211; surgiu com o objetivo de igualar o número de homens e mulheres na bolsa de valores e em cargos de liderança</li><li><a href="https://www.b2mamy.com.br/">B2Mammy</a> – Plataforma que capacita e conecta mães ao ecossistema de inovação e tecnologia</li></ul>



<p>Além de soluções digitais, cabe comentar que influenciadas pelas necessidades não-atendidas e crescimento das Femtechs, surgem grupos de investimento focado em startups lideradas por mulheres como a <a href="https://www.wishe.com.br/">Wishe</a>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um exemplo de um programa de inovação aberta&nbsp;</strong></h2>



<p>Mas onde as Femtechs podem surgir? Por diversos meios. Um deles é por meio de <a href="https://hazeshift.com.br/founder-institute-como-funciona-entrevista/">aceleradoras e mentorias</a>. Outro por capital próprio. Ou ainda por <a href="https://hazeshift.com.br/o-que-e-hackathon-desafios-de-inovacao/">desafios de inovação aberta</a>.&nbsp;</p>



<p>Este último modelo aconteceu recentemente no <a href="https://hazeshift.com.br/historias/inova-san-2020/?portfolioCats=3%2C2%2C5%2C4">programa Inova-San</a>, co-organizado por nós da Haze Shift. Nele, equipes de universitários do Sul Fluminense participam de um programa de inovação aberta junto ao Instituto Nissan. O objetivo, em 2021, foi gerar soluções para os segmentos de Meio Ambiente, Mobilidade Inteligente e Mulheres e Inovação.&nbsp;</p>



<p>O projeto vencedor do segmento mulheres foi a startup Diverse, que já rodou um MVP &#8211; sigla para produto mínimo viável &#8211; e que tem tudo para se juntar à lista de Femtechs acima.&nbsp; A proposta é criar conexão entre organizações e a contratação de profissionais PCDs mulheres. Confira no <em>pitch </em>da proposta:&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="video-shortcode"><iframe title="Demoday: Pitch dos 9 projetos finalistas" width="1100" height="619" src="https://www.youtube.com/embed/q_OT4u6TJ_4?start=6172&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Femtechs: tendência crescente&nbsp;</strong></h2>



<p>Como você pode ver, já existem uma ampla gama de soluções focadas pelas startups para o público feminino.&nbsp;</p>



<p>Nesse sentido, as Femtechs surgem como soluções para amplo espectro de tecnologias digitais dedicadas à melhoria da saúde e bem-estar das mulheres. Em especial a satisfazer as necessidades não atendidas das mulheres e desenvolver soluções tecnológicas para Longevidade, gravidez e cuidados de enfermagem, bem-estar sexual, saúde do sistema reprodutivo, soluções para menopausa, oncologia feminina e saúde geral.&nbsp;</p>



<p>Por isso, cada vez mais investidores têm voltado suas atenções às startups para mulheres. Isso resultou em uma consciência muito maior do mercado, o que é muito benéfico para a sociedade e aumento do investimento. O resultado positivo é o crescimento exponencial do mercado de Femtechs e com isso as mulheres, seus desafios e desejos recebendo a atenção merecida.&nbsp;</p>



<p>Nós&nbsp; da Haze Shift podemos ser o parceiro ideal no desenvolvimento de soluções para necessidades não atendidas de mulheres que podem originar em uma Femtech, e programas de cultura de inovação para identificação, empatia e idealização de soluções.&nbsp;</p>



<p>Finalmente, por que investir em Femtechs? Respondo com a justificativa mais importante e óbvia: porque metade das pessoas no planeta são mulheres e a outra metade filhos e filhas delas.</p>
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		<title>O big data do agronegócio comprova: a ciência de dados é capaz de gerar novos modelos de negócios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luiz Fernando Frederico]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Feb 2022 21:52:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação Aberta]]></category>
		<category><![CDATA[Transformação Digital]]></category>
		<category><![CDATA[startups]]></category>
		<category><![CDATA[transformação digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existem empresas com altíssima capacidade de gerar dados. O agronegócio é um dos melhores exemplos. No Brasil, granjas, galpões e até plantações já são monitorados por aparelhos. O produtor pode, por exemplo, monitorar a quantidade de água de animais com apoio de aplicativos e equipamentos.  Mas o que muitas empresas ainda não enxergaram são as  Leia</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Existem empresas com altíssima capacidade de gerar dados. O agronegócio é um dos melhores exemplos. No Brasil, granjas, galpões e até plantações já são monitorados por aparelhos. O produtor pode, por exemplo, monitorar a quantidade de água de animais com apoio de aplicativos e equipamentos.&nbsp;</p>



<p>Mas o que muitas empresas ainda não enxergaram são as oportunidades que essa coleta de dados do antes e após a tomada de ação pelo produtor podem gerar. As análises dos ambientes para uso de dados agronômicos gerados em plataformas digitais são valiosas. E essa é a melhor maneira de implementar a ciência de dados da agricultura: o <em>big data</em> do agronegócio.&nbsp;</p>



<p>Se por um lado especialistas como técnicos ou zootécnicos podem auxiliar nas tomadas de decisões com base em conhecimentos teóricos e práticos, imagine o que é possível fazer quando esse conhecimento é combinado com a inteligência artificial, também conhecida por AI.&nbsp;</p>



<p>Você que é de uma <a href="https://hazeshift.com.br/transformacao-digital-no-agronegocio/">agrotech </a> &#8211; startups do agronegócio &#8211;  e está lendo este artigo já deve ter visto uma oportunidade para entrar com força no jogo. O mesmo eu diria se você é de uma empresa de soluções de equipamentos tecnológicos para monitoramento de ambientes criarem novos <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-modelo-negocios/">modelos de negócios</a>. Inclusive, gerando spin-offs. Essas, inclusive, são rotas de inovação aberta que meu colega Marcos Daniel abordou <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-chesbrough/">neste texto (clique para ler)</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O agro como exemplo&nbsp;</strong></h2>



<p>Vamos explicar tudo isso um pouco mais a fundo. Existem diversas tecnologias de sensoriamento que capturam dados e informações no campo: lavoura, ambientes confinados, até mesmo nos tanques da piscicultura.&nbsp;</p>



<p>Com isso, existe um monitoramento constante daquele ambiente sensorial. A partir do momento que temos essa captura de informação e armazenamento de dados, o Big Data do agronegócio pode se antecipar até mesmo aos gatilhos de alerta, que demandam ação imediata.&nbsp;</p>



<p>Todos esses dados de monitoramento são variáveis, ou seja, pequenos pontos de análise. Mas quando eles são agrupados,&nbsp; começamos a entender e correlacioná-los com outros dados e informações, temos o que chamamos de análises de comportamento.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mas o que fazer com esse volume de dados do big data do agronegócio?&nbsp;</strong></h2>



<p>Pense comigo: o que acontece com um suíno quando a temperatura da granja sobe 5 ou 8 graus ao dia? Ele come menos? Bebe mais água?&nbsp;</p>



<p>Se existe uma taxa de conversão alimentar menor, é porque o ambiente não apresenta o bem-estar animal necessário, concorda? Esse é um exemplo que pode levar o produtor a refrescar o ambiente antes que os suínos passem a comer menos, se ele tiver acesso a essa correlação de informações.&nbsp;</p>



<p>Nesse sentido, a ciência de dados da agricultura e da pecuária ajuda a construir essa correlação de informações a partir do conhecimento gerado no passado. Se uma correção foi feita no ambiente, e o suíno melhorou sua condição alimentar, a inteligência artificial presente no aparelho pode indicar ao produtor essa realização de ação em outros momentos.&nbsp;</p>



<p>Melhor ainda: a partir da experiência com esse produtor, se esse dado for disponibilizado em uma rede de conexões online, pode ser uma recomendação extremamente útil para outros produtores que possuem o mesmo equipamento.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/cultura-da-inovacao-no-agronegocio/"><strong>Leia também: Por que a cultura da inovação no agronegócio é uma referência para outros setores</strong></a></h4>



<p>Claro, pelo fato de eu ter trabalhado por muitos anos em uma cooperativa, eu sei que muitas vezes condições como região, raça e genética podem interferir nessa recomendação.&nbsp;</p>



<p>Mas é justamente esse o grande <em>pulo do gato</em> para os fornecedores dessas tecnologias. Isso porque a combinação de dados, armazenando e disponibilizando informações de raças e genéticas e outras variáveis, são capazes de aprimorar as recomendações e deixá-las ainda mais personalizadas para cada produtor.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Recursos humanos na ciência de dados na agricultura e pecuária&nbsp;&nbsp;</strong></h2>



<p>Essa possibilidade de combinação de variáveis de dados na inteligência artificial são parte do <a href="https://hazeshift.com.br/agricultura-50/">agronegócio 5.0</a>. E é algo tão interessante que pode colocar o Brasil ainda mais na vanguarda global do setor, que representa quase 30% do PIB nacional.Além disso, é também uma grande chance de gerar empregos. Sabe por quê?&nbsp;</p>



<p>Porque uma coisa é falar com zootecnistas, veterinários, agrônomos técnicos e extensionistas que cuidam de produtos agro, seja na agricultura ou na pecuária, para tomadas de ações imediatas. Outra é unir esses profissionais à validação das percepções da inteligência artificial.&nbsp;</p>



<p>O que eu quero dizer com isso é simples. Que a ciência baseada em percepção humana e a de dados são complementares. São esses profissionais que devem, no fim do dia, fazer a checagem se as correlações criadas pelos algoritmos fazem sentido. Isso melhora ainda mais a inteligência artificial dos equipamentos e aplicações que podem ser produzidos.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Ou seja, conseguimos ver aqui duas grandes oportunidades de trabalho. Uma para os profissionais de tecnologia. Outra para profissionais conectados à agronomia.&nbsp;</p>



<p>Inclusive, esse é um dos motivos pelos quais diversos especialistas do agro recomendam que as próprias disciplinas dos cursos de Veterinária e Agronomia passem a incluir disciplinas tecnológicas. Veja, por exemplo, o que nos disse o agrônomo, empreendedor e inovador George Hiraiwa, diretor do hub de inovação, o CoCriagro, de Londrina (PR):</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p><em>A gente incentiva muito, na questão da Agronomia, a visão do novo agrônomo. Os alunos não podem mais ter a mesma grade [de disciplinas] de dez anos atrás. Hoje é fundamental ter noção de programação. Não vou dizer que um agrônomo tem que sair da faculdade como programador, mas alguns têm mais facilidade. E quem sai com esse skill, um agrônomo que sabe programar, é raridade. E esse cara deve estar ganhando uma fortuna.&nbsp;</em></p><cite>George Hiraiwa</cite></blockquote>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/cocriagro-hub-inovacao-londrina/"><strong>Leia a entrevista completa com George Hiraiwa sobre o hub de Inovação CoCriagro</strong></a></h4>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Big data do agronegócio: ecossistemas na ciência de dados na agricultura</strong></h2>



<p>Aliás, esse depoimento nos faz refletir também sobre a importância do fortalecimento dos ecossistemas de inovação para que essas inovações no agronegócio possam surgir. Essa ciência de dados na agricultura, o Big data do agronegócio, pode ser cada vez mais estimulado pela inovação aberta.&nbsp;</p>



<p>E a inovação é praticamente o ar respirado em hubs de inovação como o CoCriagro, no ecossistema <a href="https://hazeshift.com.br/biopark-toledo/">Biopark de Toledo</a> e no <a href="https://hazeshift.com.br/parque-tecnologico-de-itaipu/">Parque Tecnológico&nbsp; de Itaipu</a> (esses dois últimos localizados na região Oeste do Paraná, uma das maiores produtoras de grãos do Brasil).&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Leia também: </strong><a href="https://hazeshift.com.br/laboratorios-de-inovacao-hubs/"><strong>O que são laboratórios de inovação e hubs? Existem diferenças? Chegou a hora de tirar suas dúvidas!</strong></a></h4>



<p>Nesse sentido, como consultor de inovação, posso fazer uma recomendação: as empresas devem ficar de olho e, sempre que possível, participar ativamente das conexões com organizações como essas. São nelas que nascem startups e acontecem <a href="https://hazeshift.com.br/o-que-e-hackathon-desafios-de-inovacao/">desafios de inovação aberta </a>que podem se tornar novas soluções às empresas para <a href="https://hazeshift.com.br/tipos-de-inovacao/">transformar o próprio negócio</a>.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Chegou a hora de procurar uma consultoria de inovação?&nbsp;</strong></h2>



<p>Isso tudo, para mim, deixa claro que os modelos matemáticos não determinam apenas o ramo da informática. Eles são capazes de aprimorar diversas outras áreas da sociedade. Um exemplo vimos neste texto: a ciência de dados na agricultura e pecuária.&nbsp;</p>



<p>Entretanto, além do big data do agronegócio, algoritmos também apoiam a <a href="https://hazeshift.com.br/startups-telemedicina-healthtechss/">saúde</a>, a <a href="https://hazeshift.com.br/industria-4-0/">indústria</a> 4.0, o varejo 4.0 e tantas outras frentes de nossa sociedade.&nbsp;</p>



<p>Inclusive, vivemos um momento em que esse <em>boom </em>será cada vez mais estimulado. Em primeiro lugar, por conta da <a href="https://hazeshift.com.br/realidade-estendida-5g/">chegada do 5G ao Brasil</a>, que irá apoiar todas essas conexões. Em segundo lugar, pelo surgimento de novas profissões, uma vez que <a href="https://hazeshift.com.br/industria-4-0-gestao-de-pessoas/">somente gestão de pessoas é capaz de transformar dados em conhecimento</a>.&nbsp;</p>



<p>Para fazer com que essas conexões fiquem mais claras, é altamente recomendado que sua organização conte com uma <a href="https://hazeshift.com.br/consultoria-de-inovacao/">consultoria de inovação e transformação digital</a>. Nós da Haze Shift, por exemplo, temos uma equipe de transformação digital focada em trabalhar a observação de possibilidades para nossos clientes.&nbsp;</p>



<p>Ou seja, podemos juntos fazer um estudo para co-criar soluções usando informações que as empresas já têm, mas que muitas vezes estão obsoletas, ou apenas utilizadas para uma ação emergencial, como em casos como citamos neste texto sobre agronegócio.&nbsp;</p>



<p>Além disso, também somos experts em fazer a conexão de empresas e startups por programas de inovação e huntings de startups. Por exemplo, em um projeto que fizemos com o hub de inovação Ciklo reforçamos a conexão das empresas de Francisco Beltrão (PR) com startups.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/historias/ciklo-hub-inovacao-open-innovation/?portfolioCats=3%2C2%2C5%2C4">Você é nosso convidado: clique aqui e confira esse case de sucesso com o Hub Ciklo</a>&nbsp;</h4>



<p>Em outras palavras, esse trabalho de análise de arquitetura de dados é mais do que uma tendência. Ele já está sendo feito e empresas que esperarem correm o risco de ficarem para trás.&nbsp;</p>



<p>Portanto, fica aqui o convite: <a href="https://hazeshift.com.br/vamos-conversar/">vamos conversar</a>. Vamos co-criar um projeto para sua empresa? Conte conosco, seja para dar o pontapé inicial ou para melhorar o uso da ciência de dados: na agricultura, na saúde ou em outro ramo.&nbsp;</p>



<p></p>
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		<title>Empresas Juniores e universidades empreendedoras: por que apostar nelas em projetos de inovação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marcos Daniel Goes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jan 2022 21:13:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura de Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação Aberta]]></category>
		<category><![CDATA[startups]]></category>
		<category><![CDATA[universidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde 2016 a Brasil Junior em conjunto com centenas de voluntários e parceiros que compartilham do desejo de contribuir para a melhora da qualidade da educação superior brasileira realizam o ranking Ranking de Universidades Empreendedoras - RUE que mostra como as instituições de ensino superior brasileiras. Nesse estudo é possível observar, por exemplo, o faturamento  Leia</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Desde 2016 a Brasil Junior em conjunto com centenas de voluntários e parceiros que compartilham do desejo de contribuir para a melhora da qualidade da educação superior brasileira realizam o ranking Ranking de Universidades Empreendedoras &#8211; RUE que mostra como as instituições de ensino superior brasileiras. Nesse estudo é possível observar, por exemplo, o faturamento das empresas das mais de 1.400 empresas juniores em 2021, e perceber pontos de chamar a atenção. Enquanto a economia brasileira encolheu na pandemia, as empresas juniores cresceram. </p>



<p>Segundo o <a href="https://drive.google.com/file/d/1lTJNoET2AVGsdkTVFhcS3lIzgstxMLcy/view" target="_blank" rel="noreferrer noopener">levantamento da MEJ</a>, o faturamento de 2019 para 2020 aumentou 10% nesse setor relativamente desconhecido por muitos, chegando a R$ 49 milhões. Em 2021, já em setembro, o valor havia sido superado o ano anterior. Como consultor de inovação, eu vejo aqui uma janela de oportunidades gigantesca (sim, gigante), ainda mais diante de uma economia em recessão.&nbsp;</p>



<p>Se o número pode ainda parecer pequeno, é porque você está comparando com, talvez, startups ou movimentos empresariais consolidados. Mas, a título de comparação, enquanto mais de 715 mil empresas fecharam as portas na pandemia, conforme mostra o próprio relatório, o movimento apresentou mais de 35 mil soluções inovadoras, crescendo em 17% (cerca de 200 empresas juniores).&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/startups-universitarias-brasil/"><strong>Leia também: Startups universitárias são realidade no Brasil. Não acredita? Vem comigo</strong></a></h4>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um ranking, várias oportunidades inovadoras</strong></h2>



<p>O Ranking de Universidades Empreendedoras coletou 181 cases com a colaboração de 24 mil estudantes, fazendo o ranqueamento de 126 universidades brasileiras. Esses jovens enxergam o empreendedorismo como algo a mais do que um negócio: podemos perceber conexões fortes com os <a href="https://hazeshift.com.br/esg-inovacao/">valores de inovação ESG (leia mais aqui)</a>. Confira uma amostra disso:&nbsp;</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter"><img decoding="async" src="https://lh3.googleusercontent.com/n-zYHC0_rTjE6lcsmH3wF6jKvi0td5PWDGFOHmFQ2r5B_up5bb1WoHIZHb8G8R34Xx40242kMCslt0H24B-pbC_ILgK2WoM_N27t2BICM1SrjvUNgv54JMPJx7LeLbkEMqWiMm1L" alt=""/><figcaption>Fonte: Ranking de Universidades Empreendedoras 2021</figcaption></figure></div>



<p>Em primeiro lugar, todos esses números mostram ao mercado a dimensão que o empreendedorismo está tomando nas universidades. São fatores altamente relevantes tanto para a captação de talentos potenciais para o <a href="https://hazeshift.com.br/inovadores-inquietos-intraempreendedorismo/">intraempreendedorismo</a> corporativo e também para tirar de cena certo preconceito de contratar empresas juniores como potencial fornecedoras. Pense comigo:</p>



<p>Ao contar com uma empresa júnior você traz junto com ela todo um ecossistema universitário embutido. Muitas vezes, você contrata indiretamente professores que atuam no mercado que dão apoio aos alunos, e, dependendo da parceria estabelecida, junto aos estudantes, pode ter acesso a laboratórios modernos que seriam muito caros para muitas empresas.&nbsp;</p>



<p>Isso tudo é inovação aberta pura, trazendo rotas de inovação colaborativa, co-engenharia, co-learning, entre outras <a href="https://hazeshift.com.br/inovacao-aberta-chesbrough/">rotas para a inovação aberta que podem transformar seu negócio, que mostrei neste outro texto (clique para ler)</a>.&nbsp;</p>



<p>Em segundo lugar, os próprios estudantes podem colocar o quesito potencial de empreendedorismo universitário em seus critérios de escolha antes de prestar vestibulares. Até há pouco tempo, a escolha dos alunos era baseada apenas no peso do nome da universidade, pela história. Ou seja, traz uma nova perspectiva.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/educacao-empreendora/"><strong>Leia também: O que é educação empreendedora e porque ela é importante para todos</strong></a></h4>



<figure class="wp-block-table aligncenter is-style-stripes"><table><tbody><tr><td><strong>Dimensões avaliadas pelo Ranking de Universidades Empreendedoras</strong><br>Em sua avaliação, o<strong> </strong>Movimento Empresa Júnior avalia algumas dimensões para elaborar o Ranking de Universidades Empreendedoras:&nbsp;<br>&#8211; <em>Cultura Empreendedora</em>: verifica como os alunos percebem a postura empreendedora da instituição de ensino e a proatividade de resolução de problemas. Além disso, por meio de algumas perguntas, avalia características empreendedoras nos alunos e professores que respondem a pesquisa.&nbsp;<br><em>&#8211; Inovação: </em>além de avaliação feita por indicadores como citações por artigo, patentes e proximidades da instituição de ensino com empresas.&nbsp;<br><em>&#8211; Extensão: </em>analisa pontos de ambiente favorável a pesquisas dentro da IES e fora.&nbsp;<br><em>Internacionalização: </em>avalia pontas de conexão com o ecossistema ao redor do mundo, como intercâmbios, parcerias colaboração em pesquisas internacionais.&nbsp;<br><em>&#8211; Infraestrutura</em>: avalia a qualidade de laboratórios, aproximação com parque tecnológico local e disponibilidade de recursos.&nbsp;<br><em>Capital financeiro:</em> destaca potencial de investimentos em projetos e iniciativas inovadoras.&nbsp;<br><br><br><img decoding="async" width="300" height="300" src="https://lh5.googleusercontent.com/0kANeQm9K_SesghPsfRCu6B6uxM-czRGUBCDhYZmjZX1ZWruXs0iCFF01jmbKguG5_6Xq0TjoX5--y9Br_dv0Z05VLSsE55uKjC_CFKcCeqJB480X5NkZ1VwtqQKx6sbyCVhiGtb"><br>Fonte: MEJ<br></td></tr></tbody></table></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Cases universitários de empresas juniores e cases corporativos&nbsp;</strong></h2>



<p>Além disso tudo, descobertas fantásticas de que existem empresas juniores com faturamento alto, entre R$ 300 mil e R$ 500 mil anuais, como mostra <a href="https://noticias.r7.com/economia/empresas-juniores-movimentaram-mais-de-r-32-milhoes-em-2020-12102020" target="_blank" rel="noreferrer noopener">esta reportagem do R7</a>. Nesse sentido, existem boas práticas de cultura empreendedora nas universidades que podem potencializar a cultura da inovação nas empresas tradicionais. E já que falamos de faturamento das empresas juniores, agora vamos  ampliar esse debate. </p>



<p>Vejamos a Universidade Federal de Viçosa, por exemplo, citada no Ranking de Universidades Empreendedoras 2021. Por lá, existe a Central de Empresas Juniores vinculada ao tecnoPARQ, o Parque Tecnológico de Viçosa.</p>



<p>Nesse ambiente, as cerca de 45 empresas juniores da universidade ganham reforços. Elas têm acompanhamento empresarial e laboratórios para, efetivamente, produzirem soluções à comunidade. O local teve aumento de 7% das empresas juniores em 2020, com 26,4% mais projetos e faturamento 36,8% maior, segundo o relatório.&nbsp;</p>



<p>O que isso comprova? Para mim, prova que parques tecnológicos e programas de inovação conectados às universidades são, sim, meios efetivos de gerar soluções e novos negócios. <br>Para acessar o estudo completo e conhecer mais sobre o Ranking Universidades Empreendedoras: https://universidadesempreendedoras.org/sobre-nos/ e para conhecer mais a Brasil Junior &#8211; https://brasiljunior.org.br/.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Leia também como o <a href="https://hazeshift.com.br/biopark-toledo/">Biopark de Toledo atrai empresas e startups com modelo diferenciado </a></h4>



<p>Empresas também podem adotar excelentes estratégias para se conectar com essas universidades empreendedoras. Um meio eficaz são desafios e <a href="https://hazeshift.com.br/o-que-e-hackathon-desafios-de-inovacao/">programas de inovação aberta</a>. Há diversas formas de promovê-los e nós da Haze Shift já apoiamos diversas empresas na construção deles.&nbsp;</p>



<p>Em um deles, nós da Haze Shift atuamos em conjunto com o Instituto Nissan no Sul Fluminense em parceria com a comunidade de inovação Rio Sul Valley, realizamos&nbsp; uma ação direta de contato com universidades do Sul Fluminense. Entre 2020 e 2021, as equipes universitárias precisaram apresentar, com base em uma metodologia de <a href="https://hazeshift.com.br/design-estrategico-e-design-thinking/"><em>design thinking</em></a>, propostas de startups para apoiar na resolução de problemas de Meio Ambiente, Mobilidade e Saúde. &nbsp; O programa durou oito meses.&nbsp;</p>



<h4 class="wp-block-heading"><a href="https://hazeshift.com.br/historias/inova-san-2020/"><strong>Fica o convite: clique aqui e conheça o case da Inova San</strong></a></h4>



<p>Em outro programa de inovação aberta, esse com a Ambev Tech, fizemos contato ativo com universidades de todo o Brasil para um desafio de inovação aberta chamado ABI <em>Academy Hack</em>. Os alunos deveriam formar equipes para solucionar um problema real de negócios da Ambev por meio da tecnologia, e aconteceu entre agosto e novembro. Ou seja, universidades empreendedoras com jovens empreendedores estavam mais preparadas, sem dúvida.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Para finalizar, se a sua empresa quer adotar movimentos similares, nós da Haze Shift estamos aqui para ajudar. Conte conosco para cocriarmos&nbsp; seus programas de inovação, eme que uma das etapas também pode ser&nbsp; um <em>hunting</em> de empresas juniores em potencial ou para ampliar sua conexão com ecossistemas inovadores, como universidades. Vamos conversar!&nbsp;</p>
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